Depois da transformação da mulher em objecto sexual — o que é um facto sociológico e cultural contemporâneo inegável —, a revolução sexual segue o seu curso previsível e pretende transformar a criança — desde o seu nascimento! — em um objecto sexual através da legalização da pedofilia, mediante a classificação da pedofilia como “orientação sexual”. E na linha da frente da normalização da pedofilia, está o activismo político gay.
Um
estudo “científico” recente realizado nos Estados Unidos chegou à conclusão de que as crianças [na esmagadora maioria, do sexo masculino] abusadas sexualmente entram em “não-conformidade de género” — que é um eufemismo que o referido estudo “científico” arranjou para “confusão de género”.
Porém, o estudo científico diz que o abuso sexual das crianças, considerado em si mesmo, não é um mal: o que é mau é a reacção dos pais da criança em relação ao comportamento anormal subsequente ao abuso. Segundo o estudo “científico”, depois de a criança ser abusada sexualmente, os pais devem colaborar activamente com o comportamento anormal da criança que decorre do abuso sexual que sofreu, e mesmo incentivar a “não-conformidade de género da criança”.

Resumindo as conclussões do estudo “científico”:

  • não existe nenhum mal em uma criança ser abusada sexualmente;
  • o mal existe apenas e só quando os pais da criança não colaboram com, e não incentivam, a confusão de género da criança que decorreu do abuso sexual que sofreu.

Caros amigos: perante isto,
é “entrar com pau” neles e “baixar o porrete”. Não há outro caminho possível.