quinta-feira, 31 de outubro de 2013

(IDEOLOGIA DE GÊNERO E DIVERSIDADE) - AFA informa que a pedofilia foi oficialmente classificada como orientação sexual

AFA informa que a pedofilia foi oficialmente classificada como orientação sexual
AFA
Atualização da revista Charisma: A AFA não está conseguindo confirmar sua pesquisa nessa questão. Por favor, clique aqui para ver um matéria atualizada sobre os novos fatos em inglês. Pedimos desculpas pelo erro. A AFA é uma fonte confiável nos meios de comunicação cristãos. Fizemos contato com a Associação de Psiquiatria Americana em busca de uma declaração oficial e estamos aguardando a resposta deles.
A APA agora classifica a pedofilia como orientação ou preferência sexual em vez de desordem
De acordo com a Associação da Família Americana, um anúncio chocante feito pela Associação de Psiquiatria Americana (APA) em sua mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais causou muita revolta entre organizações pró-família e muitos outros, pelo fato de que agora a APA está classificando a pedofilia como orientação ou preferência sexual em vez de desordem.
Sandy Rios, especialista cultural e apresentadora de programa de entrevistas na rede de Rádio da Família Americana, fez uma declaração no nome da Associação da Família Americana em resposta à postura da APA sobre a pedofilia:
“Exatamente como a APA declarou a homossexualidade uma ‘orientação’ sob tremenda pressão dos ativistas homossexuais em meados da década de 1970, agora, sob pressão dos ativistas da pedofilia, declararam que o desejo de sexo com crianças é também uma ‘orientação.’ Não é difícil ver onde isso levará. Mais crianças se tornarão presas sexuais. A sanidade mental só voltará a esta cultura quando recuperarmos a verdade. Nem hoje nem nunca é aceitável que homens ou mulheres desejem sexo com crianças. Qualquer luta com isso deve pelo menos saber que é errado antes de poderem combater isso e buscar mudança.”
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: Pedophilia Officially Classified as Sexual Orientation by American Psychiatric Association
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(IDEOLOGIA DE GÊNERO E DIVERSIDADE) - Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialmente aceita como “opção sexual”



Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialmente aceita como “opção sexual”

Associação Americana de Psiquiatria muda classificação e gera polêmica

Jarbas Aragão
Atualização de Julio Severo: A informação deste artigo está equivocada. Para saber mais, clique aqui.
Pedofilia passa a ser oficialmente aceita como "opção sexual"
Em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças. Desde 1986 ela era tratada como um caso de saúde pública.
A Associação Americana de Psiquiatria publicou, em 1952, em seu primeiro Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais, que a homossexualidade era uma desordem ou transtorno. Após anos de debate entre psiquiatras, em 1973 a Associação Americana de Psiquiatria retirou a homossexualidade da lista de transtornos mentais. Pouco depois a Associação Americana de Psicologia adotou a mesma posição.
Esse foi o primeiro passo para que a Organização Mundial de Saúde acatasse essa decisão e mudasse sua situação na classificação internacional de doenças (CID). De lá para cá ativistas LGBT fizeram sucessivas investidas para que a questão gay fosse tratada apenas como “opção sexual”. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a homossexualidade como doença em 1985.
Na maioria dos países do mundo, grupos de cristãos tradicionais (evangélicos e católicos) sempre se opuseram a essa abordagem, classificando apenas como uma questão de “escolha” ou simplesmente “pecado”.
Em outubro de 2013, está começando uma nova guerra dos cristãos contra a questão do que é aceitável e inaceitável do ponto de vista médico. A Associação Americana de Psiquiatria acaba de mudar a classificação de pedofilia. De um transtorno, passou a ser uma orientação ou preferência sexual. A mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª edição (DSM-V). Trata-se de um manual para diagnóstico de doenças mentais. Ele é usado para definir como é feito o diagnóstico de transtornos mentais.
A pedofilia é definida na nova edição como “uma orientação sexual ou preferência sexual desprovido de consumação, enquanto o ‘distúrbio pedófilo’ é definido como uma compulsão e usado para caracterizar os indivíduos que usam assim a sua sexualidade”. O referencial são crianças com menos de 13 anos de idade.
Grupos cristãos estão se manifestando nos EUA, temendo que ocorra o mesmo processo que aconteceu com a homossexualidade, onde o primeiro passou foi justamente a mudança de classificação da Associação Americana de Psiquiatria.
Por outro lado, associações defensoras da pedofilia, como a B4U-ACT, aprovaram a medida. Paul Christiano, porta-voz do grupo afirma que ficará mais fácil distinguir quem sente atração sexual e quem comete a violência (configurando crime).  Christiano, que é formado em psiquiatria, defende a “autonomia sexual” das crianças, e acredita que “mais educação sexual nas escolas iria ajudá-los a compreender melhor seus limites”.
Sandy Rios, da ONG evangélica Associação da Família Americana, disse em comunicado oficial: “Assim como a Associação Americana de Psiquiatria declarou a homossexualidade uma ‘orientação’ após uma tremenda pressão de ativistas homossexuais em meados dos anos 1970, agora, sob pressão dos ativistas pedófilos, declararam o desejo de fazer sexo com crianças também uma ‘orientação’. Não é difícil ver onde isso vai levar. Mais crianças se tornarão presas sexuais se não agirmos”.
No Brasil, em meio ao debate do Projeto de lei PLC 122, proposto pelo PT, o senador Magno Malta, declarou: “Se aprovarmos um projeto desses, de você ser criminoso por não aceitar a opção sexual de alguém, é como se você estivesse legalizando a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade… O advogado do pedófilo vai dizer, senhor juiz a opção sexual do meu cliente é criança de nove anos de idade. O juiz vai decidir como, se está escrito que é crime?”
Esta semana, nos EUA, o Dr. Gregory Popcak , do Instituto de Soluções Pastorais, organização católica dedicada a tratar, do ponto de vista da fé, questões relacionadas ao casamento e a família, alerta: “se chamarmos de ‘orientação’ algo que pode ser utilizado por algum grupo de defesa, acabaremos ouvindo que a pedofilia é “apenas mais uma expressão normal do desejo sexual, o que seria extremamente problemático”.
No início deste ano, um Tribunal Federal da Holanda aprovou a existência da Associação Martijn, defensora do sexo consensual entre crianças e adultos. O veredito oficial reconhece que o trabalho da associação é “contrário à ordem pública, mas não há uma ameaça de desintegração da sociedade”. Com informações Charisma News e Women of Grace.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

"Pedagogia neo-marxista da erotização das nossas crianças"

Vídeo Nova Escola promove sutilmente um "vídeo inocente" com fundo sofístico da "ideologia de gênero". 

O desenvolvimento de um discurso com manipulação semântica. Perguntas imbecis de "pedagogas construtivistas e relativistas", onde o foco, (com intenção ou sem intenção) é a "pedagogia neo-marxista da erotização das nossas crianças".

Somente aqueles que são dominados pela mente naturalista-filosófica não percebe a manipulação semântica deste vídeo.

Clique no link abaixo para acessar o vídeo inocente destruidor. Estas pedagogas querem de qualquer jeito erotizar as nossas crianças:





quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Leis gays (fundamentada na filosofia e metodologia naturalista, com seu positivismo marxista e excludente do transcendente) abrem caminho para “direitos” dos pedófilos. O avanço das agendas neo-marxista, centro-esquerda, social-democrata, verdista, petista e socialista significa relativização da moral e fortalecimento das aberrações sexuais como a pedofilia. Prof. Luis Cavalcante

Leis gays abrem caminho para “direitos” dos pedófilos

Psicólogo afirma que pessoas que sentem atração por menores são tão normais quanto heterossexuais

Jack Minor
Enquanto os legisladores e outras autoridades do governo promovem leis favoráveis aos gays, eles estão involuntariamente preparando o terreno para proteções especiais aos pedófilos, incluindo o direito de trabalhar com crianças, alertam os defensores da família.
 
 
Linda Harvey, da organização Mission America, afirma que a pressão por igualdade de direitos para pedófilos irá se tornar mais comum à medida que os grupos LGBT se reafirmam.
“É tudo parte de um plano para introduzir as crianças à vida sexual cada vez mais cedo e convencê-las de que uma simples amizade é na verdade uma atração sexual”, explica.
Em 1973, Associação Americana de Psiquiatria (APA, na sigla em inglês) retirou o homossexualismo de sua lista de desordens mentais após forte lobby de grupos de direitos homossexuais.
Na época em que isso aconteceu, os críticos alertaram que isso iria mais tarde levar à aceitação de outros tipos de desvios sexuais, incluindo a pedofilia. Os defensores do estilo de vida gay rechaçaram a comparação, insistindo que algo do tipo nunca aconteceria.
No entanto, parece que os críticos acertaram na mosca.
Em 2003, um grupo de profissionais de saúde mental formou a organização B4U-ACT para iniciar uma lenta, porém inexorável pressão para redefinir a pedofilia como uma orientação sexual da mesma maneira que o homossexualismo foi na década de 70.
A organização chama os pedófilos de “pessoas que sentem atração por menores”, e o site da organização declara que sua missão é “ajudar profissionais de saúde mental a aprender mais sobre a atração por menores e considerar os efeitos dos estereótipos, do estigma e do medo”.
O B4U-ACT mais tarde organizou uma conferência onde uma nova definição de pedofilia foi proposta para o Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais da APA.
Em 2010, dois psicólogos no Canadá ganharam destaque nacional ao declararem que a pedofilia é uma orientação sexual da mesma forma que o homossexualismo o é.
Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento: “Pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem uma contravenção de tempos em tempos, mas são pessoas que lutam com o que equivale a uma orientação sexual, assim como outro indivíduo pode estar lutando com o heterossexualismo ou mesmo com o homossexualismo”.
E continuou dizendo: “Os verdadeiros pedófilos possuem uma preferência exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Você não pode mudar a orientação sexual de uma pessoa. Ela pode, no entanto, manter a abstinência”.
Ao ser perguntado se ele deveria comparar pedófilos a homossexuais, Van Gijseghem responde: “Se, por exemplo, você estivesse vivendo em uma sociedade onde o heterossexualismo fosse condenado e proibido, e dissessem a você que você teria que fazer terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que isso é meio maluco. Em outras palavras, você não aceitaria isso de forma alguma. Eu utilizo essa analogia para dizer que, sim, de fato, pedófilos não mudam sua orientação sexual".
O dr. Vernom Quinsey, professor emérito de psicologia da Universidade de Queen em Kingston, na província canadense de Ontario, concorda com Van Gijseghem, afirmando que o interesse sexual dos pedófilos faz com que eles prefiram crianças, e que “não há provas de que esse tipo de preferência possa ser mudado por meio de tratamento ou por quaisquer outros meios”.
Em julho de 2010, a revista Harvard Health Publications declarou: “A pedofilia é uma orientação sexual pouco provável de ser alterada. O tratamento busca permitir que a pessoa resista aos seus anseios sexuais”.
Se a APA declarar a pedofilia como uma orientação sexual em pé de igualdade com o homossexualismo, isso geraria enormes ramificações para as leis antidiscriminação existentes.
O processo comum para os ativistas homossexuais foi acrescentar “orientação sexual” a uma lista de fatores de não-discriminação nas cidades e estados.
No entanto, tais preferências não são direcionadas especificamente ao homossexualismo, e poderiam ser interpretadas para proteger uma série de outras pessoas com “orientações”, como bissexuais e transgêneros.
Defensores do estilo de vida LGBT negam veementemente a correção, insistindo que as leis que tratam da idade de consentimento irão evitar que os pedófilos demandem os mesmos direitos que os homossexuais em questões de trabalho, moradia e outras áreas.
À primeira vista, a alegação parece fazer sentido. No entanto, o problema é que os psicólogos fazem uma clara distinção entre pedófilos e molestadores de crianças.
O dr. Gregory Herek, membro da APA e da Associação pela Ciência Psicológica e ganhador de um prêmio da APA por contribuições notáveis à psicologia, defendeu a questão em um artigo intitulado “Fatos Sobre o Homossexualismo e o Abuso Infantil (Facts About Homosexuality and Child Molestation).
Herek afirma que o problema é que a pessoa comum não entende a terminologia correta, que segundo ele é “confusa” e “enganadora” com relação aos pedófilos.
“Pedofilia e abuso sexual de crianças são utilizados de maneiras diferentes, até pelos profissionais”, declara Herek. “Pedofilia costuma se referir a uma desordem psicológica adulta caracterizada por uma preferência por crianças pré-púberes como parceiros sexuais; essa preferência pode ou não ser tratada”.
Por outro lado, segundo ele, o abuso sexual de crianças se refere a ações tomadas por um criminoso.
Baseado nessa definição, um pedófilo não violou nenhuma lei, uma vez que não está de fato envolvido em práticas sexuais com crianças. Os analistas dizem que nenhuma lei está sendo quebrada se a pedofilia for declarada como uma orientação sexual, pois se encaixaria na definição de orientação sexual em todos os estatutos legais apropriados.
Isso poderia se mostrar especialmente problemático para empregadores que contratam pessoas para trabalhar com crianças, como creches e escolas. Se um pedófilo se candidatar ao emprego, enquanto ele puder alegar que nunca esteve envolvido com o abuso sexual de crianças, poderá abrir um processo por discriminação caso seja rejeitado com base em sua “orientação sexual”.
Harvey explica que embora haja leis que tratam da idade de consentimento que proíbem adultos de manter relações com crianças, existe uma pressão para mudar isso.
“Há defensores da liberdade sexual que vêm tentando reduzir a idade de consentimento já há algum tempo”, afirma Harvey. “Uma das coisas que vejo acontecendo é que eles trabalham ativamente para libertar e dar autonomia aos jovens para serem eles mesmos. Eles estão tentando acabar com o estigma do sexo entre crianças mais velhas e mais novas”.
“Por exemplo, eles insistirão com base em leis anti-bullying que não há nada de errado com o fato de um jovem de 16 anos ter relações sexuais com um de 11 anos. Uma vez que se supere a barreira e estabeleça que isso é uma orientação sexual porque é algo que as pessoas fazem, torna-se lógico dar o salto para a pedofilia”.
Ela assinala que o processo sendo utilizado com os profissionais de saúde mental, como o B4U-ACT, é o mesmo que aconteceu na década de 70.
“A definição feita pelos psicólogos entre pedofilia e abuso sexual de crianças é muito importante. Eles querem primeiro estabelecer a ideia de uma identidade de pessoas que sentem atração por menores”, explica. “O próximo passo é usar a golpe da vitimização, alegando que há pessoas que têm ódio deles e que criticá-los é uma atitude de ódio, pois é uma orientação e não pode ser evitada”.
Eles argumentam que, se eles nunca se deixarem levar pelos seus impulsos sexuais por crianças, então qual é o problema? O senso comum nos diz que, se eles têm esses sentimentos, irão agir com base neles. Não é algo inato, da mesma forma que não existe base biológica para o homossexualismo. No entanto, o lobby militante em prol dos pedófilos irá defender seus direitos de ter uma orientação, e é nesse ponto que eles irão tocar primeiro. Eles não vão imediatamente argumentar em cima do comportamento, pois sabem que as pessoas não irão se deixar levar por isso; eles vão bater na questão de desejar o que se quer desejar, pois não se sabe de onde o desejo vem”.
Há também quem defenda a legalização da pornografia infantil, sustentando que ela evita que os pedófilos se tornem molestadores de crianças.
Milton Diamond, professor da Universidade do Havaí e diretor do Pacific Center for Sex and Society, declarou certa vez que a pornografia infantil poderia ser benéfica para a sociedade porque “criminosos sexuais em potencial utilizam a pornografia infantil como um substituto para o sexo com crianças”.
Diamond é um célebre palestrante para o Instituto para Estudos Avançados da Sexualidade Humana (IASHS) em São Francisco. O instituto defendeu abertamente a revogação do banimento de homossexuais nas forças armadas, que existe desde a época da revolução americana.
Em seu website, o IASHS lista os “direitos sexuais básicos”, dentre os quais estão “o direito de se envolver em práticas sexuais de todo e qualquer tipo, desde que não envolva atos não consensuais, violência, coação, coerção ou fraude”.
Outros direitos são os de “ser livre de perseguição, condenação, discriminação ou intervenção social de comportamento sexual particular” e “a liberdade de ter quaisquer pensamentos, fantasias ou desejos sexuais”. A organização também declara que ninguém deve ser “desfavorecido em função da idade”.
O que deveria ser ainda mais alarmante para os pais é que a APA minimizou a importância de todos os problemas mentais que uma criança possa experimentar como resultado de abuso sexual por adultos.
Em 1998, a APA emitiu um relatório argumentando “que o ‘potencial negativo’ do sexo entre adultos e crianças foi ‘exagerado’ e que ‘a grande maioria de homens e mulheres não relataram efeitos sexuais negativos de suas experiências de abuso sexual’”.
O WND noticiou que as leis em estados como Califórnia e Nova Jersey que barraram a chamada “terapia de conversão homossexual” poderiam na verdade evitar que profissionais de saúde mental ofereçam tratamento a pedófilos.
O advogado Mat Staver, presidente do Liberty Counsel, que entrou com um processo contra a lei da Califórnia, afirma que, na linguagem do projeto de lei, um psicólogo poderia sofrer sanções se tentasse fazer com que um pedófilo mudasse seu comportamento, ou se falasse negativamente sobre ele.
“Se alguém dissesse que sua orientação sexual é por crianças e um profissional de saúde mental devidamente autorizado realizasse um tratamento contra essas tendências em vez de afirmar o comportamento, isso seria um problema e poderia resultar em uma violação do código de ética pelo profissional”, explica Staver. “Esse é uma questão que está se camuflando nesse estatuto”.
“Essa linguagem é tão ampla e vaga que poderia incluir todas as formas de orientação sexual, incluindo a pedofilia”, afirma Brad Dacus, presidente do Pacific Justice Institute. “Não é apenas a orientação que é protegida, a conduta associada à ela também é”.
Muitos podem não perceber que o governo federal já garantiu proteção aos pedófilos.
A Lei Matthew Shephard e James Byrd Jr. de Prevenção Contra Crimes de Ódio (Matthew Shephard and James Byrd Jr. Hate Crimes Prevention Act) lista a “orientação sexual” como uma categoria protegida, mas não define o termo.
Os republicanos tentaram acrescentar uma emenda especificando que “a pedofilia não está abrangida como uma orientação”. No entanto, a emenda foi derrubada pelos democratas no Congresso pouco depois que Obama assumiu o mandato.
O Deputado Alcee Hastings, democrata do estado da Flórida, declarou que todos os estilos de vida alternativos devem ser protegidos pela lei.
“O projeto de lei atende à nossa resolução de acabar com a violência baseada no preconceito e garante que todos os americanos, independente de raça, cor, religião, origem, gênero, orientação sexual, identidade de gênero, deficiência ou todas essas ‘filias’, fetiches ou ‘ismos' que foram propostos possa viver sem medo do que são. Peço aos meus colegas que votem a favor dessa lei”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: 'Gay' laws set stage for pedophilia 'rights'
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Campanha gerou polêmica por usar imagem de menina em poses consideradas sensuais
Campanha gerou polêmica por usar imagem de menina em poses consideradas sensuais, usando maquiagem e roupas de adultos

Uma campanha do Dia das Crianças de uma marca cearense de bolsas e sapatos gerou polêmicas nas redes sociais. As três peças publicitárias mostram uma menina maquiada, usando objetos de adultos e em poses erotizadas. A campanha foi veiculada nas redes sociais da empresa e em banners nas lojas físicas. Após a publicação em 12 de outubro, as imagens foram compartilhadas por centenas de usuários do Facebook, acompanhadas de críticas à marca. A empresa diz que houve uma ”interpretação distorcida” do conteúdo.
 
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) afirmou que, até a segunda-feira (14), recebeu 70 notificações sobre a campanha da marca cearense, aceitou as denúncias e abriu um processo contra o anunciante. O órgão recebe denúncias de consumidores, autoridades e anunciantes, além de regulamentar a prática publicitária com base no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária.
 
Entre os que criticaram a campanha, estão especialistas e publicitários que analisam que as peças ferem o código, que trata sobre crianças e adolescentes na publicidade. O parágrafo 1º do artigo 37 diz que “crianças e adolescentes não deverão figurar como modelos publicitários em anúncio que promova o consumo de quaisquer bens e serviços incompatíveis com sua condição, tais como armas de fogo, bebidas alcoólicas, cigarros, fogos de artifício e loterias, e todos os demais igualmente afetados por restrição legal”.
 
Após polêmica, empresa diz que foi 'mal interpretada' e vai retirar imagens
Empresa diz que foi ‘mal interpretada’ e que vai retirar imagens

Segundo a coordenadora do Grupo de Pesquisa da Relação Infância, Juventude e Mídia (Grim), da Universidade Federal do Ceará (UFC), Inês Vitorino, a campanha desrespeita não só o código da publicidade, mas também o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
 
“É uma campanha extremamente de mau gosto e desrespeitosa em relação às crianças. Para começar, a criança não é o foco da campanha. A marca é para o consumo de adultos e coloca a criança extremamente erotizada, em uma situação absolutamente desnecessária. Além disso, fere o ECA porque coloca a criança em situação vexatória, de calcinha, se maquiando, dentro de uma sociedade com tantos casos de pedofilia e abuso sexual”, afirma Inês Vitorino.
 
Para a pesquisadora, o caso é um retrocesso às discussões sobre ética na publicidade. “A reação das pessoas foi imediata contra a campanha. Quando vi, não acreditei. Um tema que vem sendo discutido há mais de uma década. Foi uma exposição desnecessária, gratuita. Com certeza, nas discussões de Ética, será lembrado com um exemplo de que nem tudo vale para vender”.
 
Nota da empresa: ‘Má interpretação’
 
Em nota, a marca Courofino informou que as peças e o banner publicitário divulgados na página oficial da empresa em uma rede social “buscou homenagear uma data tão importante no cenário nacional” e que houve uma “interpretação distorcida da real intenção da empresa” que era de mostrar a brincadeira de uma criança com os pertences da mãe.
 
A empresa também afirmou que não teve a intenção de erotizar a infância e informou que já retirou o material publicitário de circulação. A marca ainda pediu aos usuários das redes sociais que não compartilhe a imagem ou que excluam das páginas para diminuir os “efeitos negativos causados pela má interpretação da campanha”.
 
Regulamentação
 
De acordo com o Conar, mesmo que a marca retire as peças, o processo continua tramitando, pois poderá referenciar campanhas futuras. O próximo passo será dado por um dos 180 relatores do Conselho de Ética do Conar, escolhido para o caso, que decidirá se será necessária ou não uma medida liminar para a retirada da campanha. Segundo o conselho, o voto deve ser dado até esta quarta-feira (16). Caso não tenha uma medida liminar, a campanha pode ser utilizada até o fim do julgamento do processo, que dura de 30 a 40 dias.
 
Ainda de acordo com o Conar, é importante que as empresas reconheçam e atendam a regulamentação do conselho. A retirada é de responsabilidade do anunciante, que é informado sobre a existência do processo e pode participar da sessão que julgará o processo, apresentando, inclusive, defesa.
 
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Fonte: G1
 

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Vereador (de mentalidade, cultura e arte esquerdista) investigado por pedofilia falta a mais uma sessão em Marília

Vereador investigado por pedofilia falta a mais uma sessão em Marília

Advogados de João Paulo Salles entregaram mais um atestado médico.
Na 3ª feira, comissão processante espera ouvir depoimento do parlamentar.


Do G1 Bauru e Marília
 


O vereador João Paulo Salles, investigado pela polícia por suposto envolvimento com duas menores de idade, tem se valido de atestados médicos para não comparecer às sessões da Câmara de Marília (SP). Já são sete sessões sem que ele apareça e justifique o salário de R$ 7 mil, que recebe mensalmente. As ausências poderão custar o cargo do parlamentar. O jurídico da Câmara analisa se um suplente poderá ser chamado.

Em meio a isso, a Comissão Processante que investiga o vereador por suposta falta de decoro irá convocar mais uma vez o parlamentar. O vereador era esperado para depor na comissão processante, mas no lugar dele, quem apareceu foram os dois advogados de defesa.

Eles apresentaram um atestado médico para justificar a ausência do parlamentar e acompanharam calados a reunião que durou cerca de 1 hora e meia. A CP apura se teria havido falta de decoro parlamentar do vereador, investigado pela polícia por suposto crime de pedofilia, envolvendo duas menores de idade. O computador que ele usava na Câmara foi apreendido por ordem da Justiça e está sendo periciado. A comissão irá pedir cópia do inquérito e dos laudos à polícia.

Desde o fim de agosto, quando passou a ser investigado pela polícia, o vereador João Paulo Salles não tem comparecido às sessões da Câmara. Ele já apresentou quatro atestados médicos. Enquanto o vereador se vale dos atestados médicos para se manter ausente das sessões semanais, a CP também tenta encontrar uma maneira de obrigar o parlamentar a depor na próxima semana.

O jurídico da Casa vai analisar o regimento interno para definir quanto tempo o parlamentar tem direito de ficar afastado. A comissão processante tem 90 dias para concluir o relatório. Se ficar comprovado que o vereador usou o computador do gabinete na Câmara para armazenar fotos ou vídeos envolvendo as menores, ele poderá perder o mandato. Parte do salário De João Paulo Salles foi pago pela câmara e parte pelo INSS.

A assessoria de imprensa do vereador informou que ele não tem comparecido às sessões porque enfrenta uma grave depressão e estaria fazendo tratamento psiquiátrico. Já o delegado que investiga a suposta prática de pedofilia aguarda laudos da perícia nos computadores apreendidos na Câmara e na casa do parlamentar para decidir se indicia João Paulo Salles.

Vereador 'Choquito' também  poderá ser desfiliado do PSD (Foto: Reprodução TV TEM)
 
Vereador 'Choquito' também poderá ser desfiliado do PSD (Foto: Reprodução TV TEM)