sábado, 23 de julho de 2011

A Epistemologia de Alvin Plantinga - Excelente Encontro Acadêmico e Científico

A Epistemologia de Alvin Plantinga - Excelente Encontro Acadêmico e Científico
http://alvinplantinga.blogspot.com/2011/07/epistemologia-de-alvin-plantinga.html

Presidenta da organização Liberte as Crianças é uma importante ativista pró-homossexualismo

Patrick B. Craine
TORONTO, Ontário, Canadá, 7 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Depois que LifeSiteNews revelou que Craig Kielburger, famoso ativista dos direitos das crianças, e sua organização Free the Children (Liberte as Crianças) vêm promovendo o aborto nos países do terceiro mundo, a organização de assistência diz que o artigo criou uma “percepção inexata” do trabalho deles.

Ao mesmo tempo, LifeSiteNews ficou sabendo que Michelle Douglas, presidenta da junta diretora de Liberte as Crianças, que é promovida por muitas escolas católicas do Canadá, foi pioneira no movimento de “direitos” para os homossexuais no Canadá.

Michelle lançou o caso judicial que levou as forças armadas do Canadá a invalidar suas normas que proibiam homossexuais assumidos em 1992. Mais tarde, ela fundou a Fundação para Famílias Iguais para fazer campanhas de pressão política em favor do “casamento” de mesmo sexo, e atuou como presidenta do Centro Comunitário na Rua Church, 519, um centro de atividades LGBT na comunidade homossexual de Toronto.

Em 5 de julho, LifeSiteNews revelou que Liberte as Crianças havia assumido uma postura direta a favor do aborto durante os preparativos das reuniões do G8 e G20 em 2010, e que está promovendo o “planejamento familiar” por meio de clínicas de saúde em países como Quênia e Índia.

LifeSiteNews também revelou que o fundador Craig Kielburger havia defendido publicamente “direitos reprodutivos” e apoio à Federação Internacional de Planejamento Familiar, que é a maior organização fornecedora de aborto no mundo.

Num documento para jovens sobre “saúde materna”, Liberte as Crianças denunciou o governo conservador do Canadá por recusar financiar abortos em sua iniciativa de saúde materna do G8. Outro documento sobre “saúde das crianças” diz que colocar condições contrárias ao financiamento do aborto “mostra desprezo pelas preocupações dos países que recebem ajuda”.

Mas a organização prontamente removeu os documentos de seu site depois que LifeSiteNews lhes perguntou qual é o papel do aborto provocado no trabalho deles em outros países. Eles enviaram uma declaração alegando que Liberte as Crianças “não tem uma política oficial sobre a questão do aborto, nem defende a questão”.

Para ver os documentos removidos sobre “saúde materna”, clique aqui.

Para ver os documentos removidos sobre “saúde das crianças”, clique aqui.

A organização então deixou um comentário no artigo de 5 de julho, agora publicado separadamente por LifeSiteNews, sustentando que o artigo deixou uma “percepção inexata do trabalho deles. Para ser claro, Liberte as Crianças, a organização e sua junta de diretores, escolheu não se envolver no debate com relação ao aborto”, escreveu a organização.

Eles alegam que ao omitir uma parte de sua declaração original que resumidamente explicava seu modelo de desenvolvimento, o artigo usou “textos abreviados e edições selecionadas a fim de criar uma percepção inexata para os leitores”.

“Todas as clínicas médicas financiadas por Liberte as Crianças fornecem apenas assistência básica de saúde, e não procedimentos cirúrgicos”, escreveram eles.

A resposta completa de Liberte as Crianças está disponível aqui.

Diplomado nas escolas católicas de Ontário, Kielburger tem sido um palestrante especial em conferências e escolas católicas durante muitos anos e é elogiado como um modelo exemplar para os jovens. Quem faz esse elogio são as escolas e meios de comunicação católicos desde que ele fundou Liberte as Crianças em 1995 quando tinha 12 anos.

Além disso, Liberte as Crianças tem clubes estabelecidos em escolas católicas em Ontário, os quais dão contribuições de milhares de dólares.

Desde 2007, Liberte as Crianças vem oferecendo os principais políticos pró-aborto como modelos exemplares para os jovens por meio de seus dias anuais especiais We Days. As conferências juvenis em massa, feitas em grandes cidades como Toronto, Montreal e Vancouver, lançam seus programas de ação social de duração de um ano nas escolas. Só o evento de Toronto em 2010 reuniu 18 mil jovens provenientes de cerca de mil escolas.

Esses eventos incluíram palestras ou comparecimento de políticos como o vice-presidente Al Gore, os ex-primeiro ministros Paul Martin e John Turner, o parlamentar Justin Trudeau e o governador da província de Ontário Dalton McGuinty.

Em 2007, eles também deram uma plataforma para Mark Tewksbury, que ganhou medalha de ouro nas Olimpíadas e se tornou um importante ativista homossexual na última década.

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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Diversos homossexuais, secularistas, socialistas e esquerdistas ocultos na internet chamam de "PRECONCEITO" o fato deste Homem ser preso após ser flagrado fazendo sexo com cavalo pela segunda vez

Homem é preso após ser flagrado fazendo sexo com cavalo pela segunda vez

Do Vírgula

Nathan Johnson, um homem de 28 anos de idade do estado de Kentucky (EUA), enfrenta acusações criminais depois de ser pego fazendo sexo com um cavalo pela segunda vez, de acordo com investigadores.

Uma testemunha chamou a polícia e disse ter visto um homem “ficar mais íntimo e à vontade” com um cavalo dentro de um estábulo na cidade de Paducah. O fato aconteceu no Parque Carson em 14 de julho, segundo informa o jornal The Paduca Sun. Nathan está sendo acusado de cometer crueldades contra o animal.

O xerife do departamento de polícia local investigou o caso e emitiu um mandado de prisão para o rapaz em 18 de julho. As autoridades prenderam o nojento na manhã seguinte (19).

Sabe o que é pior? Esta não é a primeira vez que o suspeito é acusado de ter relações impróprias com um cavalo, de acordo com o canal de TV KFVS 12. Na verdade, Johnson recebeu as mesmas acusações em 2002, em um incidente ocorrido no mesmo lugar, no Parque Carson. Coitados dos cavalinhos do estábulo deste parque...

Embora a bestialidade (ou zoofilia) seja ilegal, um crime, em cerca de 30 estados dos Estados Unidos, os depravados não aprendem, continuam fazendo sexo com animais e são presos repetidamente.


Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2011/07/22/homem-e-preso-apos-ser-flagrado-fazendo-sexo-com-cavalo-pela-segunda-vez.jhtm


Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

terça-feira, 19 de julho de 2011

Pedófilo homossexual recebe autorização de ver pornografia infantil dentro de cadeia americana

TACOMA, Washington, EUA — Um homem do estado de Washington acusado de crimes sexuais contra meninos recebeu autorização de ver pornografia infantil dentro da cadeia.

Weldon Marc Gilbert
O delegado e o promotor público não estão gostando disso. Mas Weldon Marc Gilbert está agindo como seu próprio advogado no caso, e isso significa que ele recebeu autorização para avaliar as evidências.
Mais de 100 vídeos e fotografias foram apreendidos da casa de Gilbert na cidade de Lake Tapps depois que ele foi preso em 2007. As autoridades dizem que parte das fotos e vídeos foi produzida pelo próprio Gilbert.
Gilbert, que trabalhava como piloto, é acusado de usar dinheiro e álcool para aliciar quase 20 meninos, atraindo-os à sua casa, onde a polícia diz que ele abusava sexualmente deles.
Em sua reportagem, a rádio KIRO-FM diz que quando Gilbert assiste a seus vídeos na Cadeia Municipal de Pierce em Tacoma, ele está com um investigador numa cela separada visível para os guardas da cadeia.
Traduzido por: www.juliosevero.com
Fonte: FoxNews
 

Governador da Califórnia sanciona lei que ordena currículo pró-homossexualismo nas escolas

Kathleen Gilbert
SACRAMENTO, Califórnia, EUA, 15 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Numa ação que poderá ter repercussões nos Estados Unidos como nação, Jerry Brown, governador da Califórnia, sancionou uma lei polêmica que ordena que as escolas públicas ensinem as crianças acerca “do papel e contribuições” de figuras homossexuais históricas dos EUA.

A lei também proíbe materiais que “contêm qualquer assunto que reflita negativamente” os gays na base da identificação sexual.

Na quinta-feira, Brown sancionou a lei SB 48, que foi designada para entrar em vigor em janeiro do próximo ano, embora o jornal San Francisco Gate tenha feito o comentário de que a crise fiscal do estado está tão profunda que o governo da Califórnia não terá condições de comprar os novos livros didáticos até, no mínimo, 2015.

Promovida como um antidoto para o bullying contra gays nas escolas, a lei ordena que os livros didáticos coloquem em destaque os indivíduos homossexuais e suas atividades na história dos EUA. Simultaneamente, a lei reforça sua mordaça nos princípios religiosos, observando que “quaisquer doutrinas ou propagandas sectaristas ou denominacionais contrárias à lei” são proibidas.

O texto da lei termina com um tiro de advertência nas escolas particulares da Califórnia, declarando: “Esta assembleia legislativa determina que as escolas alternativas e independentes prestem atenção nas cláusulas desta lei à luz da Seção 235 das Leis Educacionais, que proíbem discriminação… em todo aspecto da administração das escolas alternativas e independentes”.

A lei não inclui nenhuma exigência de idade mínima, significando que as mudanças poderão afetar até mesmo os primeiros anos do ensino fundamental, comenta a agência Baptist Press.

“A história deve ser honesta”, disse o governador Brown numa declaração ao sancionar a lei, acrescentando que a lei “garante que as importantes contribuições dos americanos de todas as origens e modos de vida sejam incluídas em nossos livros de história”.

A assembleia legislativa havia aprovado a lei por uma votação de 49 a 25 em 6 de julho, depois de um debate acalorado. Tim Donnelly, deputado republicano, expressou da tribuna indignação com a lei.

“Penso que uma coisa é dizer que temos de ser tolerantes. Outra coisa totalmente diferente é dizer que meus filhos vão receber lições na escola de que esse estilo de vida é bom”, disse Donnelly, de acordo com a Associated Press. “Como cristão, estou profundamente ofendido”.

Enquanto isso, organizações que defendem a família estão expressando temor com as óbvias implicações da lei para o mercado nacional de livros didáticos.

“A realidade é que as grandes editoras de livros didáticos não criam diferentes livros didáticos para cada estado”, disse Brad Dacus, presidente do Instituto de Justiça Pacífica (IJP), numa declaração em 6 de julho. “Em vez disso, elas buscam cumprir ordens e contratos nos maiores estados, principalmente Califórnia e Texas. Como consequência, muitos estados menores são pressionados a aprovar os materiais escolares orientados na Califórnia, os quais têm agora de se prostrar diante das exigências de uma história homossexual”.

No começo deste mês, em união com outros bispos da Califórnia, o arcebispo José H. Gomez de Los Angeles criticou fortemente a lei SB 48 como um ataque nos direitos dos pais, dizendo que a lei “equivale ao governo rescrevendo os livros de história com base nas políticas dos grupos de pressão”.

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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com



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A linguagem de gênero - Uma perigosa terminologia que se está disseminando

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Está para ser lançada no Brasil no fim deste ano a versão portuguesa do livro do advogado argentino Jorge Scala “El género como herramienta de poder” sobre a perigosa e destrutiva “ideologia de gênero”.
Em nossa língua poucos são os que compreendem a origem, o significado e o perigo de tal ideologia. Não tivemos ainda, por parte do episcopado brasileiro, um documento semelhante ao produzido pela Conferência Episcopal Peruana “La ideología de género: sus peligros y alcances” (1998)[1]. Ao contrário, não são poucas as vezes em que membros da hierarquia católica em nosso país fazem uso – inadvertidamente, é claro – de termos emprestados àquela ideologia. Falar de desigualdade de gênero, opor-se à homofobia, não aceitar discriminações contra os homossexuais, dividir as pessoas em homossexuais e heterossexuais, tudo isso se encontra em escritos de zelosos pastores de almas, inocentes úteis nas mãos de uma doutrina tão perniciosa.
O autor, em sua monumental obra “IPPF: a multinacional da morte”, que tive a honra de traduzir para o português[2], já fazia questão de advertir os leitores contra o emprego de termos cunhados pela cultura da morte. Entre eles estava a expressão “planejamento familiar”[3], sistematicamente evitada pelo Santo Padre e pela Cúria Romana, mas amplamente usada por sacerdotes, bispos e até por Conferências Episcopais. Em vez de “planejamento familiar” (que inclui aborto, esterilização e anticoncepção), os católicos devem falar em paternidade responsável, um termo caro ao Magistério da Igreja, que significa não só o espaçamento dos filhos (por razões graves e com respeito à lei moral), mas também a abertura à bênção de uma família numerosa[4].
Em seu livro sobre “gênero” a ser lançado no Brasil, Jorge Scala alerta mais uma vez que o jogo de palavras dessa ideologia não é inocente. Segundo a “ideologia de gênero”, não existe um homem natural nem uma mulher natural. O ser humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos. “Gêneros” são papéis socialmente construídos. Como não existe uma masculinidade e feminilidade naturais, cada um pode “desconstruir” o papel que lhe foi imposto por convenção social. Surge assim a liberdade de “casar-se” com uma pessoa do mesmo sexo e a exigência de o Estado reconhecer essa forma de “família”. Se não existe uma vocação da mulher à maternidade, pode-se falar no direito a “interromper a gravidez”, colocado entre os “direitos sexuais e reprodutivos”. Homossexualismo, transexualismo, travestismo, adoção de crianças por duplas homossexuais, prostituição, pedofilia e aborto são algumas das tristes consequências dessa ideologia.
Além da palavra “gênero”, Jorge Scala faz uma lista de locuções habilmente usadas para manipular a linguagem: opção sexual, igualdade sexual, direitos sexuais e reprodutivos, saúde sexual e reprodutiva, igualdade e desigualdade de gênero, “empoderamento” da mulher, “patriarcado”, “sexismo”, cidadania, “direito ao aborto”, gravidez não desejada, “tipos” de família, “androcentrismo”, “casamento homossexual”, sexualidade polifórmica, “parentalidade”, “heterossexualidade obrigatória” e “homofobia”. “Como se pode ver – prossegue o autor – trata-se de uma nova linguagem, de características esotéricas, cuja função é assegurar a confusão”. É digno de nota como ele adverte-nos sobre o perigo de usar a palavra “heterossexual”:
Devo confessar ao leitor que não sou “heterossexual”. Na realidade os “heterossexuais” não existem. Explico-me: sou apenas homem, sem nenhum acréscimo porque qualquer um deles é desnecessário. Todos nós, seres humanos, podemos ser apenas homens ou mulheres, em relação à sexualidade. Não existe nenhum “terceiro sexo”. É verdade que existem pessoas com anomalias sexuais de diversos tipos. Isto é verdade. Entre tais anomalias, existem algumas de origem biológica, como o hermafroditismo; e outras de origem psíquica, como a homossexualidade, o lesbianismo, o travestismo etc.. Portanto, quem utiliza o termo “heterossexual” para contrapô-lo a “homossexual, está afirmando, implicitamente, que ambas as categorias são igualmente válidas e opcionais; por isso, alguns escolheriam ser “heterossexuais” e outros “homossexuais”. A realidade é o contrário: a normalidade física e psíquica em matéria de sexualidade tem apenas duas versões: mulher e homem. Então, a “heterossexualidade” não existe. Do mesmo modo que ninguém pensa em chamar uma pessoa de “não leproso” ou “não diabético”, por contraposição a um “leproso” ou a um “diabético”. É tão absurdo quanto incorreto falar de “heterossexuais”. Esse vocábulo não é inocente, ainda quando a maioria das pessoas utiliza o termo sem perceber que está sendo manipulada semanticamente.
É preocupante ver como no Brasil os cristãos têm-se deixado cair nas armadilhas da linguagem de “gênero”. Diz-se, sem mais, que a Igreja é contrária à “discriminação” aos homossexuais. Ora, isso não é exato. O Catecismo da Igreja Católica teve o cuidado de distinguir: “evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta” (n.º 2358). O texto supõe, portanto, que a Igreja admite discriminações justas para com os homossexuais. E de fato admite. Uma delas é a proibição de receberem a Sagrada Comunhão, enquanto não abandonarem seu pecado (o que vale também para qualquer outro pecado grave). Outra é a impossibilidade de serem admitidos em seminários e casas religiosas.
De modo semelhante, um cristão não deve dizer que se opõe à “homofobia”, pois este vocábulo pejorativo foi criado para designar as discriminações justas[5].

Diferenças naturais entre os sexos

Para combater a ideologia de gênero, Jorge Scala mostra as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher, que são “dois modos diferentes de encarnar a humanidade”.
A mulher tem uma capacidade inata de dar atenção, o que a torna mais predisposta a dar aulas a crianças pequenas. Esse dom inato permite que várias mulheres falem simultaneamente, prestem atenção e respondam a cada uma das interlocutoras. Um homem submetido a essa “pressão” em pouco tempo começa com enxaqueca.
O homem tem maior capacidade de concentração, o que torna para ele muitas vezes mais fácil a demonstração de um difícil teorema matemático.
Com relação à percepção visual, a mulher capta os detalhes; o homem tem uma visão de conjunto. A visão estratégica, a capacidade de síntese, o amor a toda a humanidade – desconsiderando em parte o próximo -, a paixão pela coisa pública são atitudes varonis. Ao contrário, a percepção sensível e amorosa de um dos detalhes, o interesse autêntico pelo próximo e o tornar acolhedores os espaços físicos que ocupa são modos femininos de se relacionar com o ambiente.
Diante de um fato externo - qualquer que seja ele - a mulher reage de forma integrada, isto é, capta-o simultaneamente com sua inteligência, sua vontade e seus afetos. O homem reage primeiramente de forma racional, colocando os sentimentos e a vontade como que entre parênteses. Isso lhe possibilita analisar com frieza fatos comoventes, sem que signifique insensibilidade.

O que é ser homem e o que é ser mulher?

Identificar o ser mulher com a maternidade é algo execrado pelas feministas de gênero. Em 31/01/2000, o Comitê sobre e Eliminação da Discriminação contra a Mulher criticou a Bielo-Rússia (ou Belarus) por ter reintroduzido símbolos como o “Dia das Mães” e o “Prêmio das Mães”, o que foi visto como “um encorajamento aos papéis tradicionais das mulheres”. O mesmo Comitê propôs a “introdução da educação de direitos humanos e de gênero” como remédio para essa “estereotipação”[6]. No entanto, Jorge Scala afirma que o que define cada um dos sexos é justamente sua vocação procriadora:
Em definitivo, ser mulher é a maternidade e ser homem é a paternidade. Ora, isto deve ser entendido em um sentido antropológico. É, portanto, independente do fato de terem sido mãe ou pai biológicos.
E o que é a maternidade ou – o que dá no mesmo – o que é a mulher? A maternidade é a qualidade inata pela qual as mulheres sempre acolhem outros seres humanos – especialmente os entes queridos. E isto implica duas coisas: 1º) que elas estão sempre presentes – transcendendo até a distância física da separação; e 2º) que essa presença significa incondicionalidade absoluta em relação ao outro – em especial ao filho.
[...]
E o que é a paternidade ou – o que é equivalente – o que é o homem? A paternidade é a missão masculina que consiste em encarnar a autoridade. Para isso deve dar – sempre e sem exceções - o bom exemplo, fazendo o que deve ser feito em cada situação, ainda que isso signifique, muitas vezes, sofrer um prejuízo ou padecer uma injustiça.
Essa lição é particularmente oportuna neste momento em que o Supremo Tribunal Federal, seguindo a ideologia de gênero, reconheceu como “família” as uniões de pessoas do mesmo sexo, totalmente fechadas à procriação e à complementação homem-mulher.
[1] CONFERENCIA EPISCOPAL PERUANA. Comisión Episcopal de Apostolado Laical. Comisión ad–hoc de la mujer. La ideología de género: sus peligros y alcances. Lima, abr. 1998. Disponível em http://www.vidahumana.org/vidafam/iglesia/genero.html.
[2] SCALA, Jorge. IPPF: a multinacional de morte. Anápolis: Múltipla Gráfica, 2004.
[3] Cf. SCALA, Jorge. IPPF: a multinacional de morte. Introdução (p. 11-12).
[4] Cf. PAULO VI. Humanae Vitae, 1968, n. 10.
[5] É intenção do PLC 122/2006, cuja atual relatora é a senadora Marta Suplicy (PT/SP), tornar crime qualquer conduta “homofóbica”.
[6] Concluding Observations of the Committee on the Elimination of Discrimination Against Women : Belarus. 31/01/2000.
Divulgação: www.juliosevero.com
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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Federação Internacional de Planejamento Familiar anuncia novos guias de sexo e aborto para jovens antes de encontro da ONU

Federação Internacional de Planejamento Familiar anuncia novos guias de sexo e aborto para jovens antes de encontro da ONU



Federação Internacional de Planejamento Familiar anuncia novos guias de sexo e aborto para jovens antes de encontro da ONU

NOVA IORQUE, EUA, 7 de julho de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Em antecipação da conferência de jovens da ONU no final deste mês, a Federação Internacional de Planejamento Familiar [conhecida pela sigla em inglês IPPF] lançou duas novas publicações sobre aborto e direitos sexuais para jovens. Os novos documentos são a parte mais recente da campanha mais abrangente da organização visando adolescentes e crianças mais velhas.
O guia de direitos sexuais “Exclaim!” pede uma abundância de proteções e direitos de sexualidade e gênero sob o pretexto do direito internacional. “Os governos precisam respeitar, proteger e cumprir todos os direitos sexuais para os jovens”, declara a publicação.
O guia foi designado como uma ferramenta para ajudar os jovens a se tornarem promotores de sexo.
Embora não exista nenhum direito ao sexo ou ao prazer sexual em nenhum documento internacional obrigatório, o guia mostra passo a passo uma lista de direitos humanos que se acham no direito internacional e explica como dá para interpretá-los como direitos sexuais. Sob o “direito de saber e aprender” a Federação Internacional de Planejamento Familiar inclui “a eliminação dos programas de educação sexual com base na abstinência e promoção de abordagens, com base em informações e evidências, para com uma educação sexual abrangente”.
O termo “educação sexual abrangente”, conforme vem definido no guia da IPPF, vai muito além da biologia, pois inclui a ideologia de gênero, identidade e escolhas de estilos de vida. O guia insiste: “Garantir que todos os jovens entendam que têm direito ao prazer sexual e como experimentar diferentes formas de prazer sexual é importante para sua saúde e bem-estar”.
O guia também contém algumas autocontradições. Cita a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança, Artigo 5, que declara: “As partes respeitarão as responsabilidades, direitos e deveres dos pais”. Contudo, o guia insiste em que os pais e o Estado são legalmente responsáveis pela promoção da cosmovisão e valores que são caracteristicamente mantidos pela IPPF. O guia exige a liberalização do aborto, auto-identificação do gênero (em vez do sexo biológico) em documentos de identidade, acesso irrestrito aos anticoncepcionais e várias outras reivindicações polêmicas.
A segunda publicação, os diários de aborto “I Decide” (Eu Decido), fornece as estórias de moças que buscaram abortos, bem como descrições explícitas de sexo, conselhos detalhados sobre como evitar a gravidez e como as adolescentes podem esquivar-se de pais que desaprovam [o aborto e o sexo antes do casamento].
A publicação informa as moças: “se você usar sozinha o misoprostol, é recomendável que você utilize tabletes, colocando-os debaixo da língua e desse jeito ninguém terá condições de saber que você usou drogas para provocar o aborto, a menos que você mesma revele para eles”.
A filial da Federação Internacional de Planejamento Familiar nos EUA recentemente passou por investigações públicas por suas táticas fraudulentas e ilegais ao lidar com menores de idade.
No ano passado, a organização de escoteiras se enredou em polêmica quando outro guia sexual da IPPF, chamado “Saudáveis, Felizes e Quentes”, foi distribuído no local de seu evento durante a Comissão sobre a Condição das Mulheres. O guia sexual, designado para moças com HIV/AIDS, promove masturbação, sexo sob a influência de drogas e álcool, bem como esconder dos parceiros a própria condição de HIV/AIDS.
A IPPF é uma organização multimilionária, que recebe contribuições do Fundo de População das Nações Unidas e da Organização Mundial de Saúde. A organização transformou os direitos sexuais e os jovens numa de suas áreas de prioridades máximas de defesa de sua causa.
Publicado com a permissão de C-Fam.org.
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NOVA IORQUE, EUA, 7 de julho de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Em antecipação da conferência de jovens da ONU no final deste mês, a Federação Internacional de Planejamento Familiar [conhecida pela sigla em inglês IPPF] lançou duas novas publicações sobre aborto e direitos sexuais para jovens. Os novos documentos são a parte mais recente da campanha mais abrangente da organização visando adolescentes e crianças mais velhas.
O guia de direitos sexuais “Exclaim!” pede uma abundância de proteções e direitos de sexualidade e gênero sob o pretexto do direito internacional. “Os governos precisam respeitar, proteger e cumprir todos os direitos sexuais para os jovens”, declara a publicação.
O guia foi designado como uma ferramenta para ajudar os jovens a se tornarem promotores de sexo.
Embora não exista nenhum direito ao sexo ou ao prazer sexual em nenhum documento internacional obrigatório, o guia mostra passo a passo uma lista de direitos humanos que se acham no direito internacional e explica como dá para interpretá-los como direitos sexuais. Sob o “direito de saber e aprender” a Federação Internacional de Planejamento Familiar inclui “a eliminação dos programas de educação sexual com base na abstinência e promoção de abordagens, com base em informações e evidências, para com uma educação sexual abrangente”.
O termo “educação sexual abrangente”, conforme vem definido no guia da IPPF, vai muito além da biologia, pois inclui a ideologia de gênero, identidade e escolhas de estilos de vida. O guia insiste: “Garantir que todos os jovens entendam que têm direito ao prazer sexual e como experimentar diferentes formas de prazer sexual é importante para sua saúde e bem-estar”.
O guia também contém algumas autocontradições. Cita a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança, Artigo 5, que declara: “As partes respeitarão as responsabilidades, direitos e deveres dos pais”. Contudo, o guia insiste em que os pais e o Estado são legalmente responsáveis pela promoção da cosmovisão e valores que são caracteristicamente mantidos pela IPPF. O guia exige a liberalização do aborto, auto-identificação do gênero (em vez do sexo biológico) em documentos de identidade, acesso irrestrito aos anticoncepcionais e várias outras reivindicações polêmicas.
A segunda publicação, os diários de aborto “I Decide” (Eu Decido), fornece as estórias de moças que buscaram abortos, bem como descrições explícitas de sexo, conselhos detalhados sobre como evitar a gravidez e como as adolescentes podem esquivar-se de pais que desaprovam [o aborto e o sexo antes do casamento].
A publicação informa as moças: “se você usar sozinha o misoprostol, é recomendável que você utilize tabletes, colocando-os debaixo da língua e desse jeito ninguém terá condições de saber que você usou drogas para provocar o aborto, a menos que você mesma revele para eles”.
A filial da Federação Internacional de Planejamento Familiar nos EUA recentemente passou por investigações públicas por suas táticas fraudulentas e ilegais ao lidar com menores de idade.
No ano passado, a organização de escoteiras se enredou em polêmica quando outro guia sexual da IPPF, chamado “Saudáveis, Felizes e Quentes”, foi distribuído no local de seu evento durante a Comissão sobre a Condição das Mulheres. O guia sexual, designado para moças com HIV/AIDS, promove masturbação, sexo sob a influência de drogas e álcool, bem como esconder dos parceiros a própria condição de HIV/AIDS.
A IPPF é uma organização multimilionária, que recebe contribuições do Fundo de População das Nações Unidas e da Organização Mundial de Saúde. A organização transformou os direitos sexuais e os jovens numa de suas áreas de prioridades máximas de defesa de sua causa.
Publicado com a permissão de C-Fam.org.
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Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
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Escola católica de Nova Iorque rejeita doação de político que votou a favor do “casamento” homossexual

Escola católica de Nova Iorque rejeita doação de político que votou a favor do “casamento” homossexual



Escola católica de Nova Iorque rejeita doação de político que votou a favor do “casamento” homossexual

Brooklyn, NY, EUA, 11 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma escola católica de Nova Iorque rejeitou e devolveu uma doação de 50 dólares de um político do Partido Democrático* que votou a favor de uma lei recente de “casamento” de mesmo sexo no estado de Nova Iorque.
Deputado estadual Joe Lentol diz que é católico, mas votou a favor de lei de "casamento" gay no estado de Nova Iorque
A escola, Academia Católica Rainha do Rosário, decidiu devolver o dinheiro depois que o bispo Nicholas DiMarzio, do Brooklyn, divulgou uma declaração pedindo que toda escola e igreja em sua dioceses “recusasse toda e qualquer honraria ou prêmio concedido a elas neste ano pelo governador ou qualquer membro da assembleia legislativa que votou a favor desta lei [de ‘casamento’ de mesmo sexo]”.
Joe Lentol, deputado estadual (D-Brooklyn), que se considera católico, disse que ficou “surpreso e um pouco desapontado” com a ação da escola, de acordo com a rede de televisão NBC.
“O que fizemos com relação a esse projeto de lei é o que me ensinaram como católico”.
Entretanto, o bispo de Lentol discorda das opiniões do deputado com relação aos ensinos católicos sobre o “casamento” gay. Depois da aprovação da recente lei, DiMarzio censurou severamente o governador Cuomo, que também é católico, e a assembleia legislativa, acusando-os de terem “desconstruído a única instituição mais importante da história humana”.
Isso “minará nossas famílias e como consequência nossa sociedade”, disse o bispo.
Um porta-voz da diocese disse que a diocese aprovou a decisão da escola de devolver a doação. “Aprecio o fato de que o deputado Lentol pode estar transtornado que seu cheque tenha sido devolvido, mas é de certo modo ilógico e afrontoso dizer que deveríamos estar dando uma plataforma para pessoas cujas opiniões estão em discordância fundamental com nossas opiniões”, disse o porta-voz, monsenhor Kieran Harrington, de acordo com o jornal New York Daily News.
Em sua declaração de missão, a Academia Católica Rainha do Rosário diz que busca prover um ambiente educacional focado no catolicismo.
Até o momento da publicação deste artigo, ligações telefônicas para a irmã Joan Losson, diretora da Academia Católica Rainha do Rosário, não foram retornadas.
* Nota do tradutor: O Partido Democrático tem tendências esquerdistas priorizando a defesa do aborto, da agenda gay, etc.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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