quarta-feira, 29 de maio de 2013

(VÍDEO) - Robert P. George - professor de jurisprudência da Universidade Princeton afirma que o "casamento gay" irá causar uma mudança substancial no conceito de família e paternidade, que trará consequências perigosas para a educação das crianças e para a liberdade religiosa.

(VÍDEO) - Robert P. George - professor de jurisprudência da Universidade Princeton afirma que o "casamento gay" irá causar uma mudança substancial no conceito de família e paternidade, que trará consequências perigosas para a educação das crianças e para a liberdade religiosa.

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terça-feira, 28 de maio de 2013

sexta-feira, 17 de maio de 2013

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A decisão do CNJ é inconstitucional e quebra uns dos fundamentos de uma sociedade civilizada. O conceito de casamento fora das bases sólidas HOMEM com uma MULHER, permitirá e oficializará a PEDOFILIA (Intimidade Inter-geracional), INCESTO, POLIGAMIA e ZOOFILIA...

A decisão do CNJ é inconstitucional e quebra uns dos fundamentos de uma sociedade civilizada. O conceito de casamento fora das bases sólidas HOMEM com uma MULHER, permitirá e oficializará a PEDOFILIA (Intimidade Inter-geracional), INCESTO, POLIGAMIA e ZOOFILIA...

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terça-feira, 14 de maio de 2013

O direito inalienável da necessidade de um PAI e de uma MÃE. Uma ameaça aos direitos das crianças - Entenda porque a adoção por pares homossexuais é um risco ao desenvolvimento das crianças.

O direito inalienável da necessidade de um PAI e de uma MÃE. Uma ameaça aos direitos das crianças - Entenda porque a adoção por pares homossexuais é um risco ao desenvolvimento das crianças.

Clique no link abaixo para ler o artigo:
http://familiaestruturada.blogspot.com.br/2013/05/o-direito-inalienavel-da-necessidade-de.html

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Dra. Rebecca Oas - Exportações Tóxicas: Harvey Karman, Federação Internacional de Planejamento Familiar e a Exploração de Vítimas de Estupro

Exportações Tóxicas: Harvey Karman, Federação Internacional de Planejamento Familiar e a Exploração de Vítimas de Estupro
Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, 10 de maio (C-FAM) Uma iniciativa para avançar o aborto explorando mulheres estupradas em guerras mexe com memórias de uma campanha do passado, sua parafernália perigosa e um pavoroso aborteiro que está hoje sendo julgado por assassinato.
Uma nova campanha política busca derrubar uma lei americana que proíbe financiar aborto em outros países, forjando o procedimento como assistência humanitária. Isso apesar das desastrosas consequências de um experimento da década de 1970 usando a situação difícil das mulheres grávidas em áreas de conflito para estender o aborto, que se tornou uma cobertura para um impertinente abortista chamado Harvey Karman para testar novos e polêmicos dispositivos de aborto. Em 1972, ele usou um em colaboração com Kermit Gosnell no que se tornou conhecido como o Massacre do Dia das Mães.
A “paixão consumidora” de Karman pelo aborto só se comparava com a “incessante promoção que ele fazia de si mesmo.”
Durante a guerra de libertação de Bangladesh em 1971, soldados paquistaneses estupraram centenas de milhares de mulheres e muitas engravidaram. Embora o país muçulmano só permitisse o aborto para salvar a vida da mãe, o governo de Bangladesh abriu mão da restrição para as mulheres estupradas durante a guerra.
No ano seguinte, um pequeno grupo de especialistas em aborto chegou a Bangladesh numa parceria entre a Federação Internacional de Planejamento Familiar e uma organização com sede nos EUA. A Federação Internacional de Planejamento Familiar convidou Karman para treinar profissionais locais de saúde para realizarem abortos, apesar de que ele havia sido condenado anteriormente por realizar abortos ilegais e por não ter credenciais, exceto um diploma de psicologia. Autoridades haviam prendido Karman cinco vezes, inclusive quando sua tentativa em 1955 de provocar um aborto usando um quebra-nozes provocou a morte de uma mulher.
Em Bangladesh, o método preferido de Karman para realizar abortos precoces envolvia um dispositivo manual a vácuo que ele inventara. Muitas das gravidezes das mulheres estavam avançadas demais para esse método. Em vez disso, Karman usou um “super DIU” feito de tiras plásticas afiadas e o inseria no útero da mulher. Ele se gabava de que ambos dispositivos podiam ser feitos por uma ninharia e reusados centenas de vezes, mas não discutiu sobre esterilizá-los entre pacientes. Relatórios indicam que as mulheres sofriam um índice elevado de complicações do super DIU.
Ao retornar aos EUA, Karman se associou a Kermit Gosnell num golpe publicitário de 1972 com a intenção de promover o super DIU. Merle Goldberg, a ativista pró-aborto que havia instigado a missão da Federação Internacional de Planejamento Familiar a Bangladesh, levava de ônibus as mulheres pobres com gravidezes de último trimestre para a clínica de Gosnell na Filadélfia para realizar abortos. O golpe se transformou em desastre quando nove das quinze mulheres sofreram complicações graves.
Promotores acusaram Karman de praticar medicina sem licença. Seu testemunho se apoiou em detalhes técnicos: Ele confessou que inseria um DIU e poderia ter “removido” material fetal com o fórceps, mas frisou que não foi além do canal do colo do útero. Outro tribunal mais tarde revogou a condenação dele.
Os Centros de Controle de Doença publicaram um relatório avisando que o método carregava em si um risco significativo. Em resposta, Goldberg defendeu o método do super DIU. Numa entrevista para um boletim feminista, ela disse que “não havia uma competição” entre o super DIU e outras técnicas de segundo trimestre, e ela escolheria o super DIU “de uso sucessivo” se ela quisesse um aborto de último trimestre.
Quando Karman morreu em 2008, um diretor da Federação de Planejamento Familiar deu a ele o crédito de ter feito “mais pelo aborto seguro no mundo inteiro do que praticamente qualquer outra pessoa no mundo.”
Gosnell, ex-sócio de Karman, aguarda um veredicto por acusações feitas em 2010 pelo assassinato de uma mulher e de vários recém-nascidos em sua clínica de aborto na Filadélfia.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: C-FAM
Leitura recomendada:
Jogos de aborto entre Brasil e ONU




Divulgação:







Polícia paulista cria o primeiro cadastro de pedófilos do Brasil

A polícia e a sociedade precisam acordar, a pedofilia aumenta a cada a dia, e ela se disfarça através de conceitos acadêmicos do marxismo cultural via militantes esquerdistas e homossexualizantes através do sofisma "intimidade inter-geracional" (Pedofilia Disfarçada). Prof. Luis Cavalcante  


Polícia paulista cria o primeiro cadastro de pedófilos do Brasil
ADRIANA FARIAS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


A Polícia Civil de São Paulo está formando um banco de dados inédito de todos os pedófilos do Estado. O trabalho é feito pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, única no Brasil especializada nesse tipo de crime.

Desconhecida do público, a delegacia foi criada em novembro de 2011 e desde então tem cadastrado foto, nome, cor de pele, idade e histórico de crimes dos pedófilos.

Segundo a delegacia, 40% desses criminosos têm entre 18 e 40 anos, 25% estão acima dos 40 e 35% têm até 17 anos.

O número de pedófilos com parentesco com a vítima chega a 40%. Dos outros 60%, grande parte tem alguma relação com a família da vítima ou são amigos ou vizinhos, segundo a delegada-assistente Ana Paula Rodrigues, 38.

Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress

A delegacia não foi autorizada a informar o número total de pedófilos cadastrados. Das vítimas, 80% são meninas, e 60% tem de 7 a 13 anos.

O sobrinho de dez anos da auxiliar de enfermagem Yneida Brito sofreu frequentes abusos de um vizinho, amigo da família. "Ele falou para o menino: 'Vamos lá na minha casa. Tem uma bola de capotão super legal'. Ao chegar lá, fechou a porta, amarrou o menino e o estuprou", disse a tia.

Os abusos foram tantos que a criança, hoje aos 12, teve uma disfunção anorretal e, desde então, usa fraldas.

A tia descobriu que as mudanças de comportamento no sobrinho tinham relação com algum tipo de abuso porque ela também foi abusada aos 9 anos. "Voltando da escola, eu fui tomar algo numa lanchonete de um conhecido da família. Ele disse entra, abaixou a porta da lanchonete e abusou de mim". Yneida só conseguiu contar para mãe o que tinha sofrido aos 22 anos.

Em 2011, foram 2.814 denúncias de abuso sexual contra crianças e adolescentes no Estado. No ano passado, chegaram a 3.117, um aumento de 10%, segundo a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. No Brasil, o aumento foi de 20%.

A delegacia de pedofilia alerta: os pedófilos estão se proliferando pela internet.

CASO CHOCANTE

A delegada conta que o caso mais chocante que já investigou foi o de uma menina de 6 anos que vivia com a família em um cômodo pequeno. "Mãe, filha e padrasto dormiam na mesma cama e nessa cama ele abusava da menina, com o consentimento da mãe."

A menina só conseguiu falar dos abusos quando encaminhada à brinquedoteca da delegacia. "Ela pediu para que todas as luzes fossem apagadas porque assim ela tinha a sensação de que ninguém ouviria o que ela tinha para relatar", diz a delegada.

O homem foi preso, a criança, encaminhada ao Conselho Tutelar, e a mãe desapareceu.

O crime de pedofilia é punido com reclusão de oito a 15 anos. Praticar o crime pela internet tem pena de três a seis anos de reclusão.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/05/1277620-policia-paulista-cria-o-primeiro-cadastro-de-pedofilos-do-brasil.shtml

sábado, 11 de maio de 2013

O psiquiatra Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental (O modelo de mente esquerdista / Competência em uma sociedade livre / Por que a mente esquerdista é uma patologia? / Os cinco déficits principais do esquerdista / Uma cura para o esquerdismo?)

O psiquiatra Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental (O modelo de mente esquerdista / Competência em uma sociedade livre / Por que a mente esquerdista é uma patologia? / Os cinco déficits principais do esquerdista /  Uma cura para o esquerdismo?)

Clique no link abaixo para ler o artigo:
http://psicologiareformacional.blogspot.com.br/2013/05/o-psiquiatra-lyle-rossiter-nos-comprova.html

quarta-feira, 8 de maio de 2013

A apologia ao infanticídio nos meios universitários

A apologia ao infanticídio nos meios universitários

Apesar de chocante, muitas universidades estão apoiando pesquisas pró-infanticídio nos últimos anos
 

O caso do Dr. Kermit Gosnell - que segue sob julgamento nos Estados Unidos - chocou a opinião pública no mês passado por tamanha crueldade dos crimes. O médico responde à acusação de pelo menos oito homicídios, sendo sete de crianças recém nascidas, após tentativas frustradas de aborto. Kermit Gosnell era dono de uma clínica de abortos na Filadélfia e seus métodos de abortamento espantaram até mesmo os defensores da causa. As crianças nascidas vivas tinham o pescoço perfurado pelo médico. Segundo depoimentos de testemunhas que trabalharam com o acusado, o número de assassinatos de bebês ultrapassa a casa dos 100.

 
Bebês assassinados na clínica do médico da morte Kermit Gosnell
 
Por outro lado, se os crimes de Gosnell podem provocar indignação, não faltam aqueles que tentam justificá-lo, mesmo no campo da "bioética". Em março de 2012, uma dupla de "especialistas" publicou um artigo no periódico britânico "Journal of Medical Ethics", intitulado "Aborto pós-natal: por que o bebê deveria viver?". O paper de Alberto Giublini e Francesca Minerva defendia abusivamente o direito dos pais, sobretudo das mães, de tirarem as vidas de seus filhos logo após o parto, caso considerassem ser esta a melhor solução para algum tipo de sofrimento psicológico. Após a repercussão negativa do trabalho na imprensa mundial, Giublini e Minerva - ambos filósofos da Universidade de Melbourne, Austrália - fizeram um pedido de desculpas público e disseram que a discussão deveria ter sido mantida no âmbito acadêmico.

A afirmação é no mínimo reveladora. Ao declararem que a discussão deveria ter ficado restrita ao público familiarizado com o tema, Giublini e Minerva trouxeram à tona um dado que talvez passasse despercebido por muita gente: o estudo para legitimação do infanticídio dentro das universidades. Na época da controvérsia, o editor-chefe do “Journal of Medical Ethics”, Julian Savulescu, chegou a defender os dois especialistas, argumentando por meio de um editorial que cerca de 100 artigos já haviam sido publicados sobre o assunto, alguns a favor e outros contra. Além disso, Savulescu afirmou que o debate está ativo há pelo menos 40 anos. Ou seja, existe dentro das universidades uma linha de estudo incisivo sobre a questão ética da prática do infanticídio. Essa linha, de acordo com Alberto Giublini e Francesca Minerva, parte do conceito de pessoa ligado à tese do doutor Michael Tooley, filósofo da Universidade de Princeton e professor na universidade de Colorado, nos Estados Unidos.

 
Os apologistas do infanticídio: Francesa Minerva e Alberto Giublini
 
Neste prisma, a sentença de Hugo von Hofmannsthal de que "nada está na realidade política de um país se não estiver primeiro na sua literatura" é de uma verdade acachapante. Se leis iníquas estão em curso nas Câmaras dos Deputados, Senados e Supremas Cortes é porque antes um grupo de "estudiosos" - muitas vezes financiados por fundações filantrópicas - preparou o terreno para que elas fossem semeadas no debate público. Foi assim que o comunismo e o nazismo subiram ao poder e será assim com outros regimes totalitários e políticas ditatoriais.

Ora, se matar crianças nos ventres de suas mães é permitido, por que não o seria logo depois do parto? Apesar de essa lógica ser perversa, é ela justamente o carro chefe da legalização do infanticídio que se propõe dentro das universidades, esses lugares que deveriam ser o âmbito da promoção da vida e da verdade. Assim, vê-se na prática o resultado dessas pseudo-ciências: casos abomináveis como o do Dr. Kermit Gosnell e a tolerância escandalosa do governo brasileiro à prática de infanticídio em tribos indígenas, algo que já foi fruto de denúncias inclusive de um jornalista australiano, Paul Raffaele, numa audiência pública na Comissão de Direitos Humanos em novembro do ano passado.

É vergonhoso, por conseguinte, perceber a instrumentalização da ciência para fins contrários à dignidade humana, mesmo após catástrofes semelhantes como as de Auschwitz e Camboja. As universidades, que na Idade Média - "Idade das Trevas" na língua dos inimigos da Igreja - produziam um Hugo de São Vítor, um Santo Tomás de Aquino, hoje se transformaram em fábricas de Pol Pots, Mao Tsé Tungs e Hitlers. É claro que não se pode generalizar, nem é essa a intenção, mas fatos como esses servem, sim, para se perguntar qual é realmente a Idade das Trevas, a da Suma teológica ou a das teses em defesa do infanticídio?

domingo, 5 de maio de 2013

Marxismo: a máquina assassina por R. J. Rummel (professor emérito de ciência política e finalista de Prêmio Nobel da Paz, ...)

Marxismo: a máquina assassina por R. J. Rummel (professor emérito de ciência política e finalista de Prêmio Nobel da Paz, é o mais aclamado especialista mundial em democídio, termo que ele cunhou para se referir a assassinatos cometidos por governos.  Escreveu o livro Death by Government, leitura obrigatória para qualquer pessoa que queira se inteirar das atrocidades cometidas por governos.  Ao todo, Rummel já publicou 29 livros e recebeu numerosas condecorações por sua pesquisa.)

Clique abaixo para ler o artigo:
http://cienciapoliticaedireitoshumanos.blogspot.com.br/2013/05/marxismo-maquina-assassina-por-r-j.html