sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

MINISTÉRIO PÚBLICO LEVA GLOBO MODIFICAR PERSONAGEM DE KLARA CASTANHO EM "VIVER A VIDA"

A Rede Globo, Record, SBT, Bandeirantes, Rede TV e outras, precisam aprender a respeitar a dignidade das crianças. Não adianta realizar CRIANÇA ESPERANÇA ou semelhantes e depois nas programações transformar o ser humano e principalmente as crianças em objetos e o LUCRO acima de tudo. O Ministério Público está de parabéns pela energia e capacidade de mudar esta situação. Vivemos em uma sociedade que juntamentamente com estas mídias foram demonizadas pelo lucro. Estão transformando LIBERDADE em LIBERTINAGEM e imoralidade. Se não colocarmos os freios, logo, logo, irão transformar a PEDOFILIA em algo normal como fizeram com o homossexualismo e ausência de PENA CAPITAL na constituição federal para aqueles que cometem assassinatos. Prof. Luis Cavalcante - http://luis-cavalcante.blogspot.com

Ministério Público leva Globo modificar personagem de Klara Castanho em "Viver a Vida"

FLÁVIO RICCO
Colaborou José Carlos Nery

Divulgação/TVGlobo


RESUMOS E CENAS DE "VIVER A VIDA"

A mudança de rumos na personagem da menina Klara Castanho em “Viver a Vida”, que a princípio seria uma vilã, foi determinada por notificação do Ministério Público do Trabalho do Rio e simplesmente acatada pelo autor Manoel Carlos.

O órgão observou que o papel poderia acarretar a ela eventuais manifestações de hostilidade por parte do público, além da possibilidade de sérios danos psicológicos ao seu desenvolvimento.

Havia até o risco de o MP tentar tirar a atriz da novela se o planejamento fosse mantido.

Um outro autor da Globo, por sua vez, assistindo a tudo, faz a seguinte observação: “é cada vez mais o Estado querendo interferir nas nossas vidas. Querendo nos ‘ensinar’ como viver nossas vidas, sem trocadilho. Se fosse no Brasil, o filme "Poltergeist" não poderia ter sido rodado, por exemplo.

Mas fato consumado. “Viver a Vida” terá até o seu final o talento indiscutível de Klara Castanho, mas num papel diferente daquele inicialmente concebido.

Fonte: AQUI