terça-feira, 31 de maio de 2011

Defensor da pedofilia defende kit gay

Comentário de Julio Severo: O filósofo Paulo Ghiraldelli Jr., autor deste artigo, rotula o kit gay de “bom, mas chatinho”. Talvez poucos recordem que em 2007 meu blog foi o primeiro a denunciá-lo pelo artigo “Amor e sexo entre pequenos e grandes”. Depois de todos esses anos, o MPF, que já veio atrás de mim pelo “crime” fantasma de “homofobia”, nunca foi atrás de Ghiraldelli. O artigo de Ghiraldelli foi escrito logo depois que Dilma encenou a suspensão do infame kit gay. Em seguida, logo depois que o artigo de Ghiraldelli saiu no Jornal do Brasil, o ministro da Educação diz que o kit não será suspenso, mas só “reformulado”. Leia agora o que oficialmente pensa um defensor da pedofilia sobre o kit gay:

Material contra homofobia: Dilma controla a esquerda e a direita na boa

Paulo Ghiraldelli Jr.*

Pela segunda vez Dilma dá um bom tombo nos evangélicos. Quando candidata, Dilma cedeu aos evangélicos sobre a questão da legalização do aborto. Ela disse que não iria pautar tal assunto e, assim, quebrou a resistência dos pastores que, com isso, acabaram deixando José Serra na mão. Ora, Dilma prometeu aquilo que ela já faria mesmo, pois a questão da legalização do aborto não precisa ser mandada ao Congresso pelo Executivo, pode ser pautada por qualquer partido ou grupo, inclusive o PT. Certamente é o que vai ocorrer num futuro próximo.

Agora, algo semelhante se repete. Trata-se do golpe de Dilma na bancada evangélica a respeito do material do MEC contra a homofobia. Dilma cedeu dizendo que o governo não vai influenciar a vida privada de ninguém e, assim, não distribuirá o material do MEC nas escolas médias do Brasil. Fez a vontade da bancada evangélica. No entanto, o governo já havia comprado o material e, soltando-o na NET (“vazou, ué?”), fez todo jovem querer assisti-lo ao dizer que se trata de algo “proibido”. Mandado às escolas, os vídeos — bons, mas chatinhos — não iriam ser vistos com a curiosidade que estão sendo acessados agora. Não há jovem que não o tenha procurado no Youtube. É sucesso total.

Parece que Dilma já percebeu o óbvio: a oposição está despedaçada e, para governar, basta controlar a inflação sem deixar despencar a nossa capacidade de consumo. Uma vez tocando o país assim, as questões ético-morais ou, como a impressa gosta de dizer, “ideológicas”, podem sempre ser tratadas desse modo. Ou seja, Dilma pode satisfazer as ongs, que querem dinheiro para produzir materiais afinados com o que seria característico do PT, pode também agradar os intelectuais sinceros que querem ver o governo colaborando com causas “progressistas”, e, ao mesmo tempo, não precisa criar oposições momentâneas que a tirariam da meta que ela se colocou como presidente: eliminar a miséria no país. Dilma veio de uma esquerda que acreditava quase que religiosamente em “missão histórica” e é segundo essa aura que ela age cotidianamente. Para ela, o trabalho duro, no dia-a-dia, em favor de uma meta de desenvolvimento parcial, é mais importante que qualquer outra coisa.

Alguns dirão que Dilma cedeu aos evangélicos de medo de uma retaliação destes no “caso Palocci”. Sim, Dilma está com essa batata quente nas mãos. Mas ela já jogou o problema para Lula que, enfim, já que se salvou de coisa pior, que foi a crise do “mensalão”, então que vá a público defender Palocci, coisa que ela mesma, Dilma, não fez e vai tentar não fazer. Agora, o caso certo mesmo é que Dilma não cedeu aos evangélicos por causa disso. Os evangélicos tem telhado de vidro não menor que o de Palocci, e Dilma saberia dar uma cacetada neles. Dilma cedeu porque ela cederia, existindo ou não Palocci. Dilma aprendeu com Brizola e com Lula que a governabilidade se faz com política, e a política nunca esteve tão fácil de ser feita como agora, com uma oposição desse tipo.

Dilma viu perfeitamente que o problema dela não é o PSDB. O problema que ela enfrenta, agora, é até mais fácil que derrubar o PSDB que, enfim, está todo esfacelado. O que ela precisa fazer é não descontentar os técnicos e militantes que estão com ela, e que adoram colocar em prática materiais novos na praça, por razões ideológicas e, é claro, financeira. Ela sabe que esse pessoal, uma vez tendo sido pagos, não vão reclamar, vão ficar contente com a solução do “vazamento na net”. De resto, sobra enganar os evangélicos, que já se mostraram não ter nenhuma inteligência diante da presidente. Isso é visível: até os intelectuais que funcionam segundo as ordens dos conservadores, aplaudiram Dilma e não viram que caíram num armadilha. Por exemplo, o professor Pondé, sempre pronto para aplaudir teses conservadoras, caiu como um patinho na trama de Dilma. Saiu aplaudindo a presidente igual e até de modo mais ingênuo que os deputados evangélicos. Caso Dilma tenha assistido esse tipo de professor na TV, creio que riu muito.

Também a Rede Globo tomou um tombo de Dilma. Comemorou a decisão da presidente e repassou os vídeos contra a homofobia nos seus programas jornalísticos, fazendo de graça uma propaganda para o MEC que, enfim, seria paga a peso de ouro caso o governo tivesse de comprar o horário.

Dilma não fez isso maquiavelicamente desde o início. Mas, a partir de um determinado momento, ela passou a agir, sim, de caso pensado. E funcionou de modo igual ao que havia feito em campanha. A presidente tem porte de gaúcho bravo, mas ela nasceu em Minas Gerais. Nem Tancredo comeria a esquerda e a direita pelas beiradinhas com tanto estilo, eficácia e ... gosto. Sim, gosto. Dilma pegou gosto em brincar com esse pessoal, e faz deles gato e sapato.

* Filósoso, escritor e professor da UFRRJ

Fonte: Jornal do Brasil

Divulgação: www.juliosevero.com

Kit gay estará nas escolas até fim do ano

De “cristão revoltado” a homossexual defensor da pedofilia

Outra coincidência? Mais um defensor do homossexualismo e da pedofilia

domingo, 29 de maio de 2011

Padre salesiano revelado como um dos principais defensores da pedofilia na Holanda (Nota deste blogger: Não votem em partidos que estimulam a imoralidade)

Kathleen Gilbert

AMSTERDÃ, Holanda, 24 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um padre salesiano da Holanda provocou ondas de choque em toda a Igreja Católica da Holanda depois que foi revelado que ele é membro da diretoria de uma organização pró-pedofilia, um fato muito bem conhecido do líder local de sua ordem.

De acordo com uma reportagem de sábado da The Associated Press, o “Padre Van B.”, conforme ele foi identificado pelo serviço noticioso holandês RTL Nieuws, atuou como membro da diretoria de “Martijn”, uma organização que faz campanhas para normalizar a pedofilia na Holanda, onde a pedofilia é atualmente ilegal.

O superior Jos Claes da Bélgica disse aos meios de comunicação em seu país que ele estaria investigando tanto o padre como seu superior holandês, o Delegado Herman Spronck, que disseram, conforme citações na imprensa, que as relações sexuais entre um adulto e uma criança menor de idade não são necessariamente prejudiciais. Spronck também confessou durante uma entrevista que tinha conhecimento do envolvimento do padre com Martijn.

O “Padre Van B.” atuou na diretoria de Martijn entre 2008 e 2010, quando seu fundador foi preso por posse de pornografia infantil, de acordo com a AP.

A ordem salesiana, fundada por São João Bosco na Itália em meados do século XIX, é uma sociedade de religiosos dedicados a obras de caridade para jovens destituídos, principalmente a educação dos meninos.

Leia mais no artigo da AP aqui.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/dutch-salesian-priest-revealed-as-top-pedophilia-proponent

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Artigos relacionados no Blog Julio Severo:

Padres, pedofilia e homossexualismo: a verdade que ainda não saiu do armário

Homossexualismo é claramente um fator em novos dados sobre abuso do clero


Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2011/05/padre-salesiano-revelado-como-um-dos.html

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

quinta-feira, 19 de maio de 2011

SENHOR, PEDIMOS MISERICÓRDIA PARA O BRASIL - Preta Gil diz ser bissexual e que vai tirar Bolsonaro do Congresso (Nota deste blogger: Não votem em partidos que estimulam a imoralidade)

Preta Gil diz ser bissexual e que vai tirar Bolsonaro do Congresso

Frase foi dita em reunião no Congresso para discutir casamento civil entre casais heterossexuais

A cantora Preta Gil participou ontem (17) de uma reunião na Câmara dos Deputados onde se discutia a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) que prevê o casamento civil entre casais homossexuais.

Sempre polêmica arrancou aplausos ao dizer: “Sou negra e bissexual, é importante que se diga”.

Preta Gil rebateu ao deputado Jair Bolsonaro (PP) que em um programa de televisão incitou o preconceito, segundo a cantora.

A cantora perguntou para o deputado o que ele faria se um filho dele namorasse uma negra. A polêmica iniciou quando o político respondeu de forma bem enfática: “Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco, meus filhos foram muito bem educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o teu”.

Agora Preta Gil disse que vai processar Bolsonaro e que lutará para vê-lo longe do Congresso. “Uma das minhas lutas agora é para que ele não seja reeleito no Estado do Rio de Janeiro.

Pauta da reunião

Depois do Supremo Tribunal Federal STF decidir a favor da união estável homoafetiva, os casais homossexuais pedem o direito do casamento civil.

Por isto lésbicas, travestis e transexuais de todo o país estiveram reunidos na Câmara dos Deputados para pedir a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o casamento civil entre homossexuais.

A proposta é de autoria do deputado Jean Willys (PSOL) que também é homossexual.

A relatora, senadora Marta Suplicy afirma que a luta vai ser difícil, mas que deve ganhar forças para seguir adiante. “Temos de caminhar com estratégia, paciência, determinação... no Senado teremos de ser negociadores, de conversar e avançar”, completou.

Para a senadora Marta Suplicy (PT-SP), essa é uma luta que deve continuar. Ela é relatora, no Senado, do projeto que criminaliza a homofobia. “Temos de caminhar com estratégia, paciência, determinação”, disse. “E no Senado teremos de ser negociadores, de conversar e avançar”, completou.

Fonte: A Tribuna News/Juliana Santos
Fonte Via: http://www.atribunanews.com/exibe.php?id=73986

sábado, 14 de maio de 2011

UM ABISMO CHAMA OUTRO ABISMO - Imoralismo chama Imoralismo - "Cinema tenta mostrar o lado bom da pedofilia" - Filme austríaco sobre pedofilia causa novo choque no Festival de Cannes (Nota deste blogger: Não votem em partidos que estimulam a imoralidade)

Getty Images


O diretor do filme "Michael" Markus Schleinzer (no centro) no Festival de Cannes, acompanhado dos atores Viktor Tremmel, Ursula Strauss, Michael Fuith, David Rauchenberger, Christine Kain e Gisella Salcher

THIAGO STIVALETTI
Colaboração para o UOL, de Cannes

Depois do britânico "Precisamos Falar Sobre Kevin", com um adolescente que promove um massacre em sua escola, foi a vez de um filme sobre pedofilia chocar o Festival de Cannes neste sábado. O austríaco "Michael", primeiro filme de Markus Schleinzer, mostra os últimos meses na vida do personagem-título, um homem aparentemente comum de 35 anos que mantém um menino de 10 anos em cativeiro em sua casa.

"Michael" talvez seja o melhor filme sobre a pedofilia até hoje, por abordar o tema de forma fria e distanciada, sem simpatizar nem condenar o personagem. A rotina de Michael com Wolfgang, o menino, é mostrada no seu dia-a-dia: lavam o banheiro juntos, montam um quebra-cabeça, às vezes saem para algum passeio de fim de semana. O menino às vezes vê TV. Nenhuma cena mais explícita é mostrada.

"A pedofilia é quase sempre tema dos jornais sensacionalistas. Essa constatação me assustou e quis tentar buscar novas respostas e abordar o tema de maneira franca, o que a ficção no cinema permite", explicou o diretor. "Reconhecer a existência do pedófilo no meu filme não significa nem perdoar, nem condenar. Isso é tarefa da justiça".

Doutor Fritzl

"Michael" remete imediatamente à história do austríaco Joseph Fritzl, preso em 2008 por manter a filha presa por 24 anos em sua própria casa e ter tido sete filhos com ela. Mas Schleinzer nega que tenha se inspirado nesse caso ou em qualquer outro.

O estilo seco e cortante do filme remete diretamente ao mais célebre diretor austríaco, Michael Haneke, para o qual Schleinzer trabalhou como diretor de elenco em filmes como "A Professora de Piano". Foi ele também o responsável pela preparação impecável das crianças do filme "A Fita Branca", de Haneke, que venceu a Palma de Ouro em Cannes em 2009.

Seu primeiro filme é uma grande estreia e deve marcar seu batismo de fogo nas trilhas negras e tortuosas do cinema austríaco.


Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2011/05/14/filme-austriaco-sobre-pedofilia-causa-novo-choque-no-festival-de-cannes.jhtm