sexta-feira, 20 de julho de 2012

Começou a normalização da pedofilia?


Começou a normalização da pedofilia?

CNN abriga cientista simpático à alegação de predadores de crianças de que a culpa é das “conexões cerebrais”

Chelsea Schilling
Indivíduos que estupram crianças ou que fantasiam abusar delas sexualmente merecem simpatia pelo motivo de terem nascido com cérebros de pedófilos?
Essa é a questão levantada por um cientista e âncora famoso da CNN após o recente escândalo envolvendo Jerry Sandusky.
A CNN recentemente publicou uma reportagem de James Cantor, um psicólogo e cientista homossexual do Centro de Dependência e Saúde Mental da Clínica de Comportamento Sexual, que trabalha como professor associado de psiquiatria na Universidade de Toronto.
“Parece que é possível nascer com um cérebro predisposto a experimentar um estímulo sexual em resposta a crianças”, escreve ele em seu artigo para a CNN.
E continua: “Casos de abuso sexual de crianças que envolvem uma longa sequência de vítimas ao longo de anos ilustram o que pode acontecer quando alguém se rende aos seus interesses sexuais, ou deliberadamente os estimula, independente do dano potencial às outras pessoas. São esses casos que dominam as manchetes e provocam repulsa com relação aos pedófilos. Mas eles são raros. Um número incontável de casos merece simpatia. A ciência sugere que eles são indivíduos que, involuntariamente, nasceram com um impulso sexual ao qual devem resistir continuamente, sem exceção, ao longo da vida toda. Pouca ou nenhuma assistência está disponível para eles”.
De acordo com a Associação Americana de Psicologia, Cantor é entusiasmado pelas bases neurológicas do comportamento sexual, e brinca, “Sinto-me sortudo de ter encontrado uma maneira de estimular meu cérebro intelectualmente permitindo-me pensar em sexo o tempo todo”.
Ele estudou os cérebros de homens pedófilos por meio de ressonância magnética. Cantor explica suas descobertas:
“Homens pedófilos possuem uma quantidade consideravelmente menor de substância branca, que é o tecido conjuntivo responsável pela comunicação entre diferentes regiões do cérebro. Os pedófilos executam com desvantagem diversos testes de função cerebral, tendem a possuir estatura mais baixa e são três vezes mais propensos a serem canhotos ou ambidestros (características observáveis antes do nascimento). Embora características não biológicas possam se mostrar relevantes, é difícil, se não impossível, explicar as descobertas da pesquisa descartando um forte papel da biologia”.
Ele explica, da sua experiência com esses indivíduos, que os pedófilos agem com base nos seus impulsos sexuais e estupram crianças “quando se sentem mais desesperados”.
“No entanto, boa parte do que a sociedade faz tem ajudado a aumentar em vez de reduzir esse desespero”, escreve.
Nos EUA, observa Cantor, o foco tende a cair sobre as punições exigidas depois que o abuso sexual aconteceu, em vez de se implantar políticas sociais com foco na prevenção.
“Se são as conexões cerebrais que no fim das contas determinam quem irá desenvolver a pedofilia, poderíamos detectá-las cedo o suficiente para evitar o processo?” pergunta. “Até que descubramos mais informações, faremos um bem maior tornando mais fácil para os pedófilos buscarem ajuda do que forçá-los à discrição solitária”.
Enquanto isso, o âncora da CNN se intromete para expressar simpatia por Sandusky, considerado culpado de 45 das 48 acusações de abuso sexual depois de ter estuprado 10 garotos ao longo de 15 anos.
Don Lemon, da CNN, um homossexual assumido que revelou que foi estuprado quando criança, entrevistou Cantor sobre as suas descobertas. No trecho, ele afirma:
“Sei que muitas pessoas irão me enviar mensagens de ódio por isso. Nunca fui o tipo de pessoa que se alegra com a desgraça dos outros, e quando vi Jerry Sandusky sair algemado, senti um pouco de pena dele, mesmo que saiba que o júri havia descoberto que ele havia feito coisas terríveis, pensei: ‘A vida dele acabou’. Todos esses meninos, foi terrível para eles também. Não há vencedores”.
Enquanto isso, alguns especialistas alertam sobre campanhas bastante controversas nos últimos anos que buscam a simpatia, e até a normalização, da pedofilia.
No ano passado, a Dra. Judith Reisman, que lidera uma investigação do Ministério de Justiça dos EUA sobre o abuso sexual de crianças, afirma que os defensores da pedofilia estão utilizando a mesma estratégia aplicada com sucesso para tornar o homossexualismo um assunto de sala-de-aula para crianças pequenas nas escolas públicas do país.
Conforme noticiado pelo WND, Reisman esteve em uma conferência feita pelo grupo de defesa das “pessoas que sentem atração por menores” B4U-ACT, cujo objetivo era o de disseminar “informações precisas” sobre a posição de que a pedofilia é nada mais do que uma orientação sexual alternativa.
“Se um país estrangeiro viesse e fizesse isso em nosso país, todos ficariam escandalizados”, disse Reisman a respeito do evento do B4U-ACT, em que também esteve presente Matt Barber, vice-presidente do Liberty Counsel Action.
Os palestrantes pediram a remoção da pedofilia da lista de distúrbios mentais da Associação Americana de Psiquiatria no seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM).
Reisman explica que a mesma estratégia foi utilizada pelos ativistas homossexuais na década de 1970, quando a atração pelo mesmo sexo foi removida da lista de distúrbios da Associação. Mais tarde, seguiu-se a legalização do “casamento gay”, as aulas obrigatórias sobre o homossexualismo nas escolas públicas e a política que permite o homossexualismo assumido nas forças armadas dos EUA.
“O Dr. John Sadler (Universiade do Texas) argumentou que critérios diagnósticos para distúrbios mentais não deveriam ser baseados em conceitos de vício, uma vez que tais conceitos estão sujeitos a mudanças de atitudes sociais, o que desvia os profissionais de saúde mental do seu papel como terapeutas”, disse a organização B4U-ACT em um relatório sobre sua conferência em Baltimore.
Outra celebridade foi Fred Berlin, da Universidade de Johns Hopkins, que argumenta em favor da “aceitação e da compaixão por pessoas que sentem atração por menores”, continua o relatório.
O relatório se refere enfaticamente a “pessoas que sentem atração por menores” em referência aos pedófilos, e explica que as questões podem ser resolvidas com “informações precisas”. Richard Kramer, que representou o B4U-ACT no evento, sustentou que listar a pedofilia como uma desordem estigmatiza as “vítimas” dessa escolha de estilo de vida.
De acordo com Barber, os palestrantes da conferência disseram que o Manual Diagnóstico deveria “se concentrar nas necessidades” dos pedófilos e deveriam ter “um foco mínimo no controle social” em vez de um foco na “necessidade de proteger as crianças”.
Barber, defensor veemente dos valores judaico-cristãos e da família tradicional, disse ao WND que a conferência foi “a Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos [conhecida pela sigla em inglês NAMBLA] disfarçada da linguagem pomposa de Ph.Ds elitistas”.
A NAMBLA defende abertamente a legalização das relações sexuais entre adultos e crianças.
“Isso é um monte de relativistas morais bem-educados da comunidade de saúde mental tentando atingir a tolerância absoluta", afirma Barber. “Essa gente são discípulos de Alfred Kinsey”.
Foi nas décadas de 40 e 50 que Kinsey, o “pesquisador” sexual, Kinsey publicou os seus escritos ridicularizando o casamento, a fidelidade e a castidade e pregando a experimentação sexual generalizada. Mas de acordo com a pesquisa de Reisman no livro “Sexual Sabotage” (“Sabotagem Sexual”), a pesquisa de Kinsey foi compilada com informações frequentemente obtidas de criminosos sexuais encarcerados, que depois eram retratados como integrantes da classe média americana.
Barber disse que os temas da conferência se tornaram claros rapidamente:
* Os pedófilos são injustamente “demonizados” na sociedade.
* O conceito de “errado” não deveria ser aplicado a “pessoas que sentem atração por menores”.
* “Crianças não são inerentemente incapazes de consentir” à relação sexual com um adulto.
* “O desejo de uma adulto de ter relação sexual com crianças é ‘normativo’”.
* E o Manual Diagnóstico “ignora que os pedófilos ‘possuem sentimentos de amor e romance por crianças’ da mesma forma que adultos heterossexuais possuem uns pelos outros”.
Barber observa que o palestrante autointitulado “ativista gay”, Jacob Breslow, afirma que é natural que as crianças sejam “o objeto da nossa atração”. Breslow sustenta que os pedófilos não deveriam precisar de consentimento de uma criança para ter relações sexuais da mesma forma que não precisam de consentimento de um sapato para calçá-lo, de acordo com Barber.
Berlin havia noticiado anteriormente que 67% dos pedófilos e estupradores de crianças tinham recaídas após serem tratados do distúrbio. Mas os poucos que não tiveram recaídas foram monitorados por apenas dois anos, e qualquer reincidência depois disso não foi relatada. E Reisman observa que mesmo suas “histórias” de sucesso eram anônimas e “não verificadas de forma alguma”.
Em um comentário relaciotado feito para o WND, Reisman afirma que “O caminho da Associação Americana de Psiquiatria para normalizar a pedofilia segue o sucesso da campanha do anarquismo homossexual. Possivelmente o lobby da mídia pedófila orientou os beijos apaixonados entre meninos na série de TV ‘Glee’ para permitir que seus amigos “que sentem atração por menores” possam ser vistos cada vez mais como ‘amigos’ sexuais de meninos’.
“O B4U-ACT alega estar ‘ajudando profissionais de saúde mental a aprenderem mais sobre a atração a menores e considerar os efeitos dos estereótipos, dos estigmas e do medo’. Enquanto o grupo alega querer ensinar aos pedófilos ‘como viver plenamente e se manter dentro da lei’, ninguém sugeriu como parar com seu desejo sexual por crianças ou com os abusos sexuais”, escreveu.
No entanto, em 2010, quando o Cardeal Tarcisio Bertone, secretário de estado do Vaticano, associou o homossexualismo aos abusos sexuais, Cantor rejeitou a alegação de que haveria uma ligação entre o homossexualismo e a pedofilia.
“A literatura científica é solidamente clara que não há absolutamente nenhuma associação entre ser gay e ser um pedófilo”, disse à CNN.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Has the normalizing of pedophilia begun?
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://youtu.be/CwOW76c0Dsg

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Dupla homossexual de pais-de-santo estupra criança e Globo, novamente, omite os nomes dos criminosos


Dupla homossexual de pais-de-santo estupra criança e Globo, novamente, omite os nomes dos criminosos

A “retratação” de Spitzer sobre seu estudo de mudança de orientação sexual: o que significa?


A “retratação” de Spitzer sobre seu estudo de mudança de orientação sexual: o que significa?

Dr. Christopher H. Rosik
(NARTH.com) — Tem chamado muita atenção ultimamente a recente “retratação” do médico Robert Spitzer sobre o seu importante estudo sobre a mudança de orientação sexual (Spitzer, 2003a). As aspas em “retratação” são propositais, pois o que aconteceu não deveria ser caracterizado como retratação. Embora essa reviravolta agora seja um dos assuntos favoritos dos que se opõem às terapias reparativas, a linguagem da retratação reflete um discurso politicamente motivado, e não uma análise científica. O objetivo do presente trabalho é ajudar as pessoas que se encontram desorientadas pelas ações de Spitzer e pelo frenesi da mídia em noticiá-las a entender o que realmente aconteceu. Esbocei abaixo alguns pontos chave que parecem ter sido perdidos na utilização partidária do ocorrido.
Robert Spitzer
1. Spitzer não se retratou do seu estudo. O termo apropriado para o que Spitzer fez está no título da sua recente carta de desculpas: Ele reavaliou a própria interpretação (Spitzer, 2012). Ao que parece, ele originalmente queria se retratar do estudo de 2003, mas o editor do periódico em que o estudo foi publicado, Dr. Zenneth Zucker, negou o pedido. Zucker foi citado com relação à sua troca de mensagens com Spitzer da seguinte forma:
Você pode se retratar de dados analisados incorretamente; para fazer isso, você publica uma errata. Você pode se retratar de um artigo se os dados forem falsificados, ou a própria redação se retrata caso o editor tenha ciência do fato. Da forma como entendo, ele [Spitzer] só está dizendo, dez anos depois, que ele quer se retratar da sua interpretação dos dados. Bem, provavelmente teríamos que retratar centenas de trabalhos científicos com relação a interpretação, e isso nós não fazemos. (Dreger, 2012)
O que Zucker está dizendo, basicamente, é que não há nada no método científico do estudo que justifique uma retratação, então tudo o que resta é mudar sua interpretação das descobertas, que é o que Spitzer parece ter feito.
2. A mudança de interpretação de Spitzer se baseia na sua nova crença de que os relatos de mudança na sua pesquisa não eram confiáveis. Agora ele alega que os testemunhos de mudanças dos participantes eram “autoengano ou pura mentira” (Spitzer, 2012). Ao tomar essa posição, Spitzer se alinha aos críticos originais do estudo. Quando o estudo original foi publicado, análises foram encomendadas e publicadas na mesma época. Dentre os que questionaram a confiabilidade dos relatos pessoais das mudanças escavam muitos opositores conhecidos da terapia reparativa: A. Lee Beckstead, Helena Carlson, Kenneth Cohen, Ritch Savin-Williams, Gregory Herek, Bruce Rind e Roger Worthington.
3. A discussão com relação à credibilidade dos relatos de mudanças nos participantes continua até hoje. Lembre-se de que nada a respeito do método científico da pesquisa de Spitzer era falha. Assim como todos os esforços científicos, a metodologia tinha limitações, mas um argumento lógico para aceitar a validade desses relatos foi apresentado na época, e se mantem até hoje. Na época em que o estudo foi publicado, Spitzer (2003a) relatou, “...houve uma clara redução em todas as medições. Isso não foi apenas nas três medições de comportamento sexual visível e identidade sexual... mas também as sete variáveis que avaliam a orientação sexual propriamente dita” (p. 410). Além disso, 119 dos 200 participantes relataram alcançar um “bom funcionamento heterossexual”, definido em termos de aumento da satisfação em condutas sexuais com o sexo oposto e redução da fantasia com pessoas do mesmo sexo.
Entre os analistas que concordaram com a interpretação original de Spitzer, Wakefield (2003) observou que, “...presumir sem provas de que os relatos de mudanças devem ser fraudulentos foge à pergunta sobre se a mudança às vezes ocorre" (p. 457). O próprio Spitzer (2003b) respondeu às críticas observando:
Portanto, as críticas estão corretas ao declararem que uma quantidade considerável de respostas enviezadas poderia ter ocorrido, mas ela certamente não se mostrou presente. Eles também não levantaram nenhum ponto nos resultados do estudo que sugeriram respostas tendenciosas. Reconheço que um viés certamente poderia ter ocorrido, mas julgo difícil de acreditar que isso pode explicar todas as mudanças relatadas... Certamente, se houvesse um viés, poderia-se esperar que os voluntários (assim como seus cônjuges) ficariam motivados a fazer relatos especialmente apaixonados sobre o funcionamento conjugal. Não foi o que aconteceu. (p. 471)
É curioso que o pedido de desculpas de Spitzer (2012) pareça insinuar que ele anteriormente havia alegado que sua pesquisa provava a eficácia das terapias reparativas. Como foi entendido na época, o projeto do estudo de Spitzer garantiu que sua pesquisa não provasse em caráter definitivo a eficácia dessas terapias. Ele certamente não provou que todos os homossexuais podem mudar sua orientação sexual, nem que ela é simplesmente uma escolha. O fato de que algumas pessoas tenham inapropriadamente chegado a tais conclusões parece ser um fator determinante para a reavaliação de Spitzer. Mas ainda assim a questão interpretativa fundamental foi e é reduzida a uma questão de plausibilidade: Dadas as limitações do estudo, é plausível que alguns participantes da terapia raparativa tenham relatado mudanças verdadeiras?
Apesar de todo esse alarido recente da mídia, nada realmente mudou na escolha interpretativa que se faz com relação às limitações dos relatos pessoais nesse estudo. Ou todos os relatos sobre todos os graus de mudança de todos os participantes e seus companheiros são autoenganos e/ou falsificações deliberadas, ou eles sugerem que é possível que alguns indivíduos de fato passem por mudanças nas dimensões da orientação sexual. Muitas pessoas podem discordar sobre qual dessas conclusões interpretativas elas favorecem, mas certamente não é anticientífico ou irracional continuar a acreditar que o estudo apoia a plausibilidade das mudanças.
4. Existe um padrão duplo não declarado nos relatórios de reavaliação de Spitzer. A provável influência de fatores políticos e outros não científicos na forma como a reavaliação de Spitzer está sendo retratada pode ser percebida em quais relatos pessoais do estudo recebem projeções favoráveis e quais são isolados. Yarhouse (2003) observou essa falta de coerência na época do estudo:
Relatos de memória desse tipo podem não ser confiáveis. Mas, na verdade, boa parte do que sabemos sobre experiências LGB, incluindo teorias sobre a etiologia da orientação sexual e estudos sobre o desenvolvimento e a síntese da identidade sexual é baseada em estudos retroativos feitos por meio de relatos de memória. Sempre que os proponentes da hipótese biológica da etiologia do homossexualismo citam o estudo de Bell et al. (1981), estão se referindo a um estudo que utilizou lembranças retroativas. O estudo de Shidle e Schroeder (2002) também se baseou nelas, e está sujeito ao mesmo tipo de crítica. (p. 462)
Spitzer (2003b) fez observações similares ao defender suas descobertas, indicando que características de demanda teriam influenciado os relatos dos participantes em outras pesquisas relacionadas:
Esse estudo tinha basicamente o mesmo planejamento e uma estratégia de recrutamento de voluntários ex-gays parecidos com os estudos de Beckstead (2001) e Shidlo e Schroeder (2002). Isso levanta a questão de por que tão poucos voluntários deles deram respostas em consonância com uma mudança de orientação sexual, como deram a maioria dos voluntários do meu estudo. A possibilidade de um viés do pesquisador deve ser considerada. (p. 471)
Uma aceitação triunfal costuma se seguir a publicações de relatos que sugerem que existem danos associados a terapias reparativas, equivalências entre a paternidade homossexual e heterossexual ou outros focos que se adequam às narrações preferidas dos ativistas homossexuais. É lamentável, mas não surpreendente, que relatos de mudanças de orientação sexual sofrem um duro ceticismo enquanto que outros dados envolvendo relatos pessoais, como os de Shidlo e Schroeder (2002) parecem ser concretizados como fatos universais, mesmo sofrendo de limitações similares. Se o estudo de Spitzer for rejeitado por seu uso de relatos pessoais, não deveriam as pesquisas metodologicamente equivalentes contra as terapias reparativas receberem também uma recepção cética? Embora a imparcialidade científica demandasse isso, os interesses políticos claramente não.
5. Contextos pessoais e sociopolíticos podem fornecer um discernimento melhor sobre a reavaliação de Spitzer. Uma vez, anos atrás, conversei brevemente com o dr. Spitzer por telefone logo após a publicação de sua pesquisa. Ele pareceu ser um homem gentil e compassivo, que exemplificava o espírito da genuína curiosidade científica. Sem dúvida ele lamentava o fato de alguns terem utilizado seu trabalho para fazer alegações insustentáveis sobre a eficácia de terapias reparativas, e isso pode ter resultado em expectativas frustradas por alguns clientes gays e lésbicas. No entanto, certamente é possível que outras preocupações além do bem-estar humano estivessem em jogo no seu pedido de desculpas.
É difícil imaginar a queda do status profissional que Spitzer sofreu em virtude do estudo. Em um período muito curto de tempo, seu status dentro da profissão mudou de um pioneiro heroico dos direitos homossexuais para o de um porta-voz involuntário para os praticantes de terapias reparativas, considerados por muitos colegas como moralmente repreensíveis. Antes e depois da publicação do estudo, Spitzer confirmou que estava recebendo uma grande quantidade de mensagens de ódio direcionadas a ele (Spitzer, 2003b; Vonholdt, 2000). Uma década sendo duramente criticado por amigos, colegas e pela comunidade gay que já o reverenciou certamente afetaria qualquer um de nós.
Spitzer atualmente sofre de doença de Parkinson e está no fim da vida, o que torna compreensível que ele reflita sobre o tipo de legado que quer deixar. Herói ou vilão, ícone ou renegado: qual imagem uma pessoa iria querer deixar? Não posso dizer com certeza que essas considerações não científicas influenciaram a decisão de Spitzer de se “retratar” do estudo, mas posso dizer que é difícil para mim conceber como elas não influenciaram. Spitzer provavelmente conhece infinitamente mais gays e lésbicas do que indivíduos que relatam mudança na orientação sexual. Isso pode ter tornado difícil para ele ver que, ao tentar reparar o dano que gays e lésbicas da sua rede profissional alegaram ter sofrido em virtude do estudo, ele simultaneamente causou dano aos participantes do mesmo estudo que experimentaram mudanças e que agora estão sendo acusados de ingênuos ou mentirosos. Tudo isso serve para ressaltar quão pessoal e subjetiva a prática do discurso científico social pode ser quando o assunto está enredado em um grande debate sociopolítico.

Conclusão

Uma abordagem puramente científica às limitações da pesquisa de Spitzer seria conduzir um estudo de prognóstico mais rigoroso, algo que ele e outros vêm pregando o tempo todo (Spitzer, 2003a, 2003b; Jones, Rosik, Williams, & Byrd, 2010). Mesmo o Relatório da Força-Tarefa da Associação Americana de Psicologia sobre Respostas Terapêuticas Apropriadas à Orientação Sexual (APA Task Force’s Report on Appropriate Therapeutic Responses to Sexual Orientation, American Psychological Association, 2009) pediu para que esses estudos fossem assegurados. Infelizmente, a realidade parece ser que a AAP e outras instituições em posição de financiar e conduzir pesquisas de prognóstico em terapias reparativas, em conjunto com a NARTH e outras praticantes de terapias reparativas, parecem não ter interesse em fazê-lo. Eles não têm nada a ganhar com tais pesquisas, uma vez que resultados desfavoráveis às terapias reparativas não iriam mudar consideravelmente seu atual ceticismo, enquanto que resultados favoráveis a elas seriam para eles, do ponto de vista das relações públicas e da ordem pública, um desastre.
Duvido que Spitzer iria se retratar da sua avaliação que reconhece a necessidade de estudos posteriores (Spitzer, 2003b):
Dado o custo e a complexidade desse tipo de estudo, além da visão atual dos profissionais de saúde mental quanto aos benefícios e riscos da terapia afirmativa de gênero, tal estudo não acontecerá em um futuro próximo. Isso é lamentável devido às verdadeiras questões levantadas, embora declaradamente não revolvidas, por este estudo (p. 472). 472).
Portanto, em vez de mais e melhores estudos sobre terapias reparativas, vemos ativistas e seus apoiadores na mídia se baseando em uma mudança de interpretação para tentar evitar um legítimo debate científico. E às favas com a nuance, o contexto e a análise equilibrada. O que parece mais patente é a utilização da reavaliação de Spitzer para forçar a aceitação e o silêncio dos defensores de terapias reparativas. Será realmente absurdo suspeitar que a ciência está sendo feita refém das agendas políticas?
Espero sinceramente que essa breve análise ajude a esclarecer o que aconteceu e o que não aconteceu quando Spitzer se “retratou" do seu estudo anterior. Nenhuma nova descoberta científica foi feita para descreditar as terapias reaparativas. Nenhuma falha metodológica grave foi identificada. Os mesmos argumentos utilizados em favor ou contra o estudo ainda estão em voga. O debate legítimo sobre o significado do estudo ainda pode e deve ser feito. Nada mudou a não ser o fato de Spitzer ter revisto sua interpretação anterior em razão do que é provavelmente uma série de razões compreensíveis mas inerentemente não científicas. É direito dele de fazê-lo, mas não deixe ninguém lhe dizer que, ao fazê-lo, ele descreditou o próprio estudo ou interpretações alternativas mais favoráveis aos que relatam mudanças no seu comportamento e na sua atração com pessoas do mesmo sexo.
Referências
American Psychological Association (2009). Report of the APA task force on appropriate therapeutic responses to sexual orientation. Disponível em: http://www.apa.org/pi/lgbt/resources/therapeutic-response.pdf
Beckstead, A. L. (2001). Cures versus choice: Agendas in sexual reorientation therapy. Journal of Gay and Lesbian Psychotherapy, 5(3/4), 87-115.
Bell, A. P., Weinberg, M. S., & Hammersmith, S. K. (1981). Sexual preference: Its development in
men and women. Bloomington, IN: Indiana University Press.
Dreger, A. (2012, April 11). How to ex an “ex-gay” study. [Blog]. Disponível em: http://psychologytoday.com/blog/fetishes-i-dont-get/201204/how-ex-ex-gay-study
Jones, S. L., Rosik, C. H., Williams, R. N., & Byrd, A. D. (2010). A Scientific, Conceptual, and Ethical Critique of the Report of the APA Task Force on Sexual Orientation. The General Psychologist, 45(2), 7-18. Disponível em: http://www.apa.org/divisions/div1/news/fall2010/Fall%202010%20TGP.pdf
Shidlo, A., & Schroeder, M. (2002). Changing sexual orientation: A consumers’ report. Professional Psychology: Research and Practice, 33, 249-259.
Spitzer, R. L. (2003a). Can some gay men and lesbians change their sexual orientation? 200 participants reporting a change from homosexual to heterosexual orientation. Archives of Sexual Behavior, 32(5), 403-417.
Spitzer, R. L. (2003b). Reply: Study results should not be dismissed and justify further research on the efficacy of sexual reorientation therapy. Archives of Sexual Behavior, 32(5), 469-472.
Spitzer, R. L. (2012). Spitzer reassesses his 2003 study of reparative therapy of homosexuality [Carta ao editor]. Archives of Sexual Behavior. Advance online publication. doi: 10.1007/s10508-012-9966-y
Wakefield, J. C. (2003). Sexual reorientation therapy: Is it ever ethical? Can it ever change sexual orientation? Archives of Sexual Behavior, 32(5), p. 457-459.
Vonholdt, C. R. (2001). Interview with Robert L. Spitzer: Homosexuality and the reality of change. Bulletin of the German Institute for Youth and Society, 1, 33-36. Disponível emhttp://www.dijg.de/english/homosexuality-reality-of-change/
Yarhouse, M. A. (2003). How Spitzer’s study gives a voice to the disenfranchised within a minority group. Archives of Sexual Behavior, 32(5), 462-463.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do LifeSiteNews: “Spitzer’s ‘retraction’ of his sexual orientation change study: what does it really mean?

terça-feira, 3 de julho de 2012

A iniquidade da pornografia homossexual infantil


A iniquidade da pornografia homossexual infantil

Exclusivo: Bradlee Dean faz a cobertura da prisão de ativista de São Francisco em posse de fotografias chocantes

Bradlee Dean
Primeiro foi Harry Hay, um ativista homossexual radical e membro de longa data do Partido Comunista dos EUA, anunciado como o ícone da Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA, na sigla em inglês), cujo lema era “sexo antes dos 8 é tarde demais” nas marchas de orgulho gay.
Depois veio Harvey Milk, o primeiro homossexual assumido a ser eleito para um cargo público na Califórnia, cujo amante era um rapaz de 16 anos, Jack McKinley, que estava procurando uma figura paterna, e que mais tarde cometeu suicídio. A respeito de Harvey, foi dito no livro “The Mayor of Castro Street” (O Prefeito de Castro Street) que seu objetivo era se aproveitar de “jovens largados e viciados”.
Larry Brinken: tarado gay de crianças de 1 ano de idade
Agora, outro ícone do ativismo homossexual, Larry Brinken, manifestou abertamente sua perversão. Ele foi preso na Califórnia em 22 de junho por portar um assustador material de pornografia infantil, considerado infração criminal. Brinken teve um cargo permanente durante 22 anos na Comissão de Direitos Humanos, e o Conselho de Supervisores de São Francisco chegou a declarar a semana de 1º de fevereiro de 2010 como a "semana Larry Brinken”. Um mandado de busca emitido pela Polícia de São Francisco revelou que Brinken possuia imagens pornográficas, algumas das quais mostravam crianças de até 1, 2 e 3 anos de idade sendo sodomizadas e fazendo sexo oral em homens adultos.
A polícia de Los Angeles rastreou o endereço IP associado à conta Zack3737@aol.com e chegou até Brinken, que reside em São Francisco. A polícia falou sobre algumas mensagens de e-mail em que Brinken fazia descrições perturbadoras da exploração sexual de meninos e meninas. (Foi relatado pelo capitão William Riddle da Polícia de Los Angeles que “30.000 crianças abusadas sexualmente em Los Angeles foram vítimas de homossexuais”.)
Por exemplo, a polícia afirma que Zack3737 (Brinken) fazia comentários explícitos sobre as fotos de sexo inter-racial entre adultos e crianças. Os comentários incluíam “O que mais amei foi o n**ro de 2 anos sendo furado. Espero que você continue para que eu veja o que a p**a loirinha vai ganhar. Força Branca! Supremacia Branca! Viva os p***os brancos!”
Escandalosamente, os blogueiros homossexuais radicais defenderam os crimes de Brinken. (Considerando o recente escândalo sexual de Sandusky, os mesmos blogueiros lutaram contra o judiciário para justificar seu estilo de vida, e em lugar nenhum você os vê condenando Jerry Sandusky, mesmo depois de ter sido condenado em 45 acusações, sendo descoberto inclusive que seu próprio filho adotivo foi vítima dos seus crimes sexuais.)
As notícias dos horríveis crimes de pornografia infantil de Brinken surgem logo após a conclusão da “Semana do Orgulho”, mais uma vez tirando a máscara da agenda homossexual radical, mostrando quem são, o que são e quais são os seus verdadeiros alvos, mostrando quem realmente está sob ataque. Eles tentam condenar o Manifesto Homossexual, escrito por Michael Swift em 1987, como uma sátira, quando na verdade sempre que são descobertos por seus crimes contra a natureza, pode-se ver a realização do Manifesto Homossexual.
Se os americanos estudassem história, apenas então entenderiam por que Deus afirma que a sodomia é uma abominação (Romanos 1:24, 1 Coríntios 6:9-10, 1 Timóteo 1:9: Judite 1:7). Se se apenas déssemos atenção à Palavra de Deus e guardássemos Seus mandamentos, não teríamos que ler nos jornais sobre os terríveis crimes cometidos contra as nossas crianças, somente para descobrir que Deus estava certo desde sempre. Uma breve história dos EUA: As leis contra a sodomia estavam intactas em todos os estados até 1961, e a Associação Americana de Psiquiatria considerava o homossexualismo um distúrbio mental até 1973.
Embora haja alguns americanos que simpatizem com as dificuldades dos “pobres” homossexuais radicais que atacam qualquer um que se opõe a eles pelos seus crimes contra a natureza, estou ocupado defendendo uma nova geração de tipos como Kevin Jennings, que escreveu o prefácio de um livro intitulado “Queerifying Elementary Education” (“‘Afrescalhando’ a Educação Básica”), a Associação Nacional de Educação, que tem convenções “LGBT” e “drag queen” para professores, e os Dan Savages do meio homossexual radical, que intimidaram estudantes do ensino médio e atacaram a Bíblia em uma conferência jornalística.
Enquanto isso, temos o deputado Jared Polis e o senador Al Franken (sobrou para Minnesota) tentando transformar em criminoso qualquer um que se oponha ao estilo de vida homossexual por meio da Lei Anti-discriminação Estudantil, que busca criminalizar a discriminação contra estudantes LGBT. A lei, em essência, afirma que qualquer um que obedecer às leis da nossa república é um criminoso por falar contra aqueles que estão tentando derrubá-la. Quem está cometendo os crimes, deputado Polis? Zelar pelas leis não é intimidação.
Saiba mais sobre esse legislador em meu vídeo: “The Backwards Jared Polis”:
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “The iniquity of homosexual child porn”.



  
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