terça-feira, 17 de dezembro de 2013

"Intolerância dos Tolerantes" - Professor força aluna a defender aborto em redação escolar nos EUA

Professor força aluna a defender aborto em redação escolar nos EUA

Imagem: Divulgação
 
 
Durante uma aula do ensino médio nos EUA, um professor gerou impacto negativo ao obrigar uma estudante a escrever uma redação em defesa do aborto, mesmo que a menina ainda tivesse uma ideia contrária, conforme ocorrido na escola Palatine High School, na cidade de Palatine.
 
A iniciativa de abordar o tema teria surgido da aluna, Abigail Cornejo. A proposta inicialmente foi recusada pelo professor, David Valentino, que constatou já haver muitos artigos antigos a respeito, então não haveria muito o que acrescentar. Segundo a estudante, ele também vetou outros temas, como eutanásia e legalização da maconha.
 
Como o trabalho se tratava de questões controversas, Abigail achou que o tema seria relevante e insistiu, e o professor impôs sua condição, de que só permitiria o tema a partir do momento que ela colocasse uma perspectiva positiva sobre aborto.
 
A menina então exigiu uma justificativa do professor para não poder falar de aborto em sua redação, e ele destacou que o exercício se tratava de “um debate ético, não tem que ter um razão para não falar sobre aborto”.
 
Segundo a aluna, o professor disse que se ela apresentasse uma redação com contexto contra o aborto ela ganharia uma nota mínima, por se tratar de uma tarefa de avaliação da escrita, ele não teria como examiná-la sendo iguais a outras que recebeu em classes anteriores.
 
Segundo especialistas, a decisão de Valentino faz parte de uma confusão tomada pelos professores diante da interpretação das leis americanas, cada vez mais comum, ao não saber que posição tomar sobre determinado assunto polêmico, sem ter noção se estarão ferindo ou não a Primeira Emenda à Constituição dos EUA.
 
Dentro de situações como a de Abigal, professores ferem a liberdade de expressão ou impõem posições para não tomar partido de alguma crença ou religião.
 
“Jovens professores são bombardeados com tanta informação controversa, por tanto tempo, que eles estão com medo de que determinadas atribuições a um estudante de 10 anos de idade, podem violar a Primeira Emenda”, resume Jeremy Dys, advogado do órgão Instituto Liberdade (Liberty Institute).
 
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Fonte: The Christian Post
 

Por que a esquerda fala tanto em desigualdade social? por Rodrigo Constantino

Por que a esquerda fala tanto em desigualdade social? por Rodrigo Constantino
Clique no link abaixo para acessar este excelente artigo:
http://mentalidadeesquerdista.blogspot.com.br/2013/12/por-que-esquerda-fala-tanto-em.html

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Agora sim! Professora esquerdista da FATEC é denunciada por doutrinar alunos, e a resposta dela é uma beleza…

Agora sim! Professora esquerdista da FATEC é denunciada por doutrinar alunos, e a resposta dela é uma beleza…

Clique no link abaixo para acessar a reportagem:
http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2013/11/agora-sim-professora-esquerdista-da.html

domingo, 24 de novembro de 2013

Vaticano sob Fogo de Comitê da ONU sobre os Direitos da Criança

Vaticano sob Fogo de Comitê da ONU sobre os Direitos da Criança
Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 22 de novembro (C-FAM) Um comitê da ONU quer responsabilizar o Vaticano pelos pecados das dioceses e seu clero no mundo inteiro.
Um comitê da ONU atacou o Vaticano com questionamentos ferozes sobre abuso sexual de menores no começo deste ano. O comitê monitora a implementação da Convenção sobre os Direitos da Criança. O prazo final para o Vaticano responder às perguntas é este mês e o comitê já marcou uma data para interrogar mais o Vaticano de modo duro em janeiro.
O Vaticano deu ao comitê informações detalhadas sobre seus novos protocolos em casos de abuso sexual cometido pelo clero. Mas o comitê não ficou satisfeito com o relatório do Vaticano. Não se esquivando de pormenores, o comitê pediu ao Vaticano que desse detalhes de “todos os casos de abuso sexual de crianças cometido por membros do clero” que foram trazidos à atenção do Vaticano.
O comitê perguntou ao Vaticano se o Vaticano conduziu uma investigação no escândalo das lavanderias Madalena na Irlanda, que medidas tomou para com os sacerdotes que podem ter se envolvido, e se deu indenizações às vítimas, bem como informações gerais sobre as instituições católicas que cuidam de crianças separadas de suas famílias em todo o mundo. O comitê especificamente mencionou queixas de que crianças e adolescentes sob o cuidado dos Legionários de Cristo, uma instituição religiosa infestada de escândalos, estavam excessivamente separados de suas famílias.
O comitê não se limitou a pedir que o Vaticano supervisionasse o trabalho de igrejas locais na questão delicada de proteger as crianças. O comitê fez perguntas sobre como o Vaticano promove a igualdade entre meninos e meninas nas escolas católicas do mundo inteiro, especificamente solicitando que o Vaticano removesse “todos os estereótipos sexuais” dos livros escolares usados nas escolas católicas, e o que está fazendo para impedir todas as formas de castigo físico nas escolas e na família.
O comitê perguntou se o Vaticano usou o rótulo “ilegítimo” para crianças que nasceram fora do casamento, quantas arcas de bebês (lugares seguros para bebês abandonados) o Vaticano opera no mundo inteiro e o que faz para preservar o direito à identidade dessas crianças.
Esta não é a primeira vez que o Vaticano é duramente criticado na ONU. Em anos recentes, a Noruega e outros países nórdicos cada vez mais atacam o papel da Santa Sé, pois o Vaticano é conhecido na ONU. Eles assumem posições opostas quando o Vaticano defende os bebês em gestação e age como um compasso moral em inúmeras questões de políticas internacionais, principalmente costumes sexuais.
Países têm criticado os comitês da ONU por adotarem uma abordagem de confronto em questões de direitos humanos e por imporem novas obrigações nos países.
O Comitê dos Direitos da Criança foi acusado no começo deste ano de politização e tendenciosidade antissemita depois que pediu que Israel conduzisse um estudo sobre os efeitos negativos de curto e longo prazo da circuncisão. O comitê sugeriu abertamente que a circuncisão, uma prática tradicional e religiosa fundamental dos judeus e outros povos semíticos por mais de três mil anos, viola o direito à integridade física das crianças.
A Assembleia Geral da ONU está examinando modos de melhorar os comitês de direitos humanos. Suas esquisitices são atualmente um obstáculo para o Senado dos EUA ratificarem um tratado da ONU sobre deficiências.
As respostas do Vaticano às perguntas do comitê ainda não foram mandadas para o site do comitê.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divugação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Vaticano sobre Israel: erros grosseiros

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Livro gratuito: http://bit.ly/11zFSqqNovo Testamento gratuito em mp3 dramatizado com música

Para fazer o download, siga este link:
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Conseguimos que o Google bloqueia buscas por pornografia pedófila

Google anuncia bloqueio de buscas por pornografia pedófila

Imagem: Divulgação
 
 
O presidente do Google, Eric Schmidt, anunciou a aplicação de uma nova tecnologia que permitirá ao grupo bloquear um grande número de buscas de pornografia pedófila na internet, em um artigo publicado no jornal britânico “Daily Mail”.
 
De acordo com Schmidt, a pornografia pedófila será expurgada dos resultados de mais de 100 mil tipos de busca, graças à nova tecnologia.
 
As restrições serão aplicadas inicialmente aos países de língua inglesa, mas nos próximos seis meses serão ampliadas ao restante do mundo e a outras 158 línguas.
 
O anúncio foi feito poucas horas antes de uma reunião sobre a segurança na internet, que acontecerá nesta segunda-feira na residência do primeiro-ministro britânico David Cameron, em Downing Street, e que reunirá Google, Microsoft e outras empresas de internet.
 
“Sem dúvida a sociedade nunca vai conseguir eliminar tal depravação, mas devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para proteger as crianças da maldade”, escreveu Schmidt.
“Programamos o Google Search com precisão para impedir a exibição em nossos resultados dos links com os abusos sexuais infligidos às crianças”, explicou.
 
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Fonte: G1
 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

(IDEOLOGIA DE GÊNERO E DIVERSIDADE) - AFA informa que a pedofilia foi oficialmente classificada como orientação sexual

AFA informa que a pedofilia foi oficialmente classificada como orientação sexual
AFA
Atualização da revista Charisma: A AFA não está conseguindo confirmar sua pesquisa nessa questão. Por favor, clique aqui para ver um matéria atualizada sobre os novos fatos em inglês. Pedimos desculpas pelo erro. A AFA é uma fonte confiável nos meios de comunicação cristãos. Fizemos contato com a Associação de Psiquiatria Americana em busca de uma declaração oficial e estamos aguardando a resposta deles.
A APA agora classifica a pedofilia como orientação ou preferência sexual em vez de desordem
De acordo com a Associação da Família Americana, um anúncio chocante feito pela Associação de Psiquiatria Americana (APA) em sua mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais causou muita revolta entre organizações pró-família e muitos outros, pelo fato de que agora a APA está classificando a pedofilia como orientação ou preferência sexual em vez de desordem.
Sandy Rios, especialista cultural e apresentadora de programa de entrevistas na rede de Rádio da Família Americana, fez uma declaração no nome da Associação da Família Americana em resposta à postura da APA sobre a pedofilia:
“Exatamente como a APA declarou a homossexualidade uma ‘orientação’ sob tremenda pressão dos ativistas homossexuais em meados da década de 1970, agora, sob pressão dos ativistas da pedofilia, declararam que o desejo de sexo com crianças é também uma ‘orientação.’ Não é difícil ver onde isso levará. Mais crianças se tornarão presas sexuais. A sanidade mental só voltará a esta cultura quando recuperarmos a verdade. Nem hoje nem nunca é aceitável que homens ou mulheres desejem sexo com crianças. Qualquer luta com isso deve pelo menos saber que é errado antes de poderem combater isso e buscar mudança.”
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: Pedophilia Officially Classified as Sexual Orientation by American Psychiatric Association
Leitura recomendada:

(IDEOLOGIA DE GÊNERO E DIVERSIDADE) - Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialmente aceita como “opção sexual”



Cristãos revoltados após pedofilia ser oficialmente aceita como “opção sexual”

Associação Americana de Psiquiatria muda classificação e gera polêmica

Jarbas Aragão
Atualização de Julio Severo: A informação deste artigo está equivocada. Para saber mais, clique aqui.
Pedofilia passa a ser oficialmente aceita como "opção sexual"
Em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças. Desde 1986 ela era tratada como um caso de saúde pública.
A Associação Americana de Psiquiatria publicou, em 1952, em seu primeiro Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais, que a homossexualidade era uma desordem ou transtorno. Após anos de debate entre psiquiatras, em 1973 a Associação Americana de Psiquiatria retirou a homossexualidade da lista de transtornos mentais. Pouco depois a Associação Americana de Psicologia adotou a mesma posição.
Esse foi o primeiro passo para que a Organização Mundial de Saúde acatasse essa decisão e mudasse sua situação na classificação internacional de doenças (CID). De lá para cá ativistas LGBT fizeram sucessivas investidas para que a questão gay fosse tratada apenas como “opção sexual”. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a homossexualidade como doença em 1985.
Na maioria dos países do mundo, grupos de cristãos tradicionais (evangélicos e católicos) sempre se opuseram a essa abordagem, classificando apenas como uma questão de “escolha” ou simplesmente “pecado”.
Em outubro de 2013, está começando uma nova guerra dos cristãos contra a questão do que é aceitável e inaceitável do ponto de vista médico. A Associação Americana de Psiquiatria acaba de mudar a classificação de pedofilia. De um transtorno, passou a ser uma orientação ou preferência sexual. A mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª edição (DSM-V). Trata-se de um manual para diagnóstico de doenças mentais. Ele é usado para definir como é feito o diagnóstico de transtornos mentais.
A pedofilia é definida na nova edição como “uma orientação sexual ou preferência sexual desprovido de consumação, enquanto o ‘distúrbio pedófilo’ é definido como uma compulsão e usado para caracterizar os indivíduos que usam assim a sua sexualidade”. O referencial são crianças com menos de 13 anos de idade.
Grupos cristãos estão se manifestando nos EUA, temendo que ocorra o mesmo processo que aconteceu com a homossexualidade, onde o primeiro passou foi justamente a mudança de classificação da Associação Americana de Psiquiatria.
Por outro lado, associações defensoras da pedofilia, como a B4U-ACT, aprovaram a medida. Paul Christiano, porta-voz do grupo afirma que ficará mais fácil distinguir quem sente atração sexual e quem comete a violência (configurando crime).  Christiano, que é formado em psiquiatria, defende a “autonomia sexual” das crianças, e acredita que “mais educação sexual nas escolas iria ajudá-los a compreender melhor seus limites”.
Sandy Rios, da ONG evangélica Associação da Família Americana, disse em comunicado oficial: “Assim como a Associação Americana de Psiquiatria declarou a homossexualidade uma ‘orientação’ após uma tremenda pressão de ativistas homossexuais em meados dos anos 1970, agora, sob pressão dos ativistas pedófilos, declararam o desejo de fazer sexo com crianças também uma ‘orientação’. Não é difícil ver onde isso vai levar. Mais crianças se tornarão presas sexuais se não agirmos”.
No Brasil, em meio ao debate do Projeto de lei PLC 122, proposto pelo PT, o senador Magno Malta, declarou: “Se aprovarmos um projeto desses, de você ser criminoso por não aceitar a opção sexual de alguém, é como se você estivesse legalizando a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade… O advogado do pedófilo vai dizer, senhor juiz a opção sexual do meu cliente é criança de nove anos de idade. O juiz vai decidir como, se está escrito que é crime?”
Esta semana, nos EUA, o Dr. Gregory Popcak , do Instituto de Soluções Pastorais, organização católica dedicada a tratar, do ponto de vista da fé, questões relacionadas ao casamento e a família, alerta: “se chamarmos de ‘orientação’ algo que pode ser utilizado por algum grupo de defesa, acabaremos ouvindo que a pedofilia é “apenas mais uma expressão normal do desejo sexual, o que seria extremamente problemático”.
No início deste ano, um Tribunal Federal da Holanda aprovou a existência da Associação Martijn, defensora do sexo consensual entre crianças e adultos. O veredito oficial reconhece que o trabalho da associação é “contrário à ordem pública, mas não há uma ameaça de desintegração da sociedade”. Com informações Charisma News e Women of Grace.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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Proeminente conferência pró-pedofilia provoca horror nos participantes

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

"Pedagogia neo-marxista da erotização das nossas crianças"

Vídeo Nova Escola promove sutilmente um "vídeo inocente" com fundo sofístico da "ideologia de gênero". 

O desenvolvimento de um discurso com manipulação semântica. Perguntas imbecis de "pedagogas construtivistas e relativistas", onde o foco, (com intenção ou sem intenção) é a "pedagogia neo-marxista da erotização das nossas crianças".

Somente aqueles que são dominados pela mente naturalista-filosófica não percebe a manipulação semântica deste vídeo.

Clique no link abaixo para acessar o vídeo inocente destruidor. Estas pedagogas querem de qualquer jeito erotizar as nossas crianças:





quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Leis gays (fundamentada na filosofia e metodologia naturalista, com seu positivismo marxista e excludente do transcendente) abrem caminho para “direitos” dos pedófilos. O avanço das agendas neo-marxista, centro-esquerda, social-democrata, verdista, petista e socialista significa relativização da moral e fortalecimento das aberrações sexuais como a pedofilia. Prof. Luis Cavalcante

Leis gays abrem caminho para “direitos” dos pedófilos

Psicólogo afirma que pessoas que sentem atração por menores são tão normais quanto heterossexuais

Jack Minor
Enquanto os legisladores e outras autoridades do governo promovem leis favoráveis aos gays, eles estão involuntariamente preparando o terreno para proteções especiais aos pedófilos, incluindo o direito de trabalhar com crianças, alertam os defensores da família.
 
 
Linda Harvey, da organização Mission America, afirma que a pressão por igualdade de direitos para pedófilos irá se tornar mais comum à medida que os grupos LGBT se reafirmam.
“É tudo parte de um plano para introduzir as crianças à vida sexual cada vez mais cedo e convencê-las de que uma simples amizade é na verdade uma atração sexual”, explica.
Em 1973, Associação Americana de Psiquiatria (APA, na sigla em inglês) retirou o homossexualismo de sua lista de desordens mentais após forte lobby de grupos de direitos homossexuais.
Na época em que isso aconteceu, os críticos alertaram que isso iria mais tarde levar à aceitação de outros tipos de desvios sexuais, incluindo a pedofilia. Os defensores do estilo de vida gay rechaçaram a comparação, insistindo que algo do tipo nunca aconteceria.
No entanto, parece que os críticos acertaram na mosca.
Em 2003, um grupo de profissionais de saúde mental formou a organização B4U-ACT para iniciar uma lenta, porém inexorável pressão para redefinir a pedofilia como uma orientação sexual da mesma maneira que o homossexualismo foi na década de 70.
A organização chama os pedófilos de “pessoas que sentem atração por menores”, e o site da organização declara que sua missão é “ajudar profissionais de saúde mental a aprender mais sobre a atração por menores e considerar os efeitos dos estereótipos, do estigma e do medo”.
O B4U-ACT mais tarde organizou uma conferência onde uma nova definição de pedofilia foi proposta para o Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais da APA.
Em 2010, dois psicólogos no Canadá ganharam destaque nacional ao declararem que a pedofilia é uma orientação sexual da mesma forma que o homossexualismo o é.
Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento: “Pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem uma contravenção de tempos em tempos, mas são pessoas que lutam com o que equivale a uma orientação sexual, assim como outro indivíduo pode estar lutando com o heterossexualismo ou mesmo com o homossexualismo”.
E continuou dizendo: “Os verdadeiros pedófilos possuem uma preferência exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Você não pode mudar a orientação sexual de uma pessoa. Ela pode, no entanto, manter a abstinência”.
Ao ser perguntado se ele deveria comparar pedófilos a homossexuais, Van Gijseghem responde: “Se, por exemplo, você estivesse vivendo em uma sociedade onde o heterossexualismo fosse condenado e proibido, e dissessem a você que você teria que fazer terapia para mudar sua orientação sexual, você provavelmente diria que isso é meio maluco. Em outras palavras, você não aceitaria isso de forma alguma. Eu utilizo essa analogia para dizer que, sim, de fato, pedófilos não mudam sua orientação sexual".
O dr. Vernom Quinsey, professor emérito de psicologia da Universidade de Queen em Kingston, na província canadense de Ontario, concorda com Van Gijseghem, afirmando que o interesse sexual dos pedófilos faz com que eles prefiram crianças, e que “não há provas de que esse tipo de preferência possa ser mudado por meio de tratamento ou por quaisquer outros meios”.
Em julho de 2010, a revista Harvard Health Publications declarou: “A pedofilia é uma orientação sexual pouco provável de ser alterada. O tratamento busca permitir que a pessoa resista aos seus anseios sexuais”.
Se a APA declarar a pedofilia como uma orientação sexual em pé de igualdade com o homossexualismo, isso geraria enormes ramificações para as leis antidiscriminação existentes.
O processo comum para os ativistas homossexuais foi acrescentar “orientação sexual” a uma lista de fatores de não-discriminação nas cidades e estados.
No entanto, tais preferências não são direcionadas especificamente ao homossexualismo, e poderiam ser interpretadas para proteger uma série de outras pessoas com “orientações”, como bissexuais e transgêneros.
Defensores do estilo de vida LGBT negam veementemente a correção, insistindo que as leis que tratam da idade de consentimento irão evitar que os pedófilos demandem os mesmos direitos que os homossexuais em questões de trabalho, moradia e outras áreas.
À primeira vista, a alegação parece fazer sentido. No entanto, o problema é que os psicólogos fazem uma clara distinção entre pedófilos e molestadores de crianças.
O dr. Gregory Herek, membro da APA e da Associação pela Ciência Psicológica e ganhador de um prêmio da APA por contribuições notáveis à psicologia, defendeu a questão em um artigo intitulado “Fatos Sobre o Homossexualismo e o Abuso Infantil (Facts About Homosexuality and Child Molestation).
Herek afirma que o problema é que a pessoa comum não entende a terminologia correta, que segundo ele é “confusa” e “enganadora” com relação aos pedófilos.
“Pedofilia e abuso sexual de crianças são utilizados de maneiras diferentes, até pelos profissionais”, declara Herek. “Pedofilia costuma se referir a uma desordem psicológica adulta caracterizada por uma preferência por crianças pré-púberes como parceiros sexuais; essa preferência pode ou não ser tratada”.
Por outro lado, segundo ele, o abuso sexual de crianças se refere a ações tomadas por um criminoso.
Baseado nessa definição, um pedófilo não violou nenhuma lei, uma vez que não está de fato envolvido em práticas sexuais com crianças. Os analistas dizem que nenhuma lei está sendo quebrada se a pedofilia for declarada como uma orientação sexual, pois se encaixaria na definição de orientação sexual em todos os estatutos legais apropriados.
Isso poderia se mostrar especialmente problemático para empregadores que contratam pessoas para trabalhar com crianças, como creches e escolas. Se um pedófilo se candidatar ao emprego, enquanto ele puder alegar que nunca esteve envolvido com o abuso sexual de crianças, poderá abrir um processo por discriminação caso seja rejeitado com base em sua “orientação sexual”.
Harvey explica que embora haja leis que tratam da idade de consentimento que proíbem adultos de manter relações com crianças, existe uma pressão para mudar isso.
“Há defensores da liberdade sexual que vêm tentando reduzir a idade de consentimento já há algum tempo”, afirma Harvey. “Uma das coisas que vejo acontecendo é que eles trabalham ativamente para libertar e dar autonomia aos jovens para serem eles mesmos. Eles estão tentando acabar com o estigma do sexo entre crianças mais velhas e mais novas”.
“Por exemplo, eles insistirão com base em leis anti-bullying que não há nada de errado com o fato de um jovem de 16 anos ter relações sexuais com um de 11 anos. Uma vez que se supere a barreira e estabeleça que isso é uma orientação sexual porque é algo que as pessoas fazem, torna-se lógico dar o salto para a pedofilia”.
Ela assinala que o processo sendo utilizado com os profissionais de saúde mental, como o B4U-ACT, é o mesmo que aconteceu na década de 70.
“A definição feita pelos psicólogos entre pedofilia e abuso sexual de crianças é muito importante. Eles querem primeiro estabelecer a ideia de uma identidade de pessoas que sentem atração por menores”, explica. “O próximo passo é usar a golpe da vitimização, alegando que há pessoas que têm ódio deles e que criticá-los é uma atitude de ódio, pois é uma orientação e não pode ser evitada”.
Eles argumentam que, se eles nunca se deixarem levar pelos seus impulsos sexuais por crianças, então qual é o problema? O senso comum nos diz que, se eles têm esses sentimentos, irão agir com base neles. Não é algo inato, da mesma forma que não existe base biológica para o homossexualismo. No entanto, o lobby militante em prol dos pedófilos irá defender seus direitos de ter uma orientação, e é nesse ponto que eles irão tocar primeiro. Eles não vão imediatamente argumentar em cima do comportamento, pois sabem que as pessoas não irão se deixar levar por isso; eles vão bater na questão de desejar o que se quer desejar, pois não se sabe de onde o desejo vem”.
Há também quem defenda a legalização da pornografia infantil, sustentando que ela evita que os pedófilos se tornem molestadores de crianças.
Milton Diamond, professor da Universidade do Havaí e diretor do Pacific Center for Sex and Society, declarou certa vez que a pornografia infantil poderia ser benéfica para a sociedade porque “criminosos sexuais em potencial utilizam a pornografia infantil como um substituto para o sexo com crianças”.
Diamond é um célebre palestrante para o Instituto para Estudos Avançados da Sexualidade Humana (IASHS) em São Francisco. O instituto defendeu abertamente a revogação do banimento de homossexuais nas forças armadas, que existe desde a época da revolução americana.
Em seu website, o IASHS lista os “direitos sexuais básicos”, dentre os quais estão “o direito de se envolver em práticas sexuais de todo e qualquer tipo, desde que não envolva atos não consensuais, violência, coação, coerção ou fraude”.
Outros direitos são os de “ser livre de perseguição, condenação, discriminação ou intervenção social de comportamento sexual particular” e “a liberdade de ter quaisquer pensamentos, fantasias ou desejos sexuais”. A organização também declara que ninguém deve ser “desfavorecido em função da idade”.
O que deveria ser ainda mais alarmante para os pais é que a APA minimizou a importância de todos os problemas mentais que uma criança possa experimentar como resultado de abuso sexual por adultos.
Em 1998, a APA emitiu um relatório argumentando “que o ‘potencial negativo’ do sexo entre adultos e crianças foi ‘exagerado’ e que ‘a grande maioria de homens e mulheres não relataram efeitos sexuais negativos de suas experiências de abuso sexual’”.
O WND noticiou que as leis em estados como Califórnia e Nova Jersey que barraram a chamada “terapia de conversão homossexual” poderiam na verdade evitar que profissionais de saúde mental ofereçam tratamento a pedófilos.
O advogado Mat Staver, presidente do Liberty Counsel, que entrou com um processo contra a lei da Califórnia, afirma que, na linguagem do projeto de lei, um psicólogo poderia sofrer sanções se tentasse fazer com que um pedófilo mudasse seu comportamento, ou se falasse negativamente sobre ele.
“Se alguém dissesse que sua orientação sexual é por crianças e um profissional de saúde mental devidamente autorizado realizasse um tratamento contra essas tendências em vez de afirmar o comportamento, isso seria um problema e poderia resultar em uma violação do código de ética pelo profissional”, explica Staver. “Esse é uma questão que está se camuflando nesse estatuto”.
“Essa linguagem é tão ampla e vaga que poderia incluir todas as formas de orientação sexual, incluindo a pedofilia”, afirma Brad Dacus, presidente do Pacific Justice Institute. “Não é apenas a orientação que é protegida, a conduta associada à ela também é”.
Muitos podem não perceber que o governo federal já garantiu proteção aos pedófilos.
A Lei Matthew Shephard e James Byrd Jr. de Prevenção Contra Crimes de Ódio (Matthew Shephard and James Byrd Jr. Hate Crimes Prevention Act) lista a “orientação sexual” como uma categoria protegida, mas não define o termo.
Os republicanos tentaram acrescentar uma emenda especificando que “a pedofilia não está abrangida como uma orientação”. No entanto, a emenda foi derrubada pelos democratas no Congresso pouco depois que Obama assumiu o mandato.
O Deputado Alcee Hastings, democrata do estado da Flórida, declarou que todos os estilos de vida alternativos devem ser protegidos pela lei.
“O projeto de lei atende à nossa resolução de acabar com a violência baseada no preconceito e garante que todos os americanos, independente de raça, cor, religião, origem, gênero, orientação sexual, identidade de gênero, deficiência ou todas essas ‘filias’, fetiches ou ‘ismos' que foram propostos possa viver sem medo do que são. Peço aos meus colegas que votem a favor dessa lei”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do original do WND: 'Gay' laws set stage for pedophilia 'rights'
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NÃO COMPRO A MARCA COUROFINO - Marca exibe criança em poses erotizadas e é denunciada ao Conar

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Campanha gerou polêmica por usar imagem de menina em poses consideradas sensuais
Campanha gerou polêmica por usar imagem de menina em poses consideradas sensuais, usando maquiagem e roupas de adultos

Uma campanha do Dia das Crianças de uma marca cearense de bolsas e sapatos gerou polêmicas nas redes sociais. As três peças publicitárias mostram uma menina maquiada, usando objetos de adultos e em poses erotizadas. A campanha foi veiculada nas redes sociais da empresa e em banners nas lojas físicas. Após a publicação em 12 de outubro, as imagens foram compartilhadas por centenas de usuários do Facebook, acompanhadas de críticas à marca. A empresa diz que houve uma ”interpretação distorcida” do conteúdo.
 
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) afirmou que, até a segunda-feira (14), recebeu 70 notificações sobre a campanha da marca cearense, aceitou as denúncias e abriu um processo contra o anunciante. O órgão recebe denúncias de consumidores, autoridades e anunciantes, além de regulamentar a prática publicitária com base no Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária.
 
Entre os que criticaram a campanha, estão especialistas e publicitários que analisam que as peças ferem o código, que trata sobre crianças e adolescentes na publicidade. O parágrafo 1º do artigo 37 diz que “crianças e adolescentes não deverão figurar como modelos publicitários em anúncio que promova o consumo de quaisquer bens e serviços incompatíveis com sua condição, tais como armas de fogo, bebidas alcoólicas, cigarros, fogos de artifício e loterias, e todos os demais igualmente afetados por restrição legal”.
 
Após polêmica, empresa diz que foi 'mal interpretada' e vai retirar imagens
Empresa diz que foi ‘mal interpretada’ e que vai retirar imagens

Segundo a coordenadora do Grupo de Pesquisa da Relação Infância, Juventude e Mídia (Grim), da Universidade Federal do Ceará (UFC), Inês Vitorino, a campanha desrespeita não só o código da publicidade, mas também o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
 
“É uma campanha extremamente de mau gosto e desrespeitosa em relação às crianças. Para começar, a criança não é o foco da campanha. A marca é para o consumo de adultos e coloca a criança extremamente erotizada, em uma situação absolutamente desnecessária. Além disso, fere o ECA porque coloca a criança em situação vexatória, de calcinha, se maquiando, dentro de uma sociedade com tantos casos de pedofilia e abuso sexual”, afirma Inês Vitorino.
 
Para a pesquisadora, o caso é um retrocesso às discussões sobre ética na publicidade. “A reação das pessoas foi imediata contra a campanha. Quando vi, não acreditei. Um tema que vem sendo discutido há mais de uma década. Foi uma exposição desnecessária, gratuita. Com certeza, nas discussões de Ética, será lembrado com um exemplo de que nem tudo vale para vender”.
 
Nota da empresa: ‘Má interpretação’
 
Em nota, a marca Courofino informou que as peças e o banner publicitário divulgados na página oficial da empresa em uma rede social “buscou homenagear uma data tão importante no cenário nacional” e que houve uma “interpretação distorcida da real intenção da empresa” que era de mostrar a brincadeira de uma criança com os pertences da mãe.
 
A empresa também afirmou que não teve a intenção de erotizar a infância e informou que já retirou o material publicitário de circulação. A marca ainda pediu aos usuários das redes sociais que não compartilhe a imagem ou que excluam das páginas para diminuir os “efeitos negativos causados pela má interpretação da campanha”.
 
Regulamentação
 
De acordo com o Conar, mesmo que a marca retire as peças, o processo continua tramitando, pois poderá referenciar campanhas futuras. O próximo passo será dado por um dos 180 relatores do Conselho de Ética do Conar, escolhido para o caso, que decidirá se será necessária ou não uma medida liminar para a retirada da campanha. Segundo o conselho, o voto deve ser dado até esta quarta-feira (16). Caso não tenha uma medida liminar, a campanha pode ser utilizada até o fim do julgamento do processo, que dura de 30 a 40 dias.
 
Ainda de acordo com o Conar, é importante que as empresas reconheçam e atendam a regulamentação do conselho. A retirada é de responsabilidade do anunciante, que é informado sobre a existência do processo e pode participar da sessão que julgará o processo, apresentando, inclusive, defesa.
 
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Fonte: G1
 

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Vereador (de mentalidade, cultura e arte esquerdista) investigado por pedofilia falta a mais uma sessão em Marília

Vereador investigado por pedofilia falta a mais uma sessão em Marília

Advogados de João Paulo Salles entregaram mais um atestado médico.
Na 3ª feira, comissão processante espera ouvir depoimento do parlamentar.


Do G1 Bauru e Marília
 


O vereador João Paulo Salles, investigado pela polícia por suposto envolvimento com duas menores de idade, tem se valido de atestados médicos para não comparecer às sessões da Câmara de Marília (SP). Já são sete sessões sem que ele apareça e justifique o salário de R$ 7 mil, que recebe mensalmente. As ausências poderão custar o cargo do parlamentar. O jurídico da Câmara analisa se um suplente poderá ser chamado.

Em meio a isso, a Comissão Processante que investiga o vereador por suposta falta de decoro irá convocar mais uma vez o parlamentar. O vereador era esperado para depor na comissão processante, mas no lugar dele, quem apareceu foram os dois advogados de defesa.

Eles apresentaram um atestado médico para justificar a ausência do parlamentar e acompanharam calados a reunião que durou cerca de 1 hora e meia. A CP apura se teria havido falta de decoro parlamentar do vereador, investigado pela polícia por suposto crime de pedofilia, envolvendo duas menores de idade. O computador que ele usava na Câmara foi apreendido por ordem da Justiça e está sendo periciado. A comissão irá pedir cópia do inquérito e dos laudos à polícia.

Desde o fim de agosto, quando passou a ser investigado pela polícia, o vereador João Paulo Salles não tem comparecido às sessões da Câmara. Ele já apresentou quatro atestados médicos. Enquanto o vereador se vale dos atestados médicos para se manter ausente das sessões semanais, a CP também tenta encontrar uma maneira de obrigar o parlamentar a depor na próxima semana.

O jurídico da Casa vai analisar o regimento interno para definir quanto tempo o parlamentar tem direito de ficar afastado. A comissão processante tem 90 dias para concluir o relatório. Se ficar comprovado que o vereador usou o computador do gabinete na Câmara para armazenar fotos ou vídeos envolvendo as menores, ele poderá perder o mandato. Parte do salário De João Paulo Salles foi pago pela câmara e parte pelo INSS.

A assessoria de imprensa do vereador informou que ele não tem comparecido às sessões porque enfrenta uma grave depressão e estaria fazendo tratamento psiquiátrico. Já o delegado que investiga a suposta prática de pedofilia aguarda laudos da perícia nos computadores apreendidos na Câmara e na casa do parlamentar para decidir se indicia João Paulo Salles.

Vereador 'Choquito' também  poderá ser desfiliado do PSD (Foto: Reprodução TV TEM)
 
Vereador 'Choquito' também poderá ser desfiliado do PSD (Foto: Reprodução TV TEM)
 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

as crianças educadas por homossexuais são entre 4 a 10 vezes mais susceptíveis de desenvolverem uma preferência não-heterossexual do que as crianças educadas por um pai e uma mãe.

Crianças educadas por duplas homoeróticas mais susceptíveis 

de se envolverem no homossexualismo

Trayce Hansen, Ph.D.

Pesquisas feitas por cientistas sociais, embora não definitivas, sugerem que crianças educadas por
"pais" abertamente homossexuais são muito mais susceptíveis de se envolverem no
comportamento homossexual do que as crianças educadas por famílias naturais. 

Estudos feitos até agora apuraram que entre 8% a 21% das crianças educadas por duplas
homoeróticas identificam-se como não-heterossexuais. Comparativamente, aproximadamente
2% da população geral é não-heterossexual. Devido a isto, se estas percentagens se mantiverem
como verdadeiras, as crianças educadas por homossexuais são entre 4 a 10 vezes mais 
susceptíveis de desenvolverem uma preferência não-heterossexual do que as crianças educadas 
por um pai e uma mãe.

Alguns dos pesquisadores que apuraram as preferências sexuais entre crianças criadas
por heterossexuais e as crianças criadas por homossexuais afirmaram mesmo assim
(nas suas pesquisas) que não foram encontradas diferenças algumas. Muitos são de opinião de
que eles escondem os seus achados como forma de não prejudicar a sua própria agenda
sócio-política pró-homossexualista.

Todos os cientistas que tomaram parte nesta pesquisa emocionalmente carregada têm
os seus preconceitos pessoais e isso é um facto. Mas se os autores da pesquisa querem ser
qualificados como cientistas, e não activistas, eles têm que colocar de lado os seus
preconceitos e apresentar os resultados de forma clara e directa.

Apesar disso, ninguém deveria ficar surpreendido com o facto das duplas homossexuais
serem mais susceptíveis de criar crianças que mais tarde enveredam pelo homossexualismo. Tal
como um dos poucos proponentes pró-homossexualismo afirmou, "Mas é claro que as nossas 
crianças serão diferentes." De facto, muitos acreditam que estas percentagens de crianças
não-heterossexuais presentes nestes estudos seriam ainda maiores se as crianças tivessem sido
criadas de nascença por duplas homossexuais. O que se passa é que a maioria destas crianças
nasceu e foi criada por um pai e uma mãe até que um deles "saiu do armário" e os pais se divorciaram.

Os melhores e o mais recentes estudos envolvendo gémeos apuraram que o homossexualismo,
ao contrário da cor dos olhos, não é geneticamente causado. No entanto, existem vários mecanismos
não-genéticos através dos quais o homossexualismo pode ser transmitido duma geração para a
outra. Esses mecanismos envolvem exemplos de pessoas que as crianças confiam, aprendizagem
social e reforço diferencial, bem como o encorajamento pró-homossexualista feito pelos pais ou por
outros.

Ninguém sabe ao certo através de que tipo de mecanismos complexos os pais homossexuais criam
filhos que mais tarde se identificam como não-heterossexuais. Mas mesmo assim, parece que
é isso mesmo que eles fazem. O público precisa de saber das conclusões destes estudos de modo
a que, quando os tribunais adjudicarem e os cidadãos votarem em assuntos
relacionados ao homossexualismo, eles estejam plenamente informados em relação às
possíveis consequências que as suas decisões podem ter nas crianças.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

IGUALDADE DISCRIMINATÓRIA - “Quanto mais corrupto o Estado, maior o número de leis” - Essa superabundância de leis se verifica nos Estados governados por partidos socialistas, como o PT e a esquerda no Brasil.

IGUALDADE DISCRIMINATÓRIA - “Quanto mais corrupto o Estado, maior o número de leis” - Essa superabundância de leis se verifica nos Estados governados por partidos socialistas, como o PT e a esquerda no Brasil.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://corrupcaopetista.blogspot.com.br/2013/08/igualdade-discriminatoria-quanto-mais.html

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

sábado, 3 de agosto de 2013

INTOLERÂNCIA, ESQUERDISMO-FASCISTA-PETISTA DOS HOMOSSEXUAIS - Grupo LGBT acusa capelanias evangélicas de invasão em hospitais brasileiros

INTOLERÂNCIA, ESQUERDISMO-FASCISTA-PETISTA DOS HOMOSSEXUAIS - Grupo LGBT acusa capelanias evangélicas de invasão em hospitais brasileiros

Clique no link abaixo para acessar a matéria:

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Pedófilos exigem os mesmos direitos dos homossexuais. Começou o Movimento Petista-Socialista-Marxista-Comunista-Social/Democrata pela Legalização da Pedofilia.

Dez sugestões para derrotar o gayzismo


1. Distinguir "ideologia lgbt"  de "homossexuais"

Nunca abdicando do direito a termos e manifestarmos uma posição moralmente desfavorável ao malefício auto-destrutivo que é o homossexualismo, jamais devemos insultar, agredir, ameaçar, humilhar ou provocar gratuitamente pessoas por causa dessa condição

Em certos casos, trata-se de um mal natural, não procurado, causador de sofrimento e provação. Além disso, nem todos os homossexuais querem censurar, punir e banir opiniões contrárias aos seus gostos, educar os filhos dos outros pela cartilha lgbt ou abolir o direito à filiação natural. Já o mesmo não se pode dizer dos militantes lgbt. O que nos leva ao segundo ponto:
2. Ter noção do verdadeiro adversário: o militante lgbt, independentemente de ser ou não homossexual. 

Assim como muitos activistas lgbt não são homossexuais, também existem homossexuais contrários à agenda lgbt. O activista e simpatizante lgbt deve ser combatido por causa da sua ideologia e fanatismo totalitário: http://oarquivoreaccionario.blogspot.pt/2013/06/a-ditadura-lgbt-xpto.html

Em vez de atacá-lo por eventuais preferências homoeróticas, deve-se mostrar um absoluto e salutar desinteresse pela sua vida privada.
3. Distinguir sentimentos de argumentos.

A repulsa pelo comportamento homossexual não é um crime nem ilegal. É apenas um sentimento, natural e humano. Delírios lgbt à parte, nenhum tribunal ou força policial conseguirá acabar com algo instintivo e comum para a maioria das pessoas.

No entanto, atacar o autor de um argumento por ser homossexual não refuta esse argumento. É uma falácia ad hominem.

Perceber isto é muito útil  porque o inverso também é verdade: a atracção por pessoas do mesmo sexo é um sentimento, e não um argumento. O indivíduo que entra no debate assumindo, de maneira orgulhosa e provocatória, o estatuto de "homossexual", uma maneira de interpretar qualquer eventual crítica genérica como "ataque" e "discriminação" pessoais, deve ser imediatamente lembrado que ninguém está interessado naquilo que ele faz na sua vida privada, mas apenas nos seus argumentos. Tomemos esta frases como demonstrativa:
« Sou gay, muito feliz, tenho um companheiro e sinto-me insultado e alvo de homofobia quando defendes que o casamento e adopção gay não devem ser reconhecidos. Deixa de ser preconceituoso e de promover ódio contra pessoas como eu! »
Vitimizações deste tipo, sem  qualquer valor argumentativo, são recorrentes. Por vezes. variam para "conheço vários gays" ou "o meu melhor amigo/ a minha irmã/ o meu avô,o meu cão, blá,blá,blá"

A resposta a esta falácia deve ser assertiva. Algo parecido com isto:
«A tua vitimização é patética porque eu não te conheço, não falei da tua vida nem da tua pessoa.  Falei do casamento de maneira objectiva e racional, à luz do senso-comum, do direito e da lei natural. Não só a verdade do que eu digo não está dependente dos gostos sexuais de quem discorda comigo, como também existem  homossexuais contra o casamento e a adopção gay, como a francesa Nathalie de Williencourt. 
Ao dizeres que te sentes pessoalmente incomodado com os meus argumentos, não mostras que esses argumentos estão errados. Não faz sentido nem é possível debater os teus sentimentos e reacções subjectivas sobre aquilo que lês. Quando tiveres uma objecção verdadeira, que possa ser realmente debatida, avisa.»
"Não gostei e senti-me mal pelo que disseste" é uma maneira infantil e estúpida de debater seja o que for.
4. Desmascarar os activistas lgbt como os verdadeiros homofóbicos e promotores de ódio e intimidação contra aqueles que fingem representar e defender:

«os "direitos dos homossexuais" começaram por se afirmar na base do direito à privacidade. Na etapa seguinte a privacidade é negada para forçar todo homossexual a "sair do armário" e tornar-se militante Olavo de Carvalho.

Eles exigem a censura e punição de qualquer opinião, inofensiva e em sentido genérico, contra o homossexualismo. Enquanto isso, é na cultura lgbt que se perseguem e atacam pessoas específicas por causa da sua homossexualidade:


5. Demonstrar que os activistas lgbt, pelos seus próprios termos, são hipócritas e mentirosos quando negam a existência de um lobby gay.

Ao mesmo tempo que conseguem a aprovação sucessiva das leis que exigem, os activistas lgbt dizem que a sociedade portuguesa é "homofóbica" e precisa de ser transformada nas "mentalidades". 

Então, se a sociedade portuguesa é "homofóbica" e os políticos aprovam essas leis fugindo dos referendos populares como o diabo foge da cruz,  como se explicam essas leis senão, precisamente, pela existência de um poderoso lobby gay ? A pergunta é retórica.

6. Jamais acreditar nas boas intenções, sinceridade e honestidade dos activistas lgbt.

Isto aplica-se àqueles que apoiam alguns avanços da agenda lgbt e combatem outros. Ingénuos e incoerentes na linha de Marinho Pinto, defensor do casamento entre pessoas do mesmo sexo mas feroz crítico do lobby gay e da adopção de crianças por "dois pais" e "duas mães".

Os objectivos políticos lgbt vão sendo propostos e aprovados de maneira covarde e avulsa, na lógica de ir fervendo a rã em lume brando.

Primeiro, diziam, discutir o "casamento"gay não era o mesmo que discutir a adopção, tratavam-se de assuntos distintos. No entanto, depois de aprovado o "casamento" gay, associações lgbt processaram o estado portuguêspor essa lei, ( a mesma que eles celebraram ! ) discriminar os "casais" homossexuais no acesso à adopção de crianças.

Do dia para a noite, o chavão « estamos a discutir casamento, não estamos a discutir adopção», deu lugar ao chavão « é vergonhoso que Portugal seja o único país do mundo a permitir o casamento mas não a adopção gay ». A nova lei do casamento nada tinha a ver com a adopção, mas depois a nova lei do casamento era o fundamento para exigir em tribunal o "direito" à adopção. Está claro e evidente?

Outro exemplo é o casamento "múltiplo" e a adopção da mesma criança por vários "pais" e "mães". No início, isto também era uma teoria da conspiração e  "falácia do declive escorregadio". Pois bem, agora já é assumido como objectivo pela comunidade lgbt:

-Daniel Cardoso, activista lgbt português e porta-voz da marcha lgbt lisboeta deste ano, propõe abolir o "exclusivo da parentalidade nos moldes de relação romântica adulta, monogâmica, e de direito de sangue" abrindo-a à "possibilidade de ser partilhada por mais de duas pessoas".

Portanto, cada exigência legal do activismo lgbt deve ser compreendida e atacada na sua lógica e consequências óbvias, em vez daquilo que os activistas lgbt aleguem desonestamente, num dado momento, como sendo o único objectivo da lei.

7. Não menosprezar nem confundir a iminência da propaganda a favor da aceitação social e legal da pedofilia, zoofilia, incesto e outros desvios semelhantes, a reboque dos argumentos lgbt,  como "teoria da conspiração"

Uma teoria da conspiração defende, conjecturando, que algo está a ser planeado em segredo. Precisamente o contrário de uma teoria da conspiração é constatar aquilo que vai sendo dito e defendido publicamente por apoiantes e activistas lgbt. Ou melhor, aquilo que sempre foi dito, tendo em conta que gente pedófila e tarada como Foucault ou Kinsey, e outros mentores do movimento lgbt, nunca esconderam ao que vinham.

Alguns exemplos;

- Peter Singer, pop star mundial da "filosofia" politicamente correcta, defende que, depois do homossexualismo, o tabu relativo ao bestialismo deve ser a próxima herança cultural judaico-cristã a eliminar.


- A zoofilia é "normal" segundo Quintino Aires, defensor dos direitos lgbt e "perito" na educação de crianças.


8. Não ter medo de ser chamado homofóbico.

É contraproducente justificar a nossa posição como não-homofóbica. Exemplo: « não sou homofóbico mas acho errado e absurdo dar "dois pais" ou "duas mães" a uma criança.» Isto é aproveitado politicamente pelo outro lado.Quem se escusa, se acusa.

Em vez de nos justificarmos sem estarmos acusados de nada, importa ir logo à questão: acho errado e absurdo dar "dois pais" ou "duas mães". Ponto. Se alguém nos quiser acusar de "homofobia", esteja à vontade. É sempre engraçado ver um gayzista a fugir ao ónus de provar as acusações que faz.

Pessoas adultas devem aprender a viver num mundo de adultos. Tendo sempre presente o que disse no ponto 1, o respeito às pessoas com tendências ou comportamentos homossexuais não deve ser menor nem maior do que o reservado a qualquer outra pessoa. O único "direito homossexual" justo de ser reconhecido é o direito reconhecido a adultos envolvidos em qualquer outra prática sexual por livre consentimento: o direito a ser deixado em paz. O que implica o dever consequente de deixar os outros em paz:

-Actos exibicionistas não se tornam dignos, legais, admissíveis e acima de qualquer crítica se praticados por homossexuais;

-Nenhum grupo ou pessoa tem "o direito" à adopção de uma criança. Na adopção, as crianças é que têm direitos a ser protegidos e procurados, desde logo o privilégio a terem um pai e uma mãe. Portanto, não será por causa de desejos e relacionamentos (homo)sexuais que esse "direito a crianças" deve existir.

-Nenhum serviço de sangue tem o dever de aceitar toda e qualquer dádiva. Não existe o "direito humano" a doar sangue sem restrições. Assim, a regra aplica-se sempre. Não importa se certos grupos de risco, como os homossexuais, acham que têm "o direito" a dar sangue. Ser livre para escolher um estilo de vida tem consequências.

- Ter atracção por pessoas do mesmo sexo não dá o direito a ensinar e impor aos filhos dos outros, através da escola pública, o que é sexualmente normal, natural e aceitável. Se mais ninguém tem esse direito em função do seu desejo sexual, homossexuais não serão excepção.

-Se a família tradicional, o casamento indissolúvel,  o celibato dos padres, doutrinas religiosas e tudo o resto podem, sem ninguém apontar isso como "odioso" ou "fundamentalista" ser alvos de críticas, piadas, considerações morais, éticas e políticas; então, o comportamento homossexual e o activismo lgbt não podem ser excepções.

-Etc.

Apenas tarados e psicóticos podem ficar revoltados por outros não lhes concederem direitos e privilégios em função de um desejo sexual. Se não discriminar cidadãos por causa do seu desejo sexual é uma "fobia", os activistas lgbt precisam de voltar para a escola.

9. Não dar pérolas a porcos.

Este conselho aplica-se aos cristãos devotos e dispostos a pregar arrependimento, moralidade e salvação aos seus semelhantes:
« Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, para que não suceda de que eles as pisem com os pés e que, voltando-se contra vós, vos dilacerem. »Evangelho segundo São Mateus, Capítulo 7, versículo 6
Não faz sentido perder tempo com pessoas de má-fé, anticristãs militantes, orgulhosamente profanadoras, blasfemas, cheias de ódio à religião e que já sabemos dispostas a provocações e insultos se lhes falarmos de Deus.

As coisas santas devem ser reservadas para aqueles que, mesmo não acreditando e vivendo em pecado, perguntam, estão dispostos ou procuram conhecê-las com sinceridade e respeito.

Em debates com gayzistas não há espaço para ingenuidade. A primeira referência à religião deve ser sempre feita por eles. Normalmente, fazem-no de uma maneira que torna fácil apontar o seu fanatismo, ódio, anticristianismo e intolerância religiosa.
10. Compreender que a ideologia lgbt é uma pequena peça na engrenagem de um esquema maior, no qual  os activistas lgbt, não deixando de ser menos perigosos por causa disso, ainda assim, são meros idiotas úteis. 

De nada serve combater o movimento lgbt se o restante da revolução sexual promovida pelo marxismo cultural (promiscuidade, sexo pré-marital, pornografia, adultério, divórcio, aborto, contracepção, feminismo, "educação sexual" para crianças, etc) é considerado um avanço civilizacional extraordinário.


A ver: