quinta-feira, 30 de junho de 2011

O maior blog gay dos EUA lamenta: “SEMPRE PERDEMOS” quando os eleitores decidem sobre casamento

O maior blog gay dos EUA lamenta: “SEMPRE PERDEMOS” quando os eleitores decidem sobre casamento



O maior blog gay dos EUA lamenta: “SEMPRE PERDEMOS” quando os eleitores decidem sobre casamento

29 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma famosa publicação gay online confessou a existência de um obstáculo persistente, mas pouco conhecido, para a legalização do “casamento” de mesmo sexo: os eleitores americanos.
Uma postagem no blog Queerty na segunda-feira concluiu que o silêncio do presidente Obama acerca do “casamento” gay é consequência de que ele reconhece que a maioria dos eleitores dos EUA se opõe a esse casamento.
“Até mesmo os organizadores LGBT concordam em que preferem aprovar leis de igualdade de casamento através do poder legislativo em vez de plebiscitos, porque nas votações SEMPRE PERDEMOS”, escreveu Daniel Villarreal no Queerty.
“As pessoas que se opõem às votações também gostam de dizer que se os Estados Unidos votassem acerca do casamento inter-racial na década de 1960, esse tipo de casamento poderia ainda ser ilegal também. Mas será que essa realmente é a nossa única defesa contra o argumento do voto?” continuou ele. “Se for, não é de admirar que Obama não tenha articulado um motivo para apoiar o casamento que não vá contra o processo democrático que tivesse nos negado nossos direitos”.
Antes que os legisladores de Nova Iorque tivessem aprovado um projeto de lei de “casamento” de mesmo sexo, uma pesquisa de opinião pública feita por QEV Analytics revelou que 57 por cento dos eleitores no estado apoiam o casamento como “somente” entre um homem e uma mulher. A mesma pesquisa de opinião pública, comissionada pela Organização Nacional de Casamento, revelou que 59 por cento favoreciam a colocação dessa questão em plebiscitos em vez de a deixarem para os legisladores.
Quando colocada para os legisladores, medidas para consagrar o verdadeiro casamento em lei ou em constituições estaduais ganharam a aprovação em todos os 30 estados [dos EUA] onde foram apresentadas.
Os dados das pesquisas de opinião pública nessa questão rotineiramente se mostram equivocados: uma pesquisa de setembro de 2008 revelou que as principais pesquisas de opinião pública de boca de urna em média reduzem de modo vasto os números do real apoio ao casamento tradicional nas eleições.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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As políticas antidiscriminação estão fazendo bullying contra as escolas e famílias cristãs?

As políticas antidiscriminação estão fazendo bullying contra as escolas e famílias cristãs?



23 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Será que as políticas antidiscriminação estão fazendo bullying contra as escolas e famílias cristãs? Essa é a pergunta que a assessora legal Faye Sonier da Associação Evangélica do Canadá fez numa recente postagem de blog, ecoando os pensamentos de muitos pais e organizações no Canadá.

“As crianças não deveriam sofrer bullying, não deveriam ser ridicularizadas, atacadas ou intimidadas sob nenhuma circunstância, ou por nenhuma razão, e as diretorias de escolas estão certas em lidar com esses problemas quando ocorrem”, disse Sonier. “Mas o que acontece quando são essas políticas que se tornam fonte de bullying?”

Secretarias de educação em todo o Canadá estão implementando políticas de “orientação sexual e identidade de gênero” focadas em antidiscriminação para com jovens que “são ou talvez sejam” homossexuais.

A secretaria de educação da cidade de Burnaby, no estado de Colúmbia Britânica, recentemente aprovou tal política, apesar de imensos protestos e pedidos de revisões por parte de milhares de estudantes e pais, e um debate semelhante está ocorrendo na cidade de Edmonton.

Uma polêmica acalorada também continua no Conselho Escolar Católico do Distrito de Toronto, o maior conselho católico de Ontário, com pais reivindicando emendas nas políticas de “Estratégia Educacional de Igualdade e Inclusão” que o governo provincial está impondo e que envolvem cláusulas contrárias aos ensinos católicos.

“Para prover aulas ‘saudáveis’”, disse Sonier, “as diretorias de escolas precisam reconhecer que não podem ignorar certas aulas de direitos humanos, tais como os direitos à liberdade de religião, consciência e autoridade dos pais, a fim de proteger o outro, o direito de ser livre de discriminação com base na orientação sexual”.

As políticas, acrescentou ela, se tornam “problemáticas” quando as aulas e escolas cristãs são obrigadas “não só a defender seus estudantes, mas também ‘defender’ várias orientações e estilos de vida contrários às convicções bíblicas”.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos protege a escolha dos pais e famílias na hora de escolher a educação de seus filhos, e a Lei de Direitos e Liberdade do Canadá contém proteções semelhantes. Contudo, muitos pais estão questionando onde esses direitos se encaixam, no contexto do debate “antidiscriminação”.

“É necessário equilíbrio”, concluiu Sonier. “As aulas e as famílias cristãs podem ensinar e realmente ensinam a importância do respeito, aceitação e cuidado pelos outros, e — enquanto mantiverem um compromisso de tratar de forma justa e igual todos os estudantes — deveriam estar em condições de assim fazer sem serem forçadas a abrir mão de suas convicções defendendo orientações ou estilos de vida sexuais que lhes violam a consciência”.

O artigo com seu texto integral está disponível aqui.

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Loucura da diversidade sexual: pré-escola da Suécia proíbe que crianças sejam tratadas como meninos e meninas

Loucura da diversidade sexual: pré-escola da Suécia proíbe que crianças sejam tratadas como meninos e meninas



Loucura da diversidade sexual: pré-escola da Suécia proíbe que crianças sejam tratadas como meninos e meninas

ESTOCOLMO, Suécia, 27 junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Em conformidade com um currículo escolar nacional que busca combater a “estereotipação” dos papéis sexuais, uma pré-escola do distrito de Sodermalm da cidade de Estocolmo incorporou uma pedagogia sexualmente neutra que elimina completamente todas as referências ao sexo masculino e feminino.
Os professores e funcionários da pré-escola “Egalia” evitam usar palavras como “ele” ou “ela” e em vez disso se dirigem aos mais de 30 meninos e meninas, de idades variando entre 1 e 6 anos, como “amigos”.
“A sociedade espera que as meninas sejam garotinhas gentis e elegantes, e que os meninos sejam viris, duros e expansivos”, Jenny Johnsson, uma professora de 31 anos na escola que é sustentada por impostos dos trabalhadores suecos, disse para o jornal Daily Mail. “Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica de ser quem quer que eles queiram ser”.
A diretora Lotta Rajalin disse para a Associated Press que a escola contratou um “pedagogo de diversidade sexual” para ajudar os professores e funcionários a remover as referências masculinas e femininas na linguagem e conduta, indo ao ponto de garantir que os jogos infantis de blocos Lego e outros brinquedos de montagem sejam mantidos próximos aos brinquedos de utensílios de cozinha a fim de evitar que algum papel sexual tenha preferência.
Os pronomes suecos “han” e “hon” (ele e ela), por exemplo, foram substituídos na escola pela palavra sexualmente neutra “hen”, um termo inventado que não existe em sueco, mas é amplamente usado pelas feministas e homossexuais.
“Nós usamos a palavra ‘Hen’ por exemplo, quando um médico, policial, eletricista ou encanador, etc., está vindo à pré-escola”, disse Rajalin. “Nós não sabemos se é ele ou ela. Por isso, dizemos: ‘Hen está vindo aqui lá pelas 14h’. Então as crianças poderão imaginar tanto um homem quanto uma mulher. Isso amplia a perspectiva delas”.
Além disso, não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adotados e obras sobre “maneiras modernas de brincar”.
“Um exemplo concreto poderia ser quando as meninas estão brincando de casinha e o papel de mãe já foi pego por uma e elas começam a disputar”, disse Rajalin. “Então sugerimos duas ou três mães e assim por diante”.
Contudo, nem todos os pais suecos estão apoiando a agenda de seu país que está eliminando os papéis sexuais.
“Diferentes papéis sexuais não são problemáticos enquanto têm valor igual”, Tanja Bergkvist disse para a Associated Press, denunciando o que ela chamou de “loucura da diversidade sexual” na Suécia.
Bergkvist comentou que aqueles que estão promovendo a igualdade entre os sexos com iniciativas que demolem os papéis sexuais “dizem que há uma hierarquia onde tudo o que os meninos fazem recebe importância mais elevada, mas fico pensando: quem é que decide o que é que tem valor mais elevado? Por que há um valor mais elevado em brincar com carros?”
Bergkvist, que é uma crítica eloquente da promoção que o Estado faz de uma estrutura sexualmente neutra nas escolas e de ambientes acadêmicos focados em estudos de diversidade sexual, comentou em seu blog como exemplo da “loucura da diversidade sexual” no país que o Conselho de Ciências da Suécia, que é sustentado pelo governo, deu uma verba de 80 mil dólares para bolsas de estudos de pós-doutorado para pesquisas no “trompete como símbolo de diversidade sexual”.
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terça-feira, 28 de junho de 2011

Luiz Mott, estátua de bebê pelado e museu erótico

Luiz Mott, estátua de bebê pelado e museu erótico



Luiz Mott, estátua de bebê pelado e museu erótico

Julio Severo
O que você pensaria de um homem que elogia um museu erótico alisando a estátua de um bebê pelado? Confira este homem neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ex2EQxaOsQs



No Brasil, um dos maiores acusadores contra os cristãos é o homossexual Luiz Mott, que se gaba de ter dormido com mais de 500 homossexuais. Considerando as palavras dele sobre pedofilia, não se sabe se essa contagem inclui meninos e adolescentes.
Mott não gosta que chamem de “devassidão” o comportamento homossexual. Ele também detesta que lhe chamem de “devasso”. Mas chamar então do que um homem que elogia um museu erótico enquanto alisa a estátua de um bebê pelado?
Mott é o fundador do Grupo Gay da Bahia e o líder máximo do movimento homossexual brasileiro, sendo o exemplo supremo para todos os homossexuais do Brasil. Por isso, o ex-presidente Lula havia lhe dado a mais elevada condecoração do governo brasileiro. Mott é a figura mais “honrada” do movimento homossexual do Brasil.
Alisar a estátua de um bebê pelado enquanto se fala de erotismo traz algum tipo de “honra”?
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg
 

O ensino e a filosofia do Evolucionismo estimula a Pedofilia

Stephen Fuller, sociólogo, 'falou e disse': o darwinismo é a astrologia da ciência

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://sociologiareformacional.blogspot.com/2011/06/stephen-fuller-sociologo-falou-e-disse.html

domingo, 19 de junho de 2011

Procurado, no Brasil, o pedófilo estadunidence Kenneth Craig. Infelizmente o STF em nome da burocracia deixa este pedófilo escapar....



Globo Vídeos – VIDEO – Acusado de pedofilia nos EUA é procurado no Brasil.

http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Por Que Hollywood Odeia o Cristianismo?? por Don Feder

Por Que Hollywood Odeia o Cristianismo?? por Don Feder


Clique no link abaixo para acessar a matéria:

http://www.maozisrael.com.br/shofar/estudos/hollywood.htm



Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Juiz anula união estável de casal homossexual. O magistrado contestou a decisão do Supremo, e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal.

Juiz anula união estável de casal homossexual. O magistrado contestou a decisão do Supremo, e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal.



Matéria postada no site http://fenasp.com/site/
Divulgação: http://direitoreformacional.blogspot.com e http://luis-cavalcante.blogspot.com

Condenamos a atitude do Professor e Psicólogo (marxista, socialista, esquerdista e construtivista) Hubert Van Gijseghem que defende a prática da pedofilia.

MAGNO MALTA

Senador evangélico condena visão de psicólogo sobre pedofilia


Em discurso em Plenário, o senador evangélico Magno Malta (PR-ES) condenou as recentes declarações do professor Hubert Van Gijseghem de que a pedofilia é uma orientação sexual.

Segundo o senador, a declaração do psicólogo belga é uma mensagem subliminar e incentiva a pedofilia.

A afirmação do professor foi feita durante debate no parlamento canadense. Van Gijseghem afirmou que os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é a mesma coisa de ter uma orientação sexual, que não pode ser mudada. Apesar disso, afirmou o professor, os pedófilos podem viver uma vida de abstinência. O senador não concorda com as declarações.

“É gente trabalhando ao redor do mundo para formar uma consciência de que é normal e é perfeitamente aceitável a violência sexual contra crianças” protestou o senador.

Plebiscitos

Magno Malta também defendeu a redução da maioridade penal como "parte da engrenagem" para acabar com a violência. O senador afirmou que vai propor a realização de um plebiscito sobre o tema.

Com relação à possibilidade de realização de um plebiscito sobre o desarmamento, o senador disse que a iniciativa "é louvável". Para ele, é preciso sair da hipocrisia e discutir o assunto.

O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, mostra que há esperança para o STF se recuperar da sua imoralidade: "Mesmo com decisão do STF, casal gay tem união estável cancelada em Goiás"

O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, mostra que há esperança para o STF se recuperar da sua imoralidade: "Mesmo com decisão do STF, casal gay tem união estável cancelada em Goiás"

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://corrupcaojuridica.blogspot.com/2011/06/o-juiz-da-1-vara-da-fazenda-publica.html

quinta-feira, 9 de junho de 2011

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Escândalo: Alunos do Acre são trancados em salas de aula e obrigados a assistir aos vídeos do kit gay

Escândalo: Alunos do Acre são trancados em salas de aula e obrigados a assistir aos vídeos do kit gay

Comentário de Julio Severo: Ministro da educação havia dito que “kit gay” não tinha sido aprovado, mas escolas do Acre, com a permissão do MEC, forçam alunos a assistir vídeos homossexuais do kit. Se os alunos tivessem sido trancados em sala de aula para aprender sobre Cristianismo, a TV Globo, a TV Record, todos os jornais, o Congresso e outras autoridades estariam exigindo a prisão de todos os responsáveis pelo crime de forçar alunos ao Cristianismo. Mas e agora que o caso envolve a glorificação do “amor” anal entre homens? Quem está pedindo cadeia para os criminosos que forçaram alunos a assistir vídeos do kit gay em salas de aula trancadas? Onde está a justiça? Onde estão os direitos das crianças tão proclamados por esse governo? Onde estão os direitos dos pais? O Pr. José Ildson, que comandou a mobilização contra o crime contra os alunos, está de parabéns. Em fevereiro de 2008, tive uma longa conversa pessoal com ele e considero-o um grande um batalhador.
A denúncia a seguir foi feita por Reinaldo Azevedo:

FORA, HADDAD! Alunos do Acre, governado pelo PT, estavam sendo obrigado a assistir filmes do “kit gay” vetado por Dilma

Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA, HADDAD!”? Ainda não? Então tem agora mais um motivo para fazê-lo. Atenção! O tal “kit gay” já tinha sido distribuído a escolas de Rio Branco, capital do Acre — governado por Tião Viana, do PT — e, consta, de Recife, o que não consegui confirmar.
Isso significa que, para não variar, Fernando Haddad, ministro da Educação — aquele que acha mais evoluído matar pessoas depois de ler livros do que matá-las sem os ter lido —, deixou de dizer a verdade ao afirmar que o material não tinha sido ainda aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador Tião Viana permita que os estudantes do Acre tenham acesso a um material considerado inadequado por diversos especialistas e que foi vetado pela própria presidente da República. Pior: os alunos estavam sendo obrigatoriamente submetidos às sessões, o que, na prática, até um secretário de estado admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que informa agazeta.net, do Acre:

Governo suspende distribuição do Kit Gay em Rio Branco

O secretário [Henrique Corinto, de Justiça e Direitos Humanos] foi convocado pela bancada evangélica na Assembléia Legislativa do estado para explicar denúncias de que estudantes da rede estadual de ensino estavam sendo obrigados a assistir aos vídeos distribuídos pelo MEC na luta contra a homofobia. Os deputados fizeram questão de assistir os vídeos na presença do secretário.
“Nós recebemos denúncias de estudantes e de pais de alunos que, na escola Armando Nogueira, os professores estavam obrigando os alunos a assistir aos vídeos. Muitos estudantes reclamaram que nem sequer puderam sair da sala, que foi trancada. O próprio diretor da escola confirmou que estava sendo obrigado pelo secretário de educação a exibir os vídeos”, explicou o deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram do filme que trata da paixão de um adolescente do sexo masculino por outro do mesmo sexo, ficaram ainda mais indignados ao saber que, apesar de proibidos nos outros estados da federação, os vídeos continuaram a ser exibidos para os estudantes acreanos porque a ação faz parte de um plano piloto em execução em Rio Branco e em Recife. “Isso é crime. Quer dizer que estão usando nossas crianças como cobaias”?, reclamou a deputada Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Ildson, presente à reunião, informou ao secretário que, se o governo insistisse na divulgação do material, a sociedade seria mobilizada contra a prática. “Se é proibido falar de religião nas escolas, por que é obrigado falar de homossexualismo? Não vejo bom senso nessa medida, e vamos reagir contra. Não podemos ser punidos por defender a família, o que não significa que sejamos contra os homossexuais. Somos contra a indução, a apologia à prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de aproximadamente duas horas, o secretário de Direitos Humanos declarou suspensa a exibição dos vídeos nas escolas da rede pública da capital. “O assunto é polêmico e deve ser mais bem esclarecido. Não queremos alimentar polêmica; por isso decidi suspender a partir de hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que é “governo” no Acre, vai se calar?
Divulgação: www.juliosevero.com
 

Gay que é o candidato que tem mais chances de vencer a presidência da Irlanda sai prejudicado por apoio à “pedofilia clássica”

Hilary White, correspondente em Roma

DUBLIN, Irlanda, 3 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — David Norris, senador homossexual e o candidato que tem mais chance de vencer a próxima campanha eleitoral presidencial da Irlanda, está se queixando na imprensa homossexual de que ele é vítima de uma “campanha de difamação” depois que os meios de comunicação da Irlanda trouxeram à tona e republicaram comentários do passado em que ele expressou apoio à pederastia.
Senador gay David Norris, defensor da pedofilia, será o novo presidente da Irlanda?
Numa entrevista à revista Magill em 2002, uma das citações mostrou Norris dizendo que embora não tivesse o “mínimo interesse em crianças, ou em pessoas que são consideravelmente mais jovens do que eu”, ele não condenou completamente a ideia de um homem mais velho “introduzindo” um “homem mais jovem” na “vida adulta”.
“Acho que existe uma histeria total e absoluta acerca desse assunto, e existe confusão entre… pedofilia e pederastia”, disse ele.
“Não consigo entender como alguém poderia achar que crianças de ambos os sexos tenham uma mínima atratividade sexual… mas em termos de pedofilia clássica, do jeito que era praticada pelos gregos, por exemplo, onde um homem mais velho introduzia um homem mais jovem na vida adulta, dá para se falar a favor disso: Mas repito que isso não é algo que apela para mim. Embora, quando eu era mais jovem, eu teria saboreado muito a possibilidade de um homem maduro mais velho e atraente cuidando de mim, amorosamente me introduzindo nas realidades sexuais, tratando-me com afeição, ensinando-me sobre a vida”.
Norris está se queixando de que esses comentários foram tirados do contexto e está dizendo que são parte de uma “discussão acadêmica sobre a Grécia clássica e a atividade sexual num contexto histórico”.
Numa entrevista à radio RTE da Irlanda, ele acrescentou: “As pessoas deveriam me julgar de acordo com meu histórico e ações como funcionário público, durante os últimos 35 anos e de acordo com as causas e campanhas pelas quais lutei, e não de acordo com uma conversa acadêmica com uma jornalista durante um jantar”.
Norris está fazendo campanhas focalizando em grande parte em suas políticas de identidade sexual, dizendo que se for eleito ele espera ser o primeiro chefe de estado homossexual eleito do mundo.
A autora da entrevista da Magill, Helen Lucy Burke, comentou que durante a entrevista ela havia “achado algumas das opiniões [de Norris] acerca de assuntos sexuais profundamente preocupantes — de forma especial em relação ao sexo com menores de idade”.
Burke disse que Norris havia feito objeção a qualquer afirmação de que uma criança seria incapaz de dar consentimento. “O direito a uma irrestrita atividade sexual guiada pelo princípio de consentimento mútuo é o jeito como Norris compreende que as coisas têm de ser”, disse ela, “com medidas proibindo apenas intimidações, bullying ou suborno. Ele não parecia aprovar nenhuma idade mínima ou tolerar qualquer protesto de que uma criança seria incapaz de ter conhecimento suficiente para dar consentimento”.
Ele citou algo que Norris disse: “A lei nesta esfera deveria levar em consideração o consentimento em vez da idade”.
Helen Burke continuou: “Quando perguntei sobre incesto, ele hesitou, e concluiu que no caso de meninas dava para se justificar uma proibição, considerando o fato de que uma possível gravidez resultante poderia ser geneticamente indesejável”.
O histórico de conduta e realizações do senador Norris revela uma dedicação à total agenda das causas esquerdistas e progressistas, principalmente a agenda política homossexual bem como o uso de embriões humanos para pesquisas. Em 2009, enquanto estava promovendo destrutivas pesquisas de embriões, ele comentou acerca da afirmação de que um embrião é uma pessoa, dizendo: “Ninguém leva um embrião ao zoológico ou ao cinema ou à igreja. Vamos ser realistas nessa questão”.
Em janeiro, as pesquisas de opinião pública o colocaram na liderança da corrida presidencial, mas Henry McDonald do jornal Guardian disse que a republicação da entrevista no Magill está prejudicando seriamente as chances de Norris.
Alguns progressistas e ativistas homossexuais em geral parecem estar em conflito acerca do assunto da pedofilia, com alguns vociferando — ao ponto de formar um partido político de curta duração na Holanda dedicado à questão — que a idade de consentimento legal para a atividade homossexual seja abaixada ou até mesmo abolida inteiramente.
Na publicidade do ano passado envolvendo a visita do Papa Bento 16 à Inglaterra, a elite secularista/esquerdista do país fez tudo o que era possível para atacar a Igreja Católica, com o Dr. Richard Dawkins liderando a matilha exigindo a prisão do papa pelo que ele disse era a cumplicidade de Bento no abuso de menores de idade cometido por membros do clero católico.
Mas o próprio Dr. Dawkins havia escrito em seu livro de 2006 “The God Delusion” (O Delírio acerca de Deus), defendendo os molestadores homossexuais de meninos de escola como “inofensivos”. “Outros comentaram que vivemos numa época de histeria sobre a pedofilia, uma teoria da facilitação social que recorda as caçadas às bruxas de Salem em 1692”, escreveu ele.
Outra importante voz de oposição à visita papal em setembro passado, Peter Tatchell, o principal ativista homossexual da Inglaterra, atacou Bento num documentário do Canal 4 acusando-o de, entre outras coisas, acobertar os crimes de padres pedófilos. Duas semanas depois da transmissão do programa, porém, Tatchell estava de novo no noticiário reivindicando que a idade de consentimento para a conduta homossexual fosse abaixada para 14 anos.
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Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg
 

FORA, HADDAD! Alunos do Acre, governado pelo PT, estavam sendo obrigado a assistir filmes do “kit gay” vetado por Dilma


Por Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA, HADDAD!”? Ainda não? Então tem agora mais um motivo para fazê-lo. Atenção! O tal “kit gay” já tinha sido distribuído a escolas de Rio Branco, capital do Acre — governado por Tião Viana, do PT — e, consta, de Recife, o que não consegui confirmar.
Isso significa que, para não variar, Fernando Haddad, ministro da Educação — aquele que acha mais evoluído matar pessoas depois de ler livros do que matá-las sem os ter lido —, deixou de dizer a verdade ao afirmar que o material não tinha sido ainda aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador Tião Viana permita que os estudantes do Acre tenham acesso a uma material considerado inadequado por diversos especialistas e que foi vetado pela própria presidente da República. Pior: os alunos estavam sendo obrigatoriamente submetidos às sessões, o que, na prática, até um secretário de estado admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que informa agazeta.net, do Acre:
*
Governo suspende distribuição do Kit Gay em Rio Branco
O secretário [Henrique Corinto, de Justiça e Direitos Humanos] foi convocado pela bancada evangélica na Assembléia Legislativa do estado para explicar denúncias de que estudantes da rede estadual de ensino estavam sendo obrigados a assistir aos vídeos distribuídos pelo MEC na luta contra a homofobia. Os deputados fizeram questão de assistir os vídeos na presença do secretário.
“Nós recebemos denúncias de estudantes e de pais de alunos que, na escola Armando Nogueira, os professores estavam obrigando os alunos a assistir aos vídeos. Muitos estudantes reclamaram que nem sequer puderam sair da sala, que foi trancada. O próprio diretor da escola confirmou que estava sendo obrigado pelo secretário de educação a exibir os vídeos”, explicou o deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram do filme que trata da paixão de um adolescente do sexo masculino por outro do mesmo sexo, ficaram ainda mais indignados ao saber que, apesar de proibidos nos outros estados da federação, os vídeos continuaram a ser exibidos para os estudantes acreanos porque a ação faz parte de um plano piloto em execução em Rio Branco e em Recife. “Isso é crime. Quer dizer que estão usando nossas crianças como cobaias”?, reclamou a deputada Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Wildson, presente à reunião, informou ao secretário que, se o governo insistisse na divulgação do material, a sociedade seria mobilizada contra a prática. “Se é proibido falar de religião nas escolas, por que é obrigado falar de homossexualismo? Não vejo bom senso nessa medida, e vamos reagir contra. Não podemos ser punidos por defender a família, o que não significa que sejamos contra os homossexuais. Somos contra a indução, a apologia à prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de aproximadamente duas horas, o secretário de Direitos Humanos declarou suspensa a exibição dos vídeos nas escolas da rede pública da capital. “O assunto é polêmico e deve ser mais bem esclarecido. Não queremos alimentar polêmica; por isso decidi suspender a partir de hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que é “governo” no Acre, vai se calar?
Fonte: VEJA

Comentário de Julio Severo: Ministro da educação havia dito que “kit gay” não tinha sido aprovado, mas escolas do Acre, com a permissão do MEC, forçam alunos a assistir vídeos homossexuais do kit. Se os alunos tivessem sido trancados em sala de aula para aprender sobre Cristianismo, a TV Globo, a TV Record, todos os jornais, o Congresso e outras autoridades estariam exigindo a prisão de todos os responsáveis pelo crime de forçar alunos ao Cristianismo. Mas e agora que o caso envolve a glorificação do “amor” anal entre homens? Quem está pedindo cadeia para os criminosos que forçaram alunos a assistir vídeos do kit gay em salas de aula trancadas? Onde está a justiça? Onde estão os direitos das crianças tão proclamados por esse governo? Onde estão os direitos dos pais? O Pr. José Ildson, que comandou a mobilização contra o crime contra os alunos, está de parabéns. Em fevereiro de 2008, tive uma longa conversa pessoal com ele e considero-o um grande batalhador.