quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A nossa luta contra os assassinos petistas, socialistas e esquerdistas uruguaio é sem cessar!


AJUDA URGENTÍSSIMA: SENADO URUGUAIO VOTARÁ ABORTO




A TODOS OS QUE COMPREENDEM O VALOR DA 
VIDA HUMANA: 

Precisamos de sua ajuda urgente. 

A CÂMARA DO URUGUAI aprovou, nesta terça feira dia 
25 de setembro, por 50 votos a favor e 49 contra, um 
PROJETO DE LEI QUE DESPENALIZA A 
PRÁTICA DO ABORTO, DURANTE OS TRÊS 
PRIMEIROS MESES DE GRAVIDEZ. 

O texto do projeto de lei pode ser encontrado neste endereço: 

http://www.espectador.com/documentos/120910proyectoaborto.pdf 

O projeto será votado nos próximos dias no Senado, onde poderá ser 
novamente aprovado por uma estreitíssima maioria. Se aprovado também 
no Senado, o projeto se tornará lei, pois o presidente da 
república, José Mujica, ao contrário do que fêz o anterior 
presidente Tabaré Vasquez, afirmou que não usará seu poder de 
veto. 

A discussão no plenário da Câmara que levou à aprovação do 
projeto iniciou-se às 9:30 da manhã de terça feira dia 25 de 
setembro e prolongou-se até às duas e meia da madrugada de quarta 
feira dia 26 de setembro. Um resumo dos principais fatos que 
ocorreram durante a discussão pode ser encontrado este artigo do 
periódico El País: 

http://www.elpais.com.uy/120926/pnacio-666031/nacional/aborto-dividio-a-tres-partidos-en-un-dia-de-confesiones-y-llanto/ 

Uma gravação de vídeo de apenas 10 minutos da discussão, no 
início da madrugada da quarta feira dia 26 de setembro, revela, 
entretanto, muito mais do que está narrado no artigo do El País. 

http://www.documentosepesquisas.com/uyvotacion.zip 

Nesta gravação, o deputado Jaime Trobo, do Partido Nacional, 
contrário ao aborto, exige dos autores do projeto uma explicação 
sobre o motivo por que, nos casos em que o aborto será permitido, a 
lei prevê consultar apenas a vontade da mulher, com exclusão da do 
pai. 

O deputado Ivan Posadas, do Partido Independente, um dos 
redatores do projeto, responde que não se tratou de um descuido, mas 
que é 

"CLARAMENTE UMA PERSPECTIVA DE 
GÊNERO". 

Em seguida, referindo-se ao 'companheiro' da mulher não como 
'pai', mas como 'progenitor', afirma que 

"PARA QUE O PROGENITOR POSSA 
PARTICIPAR DA DECISÃO, ENTENDE-SE QUE 
DEVA HAVER O CONSENTIMENTO DA MULHER". 

E explica-se deste modo: 

"A CASUÍSTICA NESTE CASO É ENORME. 
SUPONHAMOS QUE ESTE SER TENHA SIDO 
CONCEBIDO POR ESTUPRO, EM UMA RELAÇÃO 
DE CASAL ONDE A MULHER FOI SUBMETIDA À 
VIOLÊNCIA, O PROGENITOR DEVERÁ 
PARTICIPAR DA DECISÃO DO ABORTO? 
OBVIAMENTE A DECISÃO CABA À MULHER, 
PORQUE SOMENTE ELA É QUEM SABE DE 
EXISTE UMA RELAÇÃO DE CASAL ESTÁVEL". 

Toma então a palavra a deputada Maria Helena Laornaga e completa a 
explicação de Posadas: 

"O QUE ACONTECE AQUI É QUE ESTAMOS 
FAZENDO INTERPRETAÇÕES NOVELESCAS. 
ALGUNS DEPUTADOS ESTÃO INTERPRETANDO 
QUE O OBJETIVO DA LEI É A EXCLUSÃO DOS 
PROGENITORES DA CONSULTA. MAS O QUE 
ESTAMOS FAZENDO É APENAS GARANTIR O 
DIREITO DA MULHER DE CONSENTIR COM A 
PRESENÇA DO PROGENITOR. 

É A MULHER QUEM DEVE TER ESPAÇO PARA 
DECIDIR SE O PROGENITOR IRÁ PARTICIPAR 
DA DECISÃO. 

NOTE-SE QUE ESTAMOS FALANDO DE 
PROGENITOR, NÃO DE PAI, PORQUE O PAI É 
DISTINTO DO PROGENITOR. O PROGENITOR É 
O QUE GERA, O PAI É O QUE COMPARTILHA 
RESPONSABILIDADE, AMOR E AFETO. 

NESTE SENTIDO, AO FALARMOS DE 
PROGENITORES, ESTAMOS PRESERVANDO O 
DIREITO DA MULHER DE DECIDIR, PORQUE A 
GRANDE MAIORIA DOS CASAIS NÃO CONVIVEM 
EM TODOS OS TERMOS QUE PODERIAM 
JUSTIFICAR PROTEGER O DIREITO DO HOMEM 
DE CONHECER O SEU FUTURO FILHO COM 
ANTERIORIDADE AO DIREITO DA MULHER. 

SABEMOS QUE NOS TEMAS DE VIOLÊNCIA, DE 
ABUSO, DE PROSTITUIÇÃO DE ADOLESCENTES 
E CRIANÇAS, DE MATERNIDADE ADOLESCENTE 
PRINCIPALMENTE EM CONTEXTOS DE 
POBREZA, A GRAVIDEZ, NÃO VAMOS CHAMAR 
DE MATERNIDADE, É RESULTADO DE 
DOMINAÇÃO. NO URUGUAI SOMENTE 40% DOS 
CASAIS NÃO SE DIVORCIAM E EFETIVAMENTE 
COMPARTILHAM UMA RELAÇÃO AMOROSA". 

Pede a palavra o deputado Jaime Trobo, que havia colocado o 
problema, e conclui: 

"NÃO ESTOU FAZENDO NENHUMA 
INTERPRETAÇÃO NOVELESCA. 

A DEPUTADA LAORNAGA DEU UMA EXPLICAÇÃO 
QUE, A MEU VER, É MAIS IMPORTANTE DO QUE 
A REDATOR DO PROJETO. 

O DEPUTADO POSADAS CONFESSOU QUE ESTE 
PROJETO DE LEI TEM INSPIRAÇÃO NA 
IDEOLOGIA DE GÊNERO, MAS NÃO 
APRESENTOU TODAS AS RAZÕES ABORDADAS 
POR LAORNAGA. 

MAS EU NÃO COMPARTILHO DESTA VISÃO. 

ISTO É APENAS A APLICAÇÃO DO CRITÉRIO 
DE QUE A ÚNICA QUE DEVE RESOLVER O 
PROBLEMA É A MULHER. 

NÃO POSSO CONCORDAR, PORQUE TRATA-SE 
DE UMA SIMPLIFICAÇÃO E A REALIDADE É 
MUITO DISTANTE DISTO. FOI A PARTIR DE 
UMA CONCEPÇÃO DE GÊNERO QUE SE 
ESTABELECERAM OS CRITÉRIOS GERAIS DA 
LEI, COM OS QUAIS NÃO POSSO ESTAR DE 
ACORDO". 

Baixe o vídeo onde este diálogo pode ser encontrado com mais detalhes 
neste endereço: 

http://www.documentosepesquisas.com/uyvotacion.zip 

O dez minutos deste diálogo mostram que, ao se legalizar o aborto, 
está na realidade introduzindo na sociedade muito mais do que apenas 
uma norma para, supostamente, reduzir a mortalidade materna. 

Quando tentou-se legalizar o aborto no Uruguay em 2006, a lei 
proposta chamava-se "PROJETO DE LEI DE DEFESA AO 
DIREITO À SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA". 
Alguns dos artigos do projeto incluíam a legalização do aborto, mas 
a grande maioria introduzia no país uma revolução sexual baseada na 
ideologia de gênero. O presidente Tabaré Vasquez em 2008 vetou 
apenas as disposições referentes ao aborto, deixando intacto todo o 
resto, que era a maioria do projeto. O texto original, incluindo o 
aborto e algumas poucas disposições posteriormente modificadas, pode 
ser encontrado neste endereço: 

http://www.espectador.com/1v4_contenido_print.php?id=69963 

Os oito primeiros artigos do projeto, reconhecidos pelas suas autoras 
nominais, as senadoras MÓNICA XAVIER e MARGARITA 
PERCOVICH do Frente Amplio, como "O PONTO FORTE 
DO PROJETO", constituíam o capítulo intitulado "DOS 
DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS", e 
pretendiam impor uma revolução cultural na sociedade, de tal maneira 
que, mesmo que os capítulos referentes à legalização do aborto 
fossem vetados, como de fato o foram, a sociedade se inclinaria cada 
vez mais à sua aceitação e à sua prática. 

O artigo 1 estabelecia que o 

"ESTADO GARANTIRÁ AS CONDIÇÕES PARA O 
EXERCÍCIO PLENO DOS DIREITOS SEXUAIS E 
REPRODUTIVOS DE TODA A POPULAÇÃO". 

O artigo 3 estabelecia que 

"EM MATÉRIA DE SEXUALIDADE HUMANA SERÁ 
PRIORIZADA A COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL 
PRAZEIROSA MAIS QUE A FUNÇÃO BIOLÓGICA 
VINCULADA À PROCRIAÇÃO". 

Este artigo, em parte modificado posteriormente, implicava no 
abandono do conceito da laicidade do Estado, já que o governo 
passaria a professar e a impor aos cidadãos uma filosofia cuja base 
ideológica é evidente. O verdadeiro propósito do artigo era criar 
as condições políticas para a introdução de uma educação sexual 
liberal obrigatória. 

O artigo 3 também afirmava que o Estado deverá 

"COMBATER AS DISCRIMINAÇÕES DE ORDEM 
CULTURAL QUE IMPEDEM A TOMADA DE 
DECISÕES AUTÔNOMAS ENTRE HOMEM E 
MULHERES". 

Mas podemos perguntar, o que significa uma discriminação de ordem 
cultural? Pelo que a lei passa a estabelecer, uma simples aula de 
filosofia ou de religião poderá ser considerada uma violência de 
caráter cultural que deverá ser combatida pelo Estado, em nome de 
outra filosofia nova e oficializada que o Estado estará impondo 
através da lei. E, uma vez legalizado o aborto e introduzido no 
âmbito da lei de defesa de direitos sexuais e reprodutivos, uma 
manifestação exterior de opinião contrária ao mesmo poderá ser 
considerada uma violência cultural contra direitos sexuais e 
reprodutivos. O conselho de um médico que recomende, mesmo que 
educadamente, que uma jovem não pratique um aborto, poderá passar a 
ser perseguido pelo Estado como uma forma de violência cultural. 

O artigo 4 afirma que 

"OS PROFESSORES DOS NÍVEIS PRIMÁRIOS, 
SECUNDÁRIO E TERCIÁRIO DEVERÃO SER 
CAPACITADOS PARA PROMOVER OS DIREITOS 
SEXUAIS E REPRODUTIVOS". 

Mas o artigo 4 também acrescenta que 

"AS POLÍTICAS E PROGRAMAS DE SAÚDE 
SEXUAL E REPRODUTIVA DEVERÃO TER 
ASSEGURADA A SUA CONFIDENCIALIDADE". 

Isto significa que o Estado passará a ensinar às crianças com o 
direito de que os pais ignorem o que os filhos estarão aprendendo. 
Assim estaremos destruindo as bases da família e da responsabilidade 
paterna na educação dos filhos, passando esta para a total 
responsabilidade do Estado, tal como o está fazendo agora a nova lei 
do aborto quando não considerar o gerado do concepto como pai e sim 
apenas como um progenitor. Mais tarde, com a mesma lógica e 
facilidade, e um ambiente político adequado, também a mulher poderá 
ser considerada não mais como mãe, mas como simples progenitora, e 
gradualmente quem passará a definir mais claramente quem deverá nascer 
ou deixar de nascer serão as políticas de Estado, o que, 
evidentemente, é a única maneira de poder assegurar um crescimento 
populacional zero. Mas, uma vez que o aborto seja aprovado e passe a 
estar contextualizado dentro do quadro das leis de defesa de direitos 
sexuais e reprodutivos, isto também significará que as crianças 
poderão ser ensinadas pelo Estado a abortar mesmo sem que os seus pais 
tenham o direito de saber algo a respeito. 

E finalmente, para aqueles que pudessem ter algumas dúvidas sobre se 
estas disposições poderiam estender-se não apenas aos jovens, mas 
também às crianças de mais tenra idade, o artigo 5 que vem em 
seguida afirma que os programas de saúde sexual e reprodutiva, entre 
os quais estará incluído o aborto como o principal destes programas, 
deverão estender-se não apenas aos adolescentes, mas também às 
crianças, isto é, "A LOS NIÑOS Y A LAS NIÑAS": 

"SÃO OBJETIVOS ESPECÍFICOS DAS 
POLÍTICAS E PROGRAMAS DE SAÚDE SEXUAL Y 
REPRODUTIVA PROMOVER E PROTEGER OS 
DIREITOS DAS CRIANÇAS DE AMBOS OS SEXOS 
[NIÑOS Y NIÑAS], ADOLESCENTES E 
PESSOAS ADULTAS EM MATÉRIA DE 
INFORMAÇÃO E SERVIÇOS DE SAÚDE SEXUAL E 
REPRODUTIVA". 

Desde 2006, em consonância com a Lei de Defesa de Direitos 
Reprodutivos, é cada vez mais freqüente que os pais ouçam, nas 
escolas públicas, principalmente por parte de psicólogas e 
assistentes sociais, que os meninos devem ser acostumados a brincar com 
bonecas e as meninas com carrinhos, para que eles possam decidir com 
ampla liberdade a que gênero queiram pertencer. Os pais que estranham 
estes conselhos recebem como justificativa que trata-se do novo enfoque 
baseado no gênero. Cartilhas de educação sexual são distribuídas 
nas escolas em que nunca se menciona a existência de uma instituição 
chamada família, que supostamente deveria ser o objetivo natural da 
sexualidade humana, ao mesmo tempo em que se vêem, distribuídos em 
todo o texto destas cartilhas, desenhos e fotografias de casais de 
homossexuais e lésbicas, onde os parceiros são jovens saudáveis, ao 
lado de casais de heterossexuais, onde os parceiros são idosos 
sentados em cadeiras de rodas. A nova ideologia de gênero, que 
inclui em um mesmo enfoque a desvinculação da vida sexual com a 
paternidade e maternidade, o direito ao aborto, a educação sexual 
liberal, o incentivo à prática da homossexualidade, a 
desvalorização da família tradicional heterossexual e com filhos, a 
promoção de novos modelos de família, a exigência de que a 
educação inclua a oferta de todas as opções sexuais para que as 
crianças possam decidir livremente a qual gênero queiram pertencer, 
tem tido, através das várias agências da ONU, um de seus 
principais instrumentos de promoção. 

Neste sentido é muito sugestivo que, poucos dias antes da votação 
da lei do aborto na Câmara Uruguaia, no dia 18 de setembro, o 
governo uruguaio promoveu, em conjunto com a ONU e com a UNFPA 
(Fundo das Nações Unidas para Atividades Populacionais), o 
PRIMEIRO SEMINÁRIO SOBRE POLÍTICAS DE 
POPULAÇÃO, realizado na Torre Executiva de Montevidéu. 
Neste dia a representante da ONU para o Uruguai, a Dra. Susan 
Mc. Dade, afirmou que 

"SÃO MUITOS OS ÊXITOS ALCANÇADOS PELO 
URUGUAI EM MATÉRIA DE POLÍTICAS 
POPULACIONAIS. ENTRE ELES ESTÃO OS 
AVANÇOS EM DIREÇÃO AO ACESSO UNIVERSAL 
A SERVIÇOS DE DIREITOS SEXUAIS E 
REPRODUTIVOS E A EDUCAÇÃO SEXUAL NOS 
LICEUS E NAS ESCOLAS EM TODO O 
TERRITÓRIO NACIONAL. 

NA ONU NÓS PENSAMOS QUE O URUGUAI É UM 
BOM EXEMPLO PARA A AMERICA LATINA PARA 
CONSIDERAR POLÍTICAS POPULACIONAIS NO 
CONTEXTO DA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA 
AVANÇADA QUE EXISTE AQUI, [ISTO É, O 
CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO DO PAÍS QUE 
ESTÁ ABAIXO DO NÍVEL DE REPOSIÇÃO]". 

http://www.adinettv.com.uy/video/3471 

Para entender melhor como a implantação do aborto não é um 
fenômeno espontâneo decorrente de uma evolução histórica geral da 
humanidade, mas tem sido planejada propositalmente, com método, a 
nível internacional, simultaneamente em todo o mundo, desde a fundação, em 
1952, por iniciativa do mega bilionário de John Rockefeller 
III, do Conselho Populacional de Nova York, baixe este relatório: 

[MAIO DE 2012 - A NOVA ESTRATÉGIA 
MUNDIAL DA CULTURA DA MORTE: 

http://www.documentosepesquisas.com/maio2012.zip

Pode-se também assistir a uma aula ao vivo, por parte de um 
sacerdote e teólogo católico, sobre o conteúdo do relatório 
anterior, neste endereço: 

http://padrepauloricardo.org/episodios/a-nova-estrategia-mundial-do-aborto 

Os grupos pela vida do Uruguai estão pedindo a ajuda de todos os 
cidadãos latino-americanos que entendem que o aborto é um assassinato 
e uma violação do direito à vida, para que enviem e-mails, 
telefonem e mandem faxes aos deputados uruguaios, pedindo-lhes que 
não aprovem a legalização do aborto no país. Esta ação pode 
representar a diferença que irá impedir a instalação da Cultura da 
Morte em nosso continente. 

Agradeço a todos pelo imenso bem que estão ajudando a promover. 

OS MAILS E TELEFONES DOS SENADORES 
URUGUAIOS ESTÃO NO FINAL DESTA 
MENSAGEM. 

Procuraremos manter a todos informados sobre o desenvolvimento dos 
acontecimentos. 

Alberto R. S. Monteiro 

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PARA REMOVER: 

Estou-lhe escrevendo esta mensagem porque seu e-mail foi-me passado 
como sendo de alguém interessado na defesa da dignidade da vida 
humana. Caso seu endereço me tenha sido passado por engano, por 
favor, envie-me uma mensagem ao seguinte endereço e não tornarei 
mais a escrever-lhe: 

albertomonteiro@mailandweb.com.br 

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O QUE FAZER 

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Necessitamos que enviem mails, telefonem e mandem faxes a todos os 
senadores do Uruguai. 

1. DEVIDO À GRAVIDADE DA SITUAÇÃO, 
PEDIMOS QUE CADA UM ESCREVA ALGUMA 
MENSAGEM COM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS EM 
VEZ DE MANDAR UMA MENSAGEM PREVIAMENTE 
PADRONIZADA. 

2. QUEM PARTICIPAR DE ALGUMA IGREJA OU 
RELIGIÃO, NÃO SE MANIFESTE COMO 
RELIGIOSO, MAS COMO CIDADÃO OU 
PROFISSIONAL. 

3. AOS PARLAMENTARES DEVE-SE O MAIOR 
RESPEITO EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA. 
TELEFONANDO OU ESCREVENDO SEJA SEMPRE 
EDUCADO AO EXTREMO MAS NÃO DEIXE DE 
MANIFESTE CLARAMENTE SEU PONTO DE 
VISTA. 

4. É MUITO IMPORTANTE ALÉM DE ESCREVER 
E-MAILS, QUE PODEM SER FACILMENTE 
APAGADOS POR QUALQUER FUNCIONÁRIO COM 
UM CLIQUE DE MOUSE, QUE SE TELEFONE DE 
VIVA VOZ OU SE MANDE UM FAX. 

5. NÃO ESQUEÇA DE PEDIR A TODA A SUA 
LISTA DE CONTATOS QUE FAÇAM O MESMO E 
QUE REEVIEM O AVISO TAMBÉM ÀS SUAS 
PRÓPRIAS LISTAS DE CONTATO. 

6. QUEM NÃO SOUBER ESCREVER OU FALAR EM 
ESPANHOL, PODE ESCREVER OU TELEFONAR 
FALANDO EM PORTUGUÊS. QUANDO SE FALA 
DEVAGAR, OS URUGUAIOS COMPREENDEM 
PERFEITAMENTE BEM A LÍNGUA PORTUGUESA. 

============================================= 

MAILS DOS SENADORES 

============================================= 

FRENTE AMPLIO 

dastori@parlamento.gub.uy; eagazzi@parlamento.gub.uy; 
cbaraibar@parlamento.gub.uy; acouriel@parlamento.gub.uy; 
sdalmas@parlamento.gub.uy; rfonticiella@parlamento.gub.uy; 
lgallo@parlamento.gub.uy; cgamou@parlamento.gub.uy; 
elorier@parlamento.gub.uy; dmartinez@parlamento.gub.uy; 
rmichelini@parlamento.gub.uy; gdetoro@parlamento.gub.uy; 
constanzamoreira@parlamento.gub.uy; rnin@parlamento.gub.uy; 
apereyra@parlamento.gub.uy; lrosadilla@parlamento.gub.uy; 
erubio@parlamento.gub.uy; htajam@parlamento.gub.uy; 
mxavier@parlamento.gub.uy; 

PARTIDO NACIONAL 

sabreu@parlamento.gub.uy; jchiruchi_sec@parlamento.gub.uy; 
edarosa@parlamento.gub.uy; fgallinal@parlamento.gub.uy; 
laheber@parlamento.gub.uy; lacalleherrera@parlamento.gub.uy; 
jlarranaga@parlamento.gub.uy; camoreira@parlamento.gub.uy; 
gpenades@parlamento.gub.uy; jsaravia@parlamento.gub.uy; 

PARTIDO COLORADO 

jamorin@parlamento.gub.uy; pbordaberry@parlamento.gub.uy; 
opasquet@parlamento.gub.uy; asolari@parlamento.gub.uy; 
tviera@parlamento.gub.uy; 

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TELEFONES E FAXES DOS SENADORES 

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FRENTE AMPLIO 

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ASTORI, DANILO 

Telefone: (00 xx 598) 2209 08 00 

dastori@parlamento.gub.uy 

========================= 

AGAZZI, ERNESTO 

Fax: (00 xx 598) 2203 51 84 

eagazzi@parlamento.gub.uy 

========================= 

BARÁIBAR, CARLOS 

Telefones: (00 xx 598) 2924 77 03 - (00 xx 598) 
2203 6155 

Fax: (00 xx 598) 2924 81 13 

cbaraibar@parlamento.gub.uy 

========================= 

COURIEL, ALBERTO 

Telefones: (00 xx 598) 2924 17 82 - (00 xx 598) 
2924 77 80 

Fax: (00 xx 598) 2924 77 93 

acouriel@parlamento.gub.uy 

========================= 

DALMÁS, SUSANA 

Telefone: (00 xx 598) 2209 96 55 

Fax: (00 xx 598) 2929 15 10 

sdalmas@parlamento.gub.uy 

========================= 

FONTICIELLA, RAMÓN 

Telefones: (00 xx 598) 2203 47 99 - (00 xx 598) 
2924 41 33 

Fax: (00 xx 598) 142 2013 

rfonticiella@parlamento.gub.uy 

========================= 

GALLO, LUIZ 

lgallo@parlamento.gub.uy 

========================= 

GAMOU, CARLOS 

Telefones: (00 xx 598) 2209 70 54 - (00 xx 598) 
2209 74 20 

Fax: (00 xx 598) 2924 78 14 

cgamou@parlamento.gub.uy 

========================= 

LORIER, EDUARDO 

Telefone: (00 xx 598) 2924 40 77 

Fax: (00 xx 598) 2203 61 98 

elorier@parlamento.gub.uy 

========================= 

MARTÍNEZ, DANIEL 

Telefone: (00 xx 598) 2203 44 98 

Fax: (00 xx 598) 2401 72 25 

dmartinez@parlamento.gub.uy 

========================= 

MICHELINI, RAFAEL 

Telefones: (00 xx 598) 2200 40 61 - (00 xx 598) 
2924 78 22 - (00 xx 598) 2924 35 94 - (00 xx 
598) 2924 67 18 

Fax: (00 xx 598) 2924 92 75 

rmichelini@parlamento.gub.uy 

========================= 

MONTIEL, DANIEL 

gdetoro@parlamento.gub.uy 

========================= 

MOREIRA, CONSTANZA 

Telefone: (00 xx 598) 2203 69 98 

constanzamoreira@parlamento.gub.uy 

========================= 

NIN NOVOA, RODOLFO 

Telefone: (00 xx 598) 2924 68 81 - (00 xx 598) 
2200 02 32 

Fax: (00 xx 598) 2929 15 11 

rnin@parlamento.gub.uy 

========================= 

PEREYRA, ANÍBAL 

Telefones: (00 xx 598) 2924 61 16 - (00 xx 598) 
2924 20 28 

Fax: (00 xx 598) 2924 88 46 

apereyra@parlamento.gub.uy 

========================= 

ROSADILLA, LUIS 

lrosadilla@parlamento.gub.uy 

========================= 

RUBIO, ENRIQUE 

Telefones: (00 xx 598) 2209 09 63 - (00 xx 598) 
2929 16 09 

Fax: (00 xx 598) 2924 17 81 

erubio@parlamento.gub.uy 

========================= 

TAJAM, HÉCTOR 

Telefone: (00 xx 598) 2200 98 15 

htajam@parlamento.gub.uy 

========================= 

XAVIER, MÓNICA 

Telefones: (00 xx 598) 2209 01 46 - (00 xx 598) 
2929 14 82 

mxavier@parlamento.gub.uy 

============================================= 

PARTIDO NACIONAL 

============================================= 

ABREU, SERGIO 

Telefones: (00 xx 598) 2203 45 10 - (00 xx 598) 
2209 12 26 - (00 xx 598) 2209 09 80 

Fax: (00 xx 598) 142 2008 

sabreu@parlamento.gub.uy 

========================= 

CHIRUCHI, JUAN 

Telefones: (00 xx 598) 2924 71 82 - (00 xx 598) 
2924 47 84 

Fax: (00 xx 598) 2401 44 29 

jchiruchi_sec@parlamento.gub.uy 

========================= 

DA ROSA, EBER 

Telefone: (00 xx 598) 2209 04 52 

Fax: (00 xx 598) 2924 74 05 

edarosa@parlamento.gub.uy 

========================= 

GALLINAL, FRANCISCO 

Telefones: (00 xx 598) 2929 11 39 - (00 xx 598) 
2924 51 77 

Fax: (00 xx 598) 2924 37 56 

fgallinal@parlamento.gub.uy 

========================= 

HEBER, LUIS ALBERTO 

Telefone: (00 xx 598) 2924 85 48 

Fax: (00 xx 598) 2924 87 57 

laheber@parlamento.gub.uy 

========================= 

LACALLE, LUIS ALBERTO 

Telefone: (00 xx 598) 2200 03 37 

Fax: (00 xx 598) 2929 02 55 

lacalleherrera@parlamento.gub.uy 

========================= 

LARRAÑAGA, JORGE 

Telefones: (00 xx 598) 2209 70 24 - (00 xx 598) 
2209 78 98 

Fax: (00 xx 598) 2209 70 24 - (00 xx 598) 
2209 78 98 

jlarranaga@parlamento.gub.uy 

========================= 

MOREIRA, CARLOS 

Telefones: (00 xx 598) 2209 78 23 - (00 xx 598) 
2401 71 19 - (00 xx 598) 2924 95 37 

Fax: (00 xx 598) 2929 15 62 

camoreira@parlamento.gub.uy 

========================= 

PENADÉS, GUSTAVO 

Telefones: (00 xx 598) 2203 40 62 - (00 xx 598) 
2924 84 03 - (00 xx 598) 2929 16 07 

Fax: (00 xx 598) 142 2009 

gpenades@parlamento.gub.uy 

========================= 

SARAVIA, JORGE 

Telefones: (00 xx 598) 2203 49 68 - (00 xx 598) 
2924 69 23 - (00 xx 598) 2924 84 19 

Fax: (00 xx 598) 2924 47 89 

jsaravia@parlamento.gub.uy 

============================================= 

PARTIDO COLORADO 

============================================= 

AMORÍN, JOSÉ 

Telefones: (00 xx 598) 2200 51 82 - (00 xx 598) 
2924 98 21- (00 xx 598) 2924 97 07 

Fax: (00 xx 598) 2924 98 71 

jamorin@parlamento.gub.uy 

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BORDABERRY, PEDRO 

Telefones: (00 xx 598) 2203 60 99- (00 xx 598) 
2924 7645 

Fax: (00 xx 598) 142 2000 

pbordaberry@parlamento.gub.uy 

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PASQUET, OPE 

Telefones: (00 xx 598) 2209 50 40 - (00 xx 598) 
2924 62 42 

Fax: (00 xx 598) 2924 85 24 

opasquet@parlamento.gub.uy 

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SOLARI, ALFREDO 

Telefone: (00 xx 598) 2924 84 89 

Fax: (00 xx 598) 142 2003 

asolari@parlamento.gub.uy 

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VIERA, TABARÉ 

Telefones: (00 xx 598) 2401 69 17 - (00 xx 598) 
2203 42 98 

Fax: (00 xx 598) 142 2011 

tviera@parlamento.gub.uy 



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