terça-feira, 3 de setembro de 2013

as crianças educadas por homossexuais são entre 4 a 10 vezes mais susceptíveis de desenvolverem uma preferência não-heterossexual do que as crianças educadas por um pai e uma mãe.

Crianças educadas por duplas homoeróticas mais susceptíveis 

de se envolverem no homossexualismo

Trayce Hansen, Ph.D.

Pesquisas feitas por cientistas sociais, embora não definitivas, sugerem que crianças educadas por
"pais" abertamente homossexuais são muito mais susceptíveis de se envolverem no
comportamento homossexual do que as crianças educadas por famílias naturais. 

Estudos feitos até agora apuraram que entre 8% a 21% das crianças educadas por duplas
homoeróticas identificam-se como não-heterossexuais. Comparativamente, aproximadamente
2% da população geral é não-heterossexual. Devido a isto, se estas percentagens se mantiverem
como verdadeiras, as crianças educadas por homossexuais são entre 4 a 10 vezes mais 
susceptíveis de desenvolverem uma preferência não-heterossexual do que as crianças educadas 
por um pai e uma mãe.

Alguns dos pesquisadores que apuraram as preferências sexuais entre crianças criadas
por heterossexuais e as crianças criadas por homossexuais afirmaram mesmo assim
(nas suas pesquisas) que não foram encontradas diferenças algumas. Muitos são de opinião de
que eles escondem os seus achados como forma de não prejudicar a sua própria agenda
sócio-política pró-homossexualista.

Todos os cientistas que tomaram parte nesta pesquisa emocionalmente carregada têm
os seus preconceitos pessoais e isso é um facto. Mas se os autores da pesquisa querem ser
qualificados como cientistas, e não activistas, eles têm que colocar de lado os seus
preconceitos e apresentar os resultados de forma clara e directa.

Apesar disso, ninguém deveria ficar surpreendido com o facto das duplas homossexuais
serem mais susceptíveis de criar crianças que mais tarde enveredam pelo homossexualismo. Tal
como um dos poucos proponentes pró-homossexualismo afirmou, "Mas é claro que as nossas 
crianças serão diferentes." De facto, muitos acreditam que estas percentagens de crianças
não-heterossexuais presentes nestes estudos seriam ainda maiores se as crianças tivessem sido
criadas de nascença por duplas homossexuais. O que se passa é que a maioria destas crianças
nasceu e foi criada por um pai e uma mãe até que um deles "saiu do armário" e os pais se divorciaram.

Os melhores e o mais recentes estudos envolvendo gémeos apuraram que o homossexualismo,
ao contrário da cor dos olhos, não é geneticamente causado. No entanto, existem vários mecanismos
não-genéticos através dos quais o homossexualismo pode ser transmitido duma geração para a
outra. Esses mecanismos envolvem exemplos de pessoas que as crianças confiam, aprendizagem
social e reforço diferencial, bem como o encorajamento pró-homossexualista feito pelos pais ou por
outros.

Ninguém sabe ao certo através de que tipo de mecanismos complexos os pais homossexuais criam
filhos que mais tarde se identificam como não-heterossexuais. Mas mesmo assim, parece que
é isso mesmo que eles fazem. O público precisa de saber das conclusões destes estudos de modo
a que, quando os tribunais adjudicarem e os cidadãos votarem em assuntos
relacionados ao homossexualismo, eles estejam plenamente informados em relação às
possíveis consequências que as suas decisões podem ter nas crianças.

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