quarta-feira, 31 de julho de 2013

Pedófilos exigem os mesmos direitos dos homossexuais. Começou o Movimento Petista-Socialista-Marxista-Comunista-Social/Democrata pela Legalização da Pedofilia.

Dez sugestões para derrotar o gayzismo


1. Distinguir "ideologia lgbt"  de "homossexuais"

Nunca abdicando do direito a termos e manifestarmos uma posição moralmente desfavorável ao malefício auto-destrutivo que é o homossexualismo, jamais devemos insultar, agredir, ameaçar, humilhar ou provocar gratuitamente pessoas por causa dessa condição

Em certos casos, trata-se de um mal natural, não procurado, causador de sofrimento e provação. Além disso, nem todos os homossexuais querem censurar, punir e banir opiniões contrárias aos seus gostos, educar os filhos dos outros pela cartilha lgbt ou abolir o direito à filiação natural. Já o mesmo não se pode dizer dos militantes lgbt. O que nos leva ao segundo ponto:
2. Ter noção do verdadeiro adversário: o militante lgbt, independentemente de ser ou não homossexual. 

Assim como muitos activistas lgbt não são homossexuais, também existem homossexuais contrários à agenda lgbt. O activista e simpatizante lgbt deve ser combatido por causa da sua ideologia e fanatismo totalitário: http://oarquivoreaccionario.blogspot.pt/2013/06/a-ditadura-lgbt-xpto.html

Em vez de atacá-lo por eventuais preferências homoeróticas, deve-se mostrar um absoluto e salutar desinteresse pela sua vida privada.
3. Distinguir sentimentos de argumentos.

A repulsa pelo comportamento homossexual não é um crime nem ilegal. É apenas um sentimento, natural e humano. Delírios lgbt à parte, nenhum tribunal ou força policial conseguirá acabar com algo instintivo e comum para a maioria das pessoas.

No entanto, atacar o autor de um argumento por ser homossexual não refuta esse argumento. É uma falácia ad hominem.

Perceber isto é muito útil  porque o inverso também é verdade: a atracção por pessoas do mesmo sexo é um sentimento, e não um argumento. O indivíduo que entra no debate assumindo, de maneira orgulhosa e provocatória, o estatuto de "homossexual", uma maneira de interpretar qualquer eventual crítica genérica como "ataque" e "discriminação" pessoais, deve ser imediatamente lembrado que ninguém está interessado naquilo que ele faz na sua vida privada, mas apenas nos seus argumentos. Tomemos esta frases como demonstrativa:
« Sou gay, muito feliz, tenho um companheiro e sinto-me insultado e alvo de homofobia quando defendes que o casamento e adopção gay não devem ser reconhecidos. Deixa de ser preconceituoso e de promover ódio contra pessoas como eu! »
Vitimizações deste tipo, sem  qualquer valor argumentativo, são recorrentes. Por vezes. variam para "conheço vários gays" ou "o meu melhor amigo/ a minha irmã/ o meu avô,o meu cão, blá,blá,blá"

A resposta a esta falácia deve ser assertiva. Algo parecido com isto:
«A tua vitimização é patética porque eu não te conheço, não falei da tua vida nem da tua pessoa.  Falei do casamento de maneira objectiva e racional, à luz do senso-comum, do direito e da lei natural. Não só a verdade do que eu digo não está dependente dos gostos sexuais de quem discorda comigo, como também existem  homossexuais contra o casamento e a adopção gay, como a francesa Nathalie de Williencourt. 
Ao dizeres que te sentes pessoalmente incomodado com os meus argumentos, não mostras que esses argumentos estão errados. Não faz sentido nem é possível debater os teus sentimentos e reacções subjectivas sobre aquilo que lês. Quando tiveres uma objecção verdadeira, que possa ser realmente debatida, avisa.»
"Não gostei e senti-me mal pelo que disseste" é uma maneira infantil e estúpida de debater seja o que for.
4. Desmascarar os activistas lgbt como os verdadeiros homofóbicos e promotores de ódio e intimidação contra aqueles que fingem representar e defender:

«os "direitos dos homossexuais" começaram por se afirmar na base do direito à privacidade. Na etapa seguinte a privacidade é negada para forçar todo homossexual a "sair do armário" e tornar-se militante Olavo de Carvalho.

Eles exigem a censura e punição de qualquer opinião, inofensiva e em sentido genérico, contra o homossexualismo. Enquanto isso, é na cultura lgbt que se perseguem e atacam pessoas específicas por causa da sua homossexualidade:


5. Demonstrar que os activistas lgbt, pelos seus próprios termos, são hipócritas e mentirosos quando negam a existência de um lobby gay.

Ao mesmo tempo que conseguem a aprovação sucessiva das leis que exigem, os activistas lgbt dizem que a sociedade portuguesa é "homofóbica" e precisa de ser transformada nas "mentalidades". 

Então, se a sociedade portuguesa é "homofóbica" e os políticos aprovam essas leis fugindo dos referendos populares como o diabo foge da cruz,  como se explicam essas leis senão, precisamente, pela existência de um poderoso lobby gay ? A pergunta é retórica.

6. Jamais acreditar nas boas intenções, sinceridade e honestidade dos activistas lgbt.

Isto aplica-se àqueles que apoiam alguns avanços da agenda lgbt e combatem outros. Ingénuos e incoerentes na linha de Marinho Pinto, defensor do casamento entre pessoas do mesmo sexo mas feroz crítico do lobby gay e da adopção de crianças por "dois pais" e "duas mães".

Os objectivos políticos lgbt vão sendo propostos e aprovados de maneira covarde e avulsa, na lógica de ir fervendo a rã em lume brando.

Primeiro, diziam, discutir o "casamento"gay não era o mesmo que discutir a adopção, tratavam-se de assuntos distintos. No entanto, depois de aprovado o "casamento" gay, associações lgbt processaram o estado portuguêspor essa lei, ( a mesma que eles celebraram ! ) discriminar os "casais" homossexuais no acesso à adopção de crianças.

Do dia para a noite, o chavão « estamos a discutir casamento, não estamos a discutir adopção», deu lugar ao chavão « é vergonhoso que Portugal seja o único país do mundo a permitir o casamento mas não a adopção gay ». A nova lei do casamento nada tinha a ver com a adopção, mas depois a nova lei do casamento era o fundamento para exigir em tribunal o "direito" à adopção. Está claro e evidente?

Outro exemplo é o casamento "múltiplo" e a adopção da mesma criança por vários "pais" e "mães". No início, isto também era uma teoria da conspiração e  "falácia do declive escorregadio". Pois bem, agora já é assumido como objectivo pela comunidade lgbt:

-Daniel Cardoso, activista lgbt português e porta-voz da marcha lgbt lisboeta deste ano, propõe abolir o "exclusivo da parentalidade nos moldes de relação romântica adulta, monogâmica, e de direito de sangue" abrindo-a à "possibilidade de ser partilhada por mais de duas pessoas".

Portanto, cada exigência legal do activismo lgbt deve ser compreendida e atacada na sua lógica e consequências óbvias, em vez daquilo que os activistas lgbt aleguem desonestamente, num dado momento, como sendo o único objectivo da lei.

7. Não menosprezar nem confundir a iminência da propaganda a favor da aceitação social e legal da pedofilia, zoofilia, incesto e outros desvios semelhantes, a reboque dos argumentos lgbt,  como "teoria da conspiração"

Uma teoria da conspiração defende, conjecturando, que algo está a ser planeado em segredo. Precisamente o contrário de uma teoria da conspiração é constatar aquilo que vai sendo dito e defendido publicamente por apoiantes e activistas lgbt. Ou melhor, aquilo que sempre foi dito, tendo em conta que gente pedófila e tarada como Foucault ou Kinsey, e outros mentores do movimento lgbt, nunca esconderam ao que vinham.

Alguns exemplos;

- Peter Singer, pop star mundial da "filosofia" politicamente correcta, defende que, depois do homossexualismo, o tabu relativo ao bestialismo deve ser a próxima herança cultural judaico-cristã a eliminar.


- A zoofilia é "normal" segundo Quintino Aires, defensor dos direitos lgbt e "perito" na educação de crianças.


8. Não ter medo de ser chamado homofóbico.

É contraproducente justificar a nossa posição como não-homofóbica. Exemplo: « não sou homofóbico mas acho errado e absurdo dar "dois pais" ou "duas mães" a uma criança.» Isto é aproveitado politicamente pelo outro lado.Quem se escusa, se acusa.

Em vez de nos justificarmos sem estarmos acusados de nada, importa ir logo à questão: acho errado e absurdo dar "dois pais" ou "duas mães". Ponto. Se alguém nos quiser acusar de "homofobia", esteja à vontade. É sempre engraçado ver um gayzista a fugir ao ónus de provar as acusações que faz.

Pessoas adultas devem aprender a viver num mundo de adultos. Tendo sempre presente o que disse no ponto 1, o respeito às pessoas com tendências ou comportamentos homossexuais não deve ser menor nem maior do que o reservado a qualquer outra pessoa. O único "direito homossexual" justo de ser reconhecido é o direito reconhecido a adultos envolvidos em qualquer outra prática sexual por livre consentimento: o direito a ser deixado em paz. O que implica o dever consequente de deixar os outros em paz:

-Actos exibicionistas não se tornam dignos, legais, admissíveis e acima de qualquer crítica se praticados por homossexuais;

-Nenhum grupo ou pessoa tem "o direito" à adopção de uma criança. Na adopção, as crianças é que têm direitos a ser protegidos e procurados, desde logo o privilégio a terem um pai e uma mãe. Portanto, não será por causa de desejos e relacionamentos (homo)sexuais que esse "direito a crianças" deve existir.

-Nenhum serviço de sangue tem o dever de aceitar toda e qualquer dádiva. Não existe o "direito humano" a doar sangue sem restrições. Assim, a regra aplica-se sempre. Não importa se certos grupos de risco, como os homossexuais, acham que têm "o direito" a dar sangue. Ser livre para escolher um estilo de vida tem consequências.

- Ter atracção por pessoas do mesmo sexo não dá o direito a ensinar e impor aos filhos dos outros, através da escola pública, o que é sexualmente normal, natural e aceitável. Se mais ninguém tem esse direito em função do seu desejo sexual, homossexuais não serão excepção.

-Se a família tradicional, o casamento indissolúvel,  o celibato dos padres, doutrinas religiosas e tudo o resto podem, sem ninguém apontar isso como "odioso" ou "fundamentalista" ser alvos de críticas, piadas, considerações morais, éticas e políticas; então, o comportamento homossexual e o activismo lgbt não podem ser excepções.

-Etc.

Apenas tarados e psicóticos podem ficar revoltados por outros não lhes concederem direitos e privilégios em função de um desejo sexual. Se não discriminar cidadãos por causa do seu desejo sexual é uma "fobia", os activistas lgbt precisam de voltar para a escola.

9. Não dar pérolas a porcos.

Este conselho aplica-se aos cristãos devotos e dispostos a pregar arrependimento, moralidade e salvação aos seus semelhantes:
« Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, para que não suceda de que eles as pisem com os pés e que, voltando-se contra vós, vos dilacerem. »Evangelho segundo São Mateus, Capítulo 7, versículo 6
Não faz sentido perder tempo com pessoas de má-fé, anticristãs militantes, orgulhosamente profanadoras, blasfemas, cheias de ódio à religião e que já sabemos dispostas a provocações e insultos se lhes falarmos de Deus.

As coisas santas devem ser reservadas para aqueles que, mesmo não acreditando e vivendo em pecado, perguntam, estão dispostos ou procuram conhecê-las com sinceridade e respeito.

Em debates com gayzistas não há espaço para ingenuidade. A primeira referência à religião deve ser sempre feita por eles. Normalmente, fazem-no de uma maneira que torna fácil apontar o seu fanatismo, ódio, anticristianismo e intolerância religiosa.
10. Compreender que a ideologia lgbt é uma pequena peça na engrenagem de um esquema maior, no qual  os activistas lgbt, não deixando de ser menos perigosos por causa disso, ainda assim, são meros idiotas úteis. 

De nada serve combater o movimento lgbt se o restante da revolução sexual promovida pelo marxismo cultural (promiscuidade, sexo pré-marital, pornografia, adultério, divórcio, aborto, contracepção, feminismo, "educação sexual" para crianças, etc) é considerado um avanço civilizacional extraordinário.


A ver:

terça-feira, 30 de julho de 2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Os políticos de ideologias: social-democrata, socialista, petista, comunista, marxista, esquerdista e verdista, se uniram, para estabelecer a Nova lei inglesa que estabelece homens como “esposas” e mulheres como “maridos”.

Os políticos de ideologias: social-democrata, socialista, petista, comunista, marxista, esquerdista e verdista, se uniram, para estabelecer a Nova lei inglesa que estabelece homens como “esposas” e mulheres como “maridos”.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://jornalsaopaulopresbiteriano.blogspot.com.br/2013/07/os-politicos-de-ideologia-social.html 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

(VÍDEO) Dr. Zenóbio Fonseca sempre excelente na Defesa da Vida - Estatuto do Nascituro - Cabeça pra Cima

 (VÍDEO) Dr. Zenóbio Fonseca sempre excelente na Defesa da Vida - Estatuto do Nascituro - Cabeça pra Cima

Clique no link abaixo para acessar este excelente vídeo:
http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2013/07/video-dr-zenobio-fonseca-sempre.html