domingo, 20 de novembro de 2011

Globo omite homossexualidade e nome de “ex-conselheiro tutelar” estuprador de adolescentes

Comentário de Julio Severo
A Globo tem o hábito incorrigível de relatar crimes homossexuais citando nomes e escondendo a homossexualidade do autor dos crimes. Dessa vez, o ocultamento foi muito maior: O G1 não citou nem o nome nem a óbvia homossexualidade do estuprador de adolescentes que a Globo se limitou a chamar de “ex-conselheiro tutelar”.

Estuprador de adolescentes: homossexualidade e nome protegidos pela mídia esquerdista
Afinal, o que a Globo quer esconder? Quer ocultar o fato de que a agência estatal de intromissão nas famílias é passível de abrigar maus elementos, que “corrigem” os problemas das famílias impondo abusos estatais e até sexuais em crianças e adolescentes?
Os conselhos tutelares são uma grande ameaça, pois representam diretamente a interferência e arbitrariedade do Estado em milhares de famílias que não se enquadram em situação criminal. Basta uma denúncia anônima — bem ao estilo ditatorial comunista e nazista —, e o conselho tutelar intervém em famílias cristãs que educam os filhos em casa, ou disciplinam os filhos fisicamente, ou não vacinam os filhos com vacinas com DNA de bebês abortados ou com o veneno do mercúrio.
A notícia abaixo, com toda a sua omissão para proteger a reputação do homossexualismo e dos conselhos tutelares, é de autoria do G1 da Globo.

Ex-conselheiro tutelar é suspeito de aplicar golpe ‘Boa Noite Cinderela”

Ele foi preso após denúncia de um jovem de 18 anos, em Pato Branco (PR). Após a prisão, dois adolescentes o denunciaram pelo mesmo crime.
Está preso desde o início do mês de novembro em Pato Branco, Sudoeste do Paraná, um ex-conselheiro tutelar suspeito de aplicar o golpe chamado “Boa Noite Cinderela” em jovens da região. Ele foi preso após denúncia de um jovem de 18 anos, que relatou à polícia ter ingerido refrigerante com medicamentos no carro do suspeito e ter dormido logo em seguida.
O jovem afirmou que aceitou a carona do suspeito em uma boate, e que só voltou à consciência na manhã seguinte, quando foi deixado a uma quadra de casa. Ele não se recorda de nada que aconteceu durante o período em que esteve medicado. De acordo com a delegada Franciele Biava, que investiga o caso, 10 horas depois do fato o jovem ainda se encontrava sob efeito dos remédios.
“Ele não tinha condições sequer de conversar”, disse Biava, que contou que um laudo de lesões corporais comprovou que a vítima apresentava sinais de mordida nas costas. O resultado de outro exame para apurar se houve violência sexual é aguardado pela investigação.
Após a prisão do suspeito, dois adolescentes de 17 anos procuraram a polícia para denunciar o mesmo suspeito, pelo mesmo crime.
Boa Noite Cinderela
O golpe costuma ser aplicado em boates e bares, quando as vítimas se descuidam do seu copo, ou aceitam bebidas de estranhos. Normalmente são misturados ao líquido diversos tipos de medicação, com objetivo de sedar o alvo. De acordo com o neurologista Frederico Rodrigues, o tipo de remédio varia.
“Tem aquelas que são utilizadas até para anestesia, ou seja, o paciente desmaia, perde a consciência total, e existem outras drogas que são chamadas hipnóticas, em que o paciente não perde a consciência no sentido de desmaiar, mas perde a noção do que está fazendo, não consegue ter uma memória daquele período que se passa sob efeito da medicação”, explicou.
Divulgação: www.juliosevero.com

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