segunda-feira, 24 de novembro de 2014

(Denúncia) - FNUAP: Crianças Têm Direito a Sexo, Drogas e Aborto para Reduzir a População by Dra. Rebecca Oas

FNUAP: Crianças Têm Direito a Sexo, Drogas e Aborto para Reduzir a População

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, novembro (C-Fam) Há mais jovens no mundo agora do que já houve antes. De acordo com o relatório mais recente do Fundo de População da ONU, isso representa uma oportunidade sem precedente para progresso, mas só se as gerações futuras forem menores.

A prescrição do FNUAP para garantir um “dividendo demográfico” inclui acesso livre ao aborto para adolescentes, removendo leis de idade de consentimento, leis a favor de drogas e prostituição e redução do envolvimento dos pais na formação sexual de seus filhos.
“Os jovens precisam de uma ampla variedade de serviços de saúde sexual e reprodutiva, inclusive… assistência de aborto seguro,” diz o relatório Situação da População Mundial 2014, lançado na terça-feira. De acordo com o FNUAP, os sistemas legais na maioria dos países ficam atrás em compromissos que fizeram em tratados internacionais de direitos humanos, e têm “ainda de alcançar as realidades dos adolescentes e jovens.”
Nenhum tratado da ONU menciona aborto, nem obriga os países a vulnerabilizar jovens a adultos que oferecem serviços sexuais e reprodutivos.
De preocupação especial para o FNUAP são as leis de idade de consentimento sexual que requerem permissão dos pais para ter acesso ao aborto, contraceptivos ou outros serviços como campanhas de troca de agulha para usuários de drogas.
“Leis de idade de consentimento contradizem a ideia de que os jovens devem participar das decisões que os afetam de acordo com suas aptidões em desenvolvimento,” diz o relatório, igualando participação na tomada de decisões com controle unilateral.
O FNUAP também critica as leis contra a “conduta de mesmo sexo, uso de drogas e venda de sexo ou trabalho sexual,” na base de que essas leis “recaem de forma particular nos jovens que estão concretizando sua saúde sexual e reprodutiva e direitos reprodutivos.”
Idealmente, os pais deveriam ser a principal fonte de informações e orientação sobre sexualidade, o relatório permite, mas isso “não acontece do jeito que deveria.” Na opinião do FNUAP, os pais muitas vezes “não sabem como falar com seus filhos sobre tais assuntos.”
O relatório postula que “dá para se influenciar” mudanças práticas de conduta entre os jovens “por meio de intervenções de políticas, tais como as que afrouxam as restrições de idade ou de consentimento dos pais sobre o acesso dos adolescentes aos serviços.”
Embora a preocupação principal do FNUAP seja reduzir o crescimento populacional, seu foco nos jovens é saturado da linguagem de direitos humanos, maximização de potencial e remoção das barreiras para o sucesso. Os jovens não são apenas os alvos da estratégia, mas estão também sendo treinados para serem seus principais promotores. Isso significa lhes dar mensagens que eles não estão ouvindo em casa ou nas suas comunidades.
Entretanto, a premissa de que reduzir a fertilidade dos países em desenvolvimento os arremessará para a prosperidade é questionável. Os países com baixa fertilidade e crescentes populações de idosos enfrentam cargas financeiras, pois crianças dependentes incorrem em despesas mais baixas do que idosos dependentes.
Os economistas têm observado que uma queda na fertilidade tende a vir no rastro, em vez de preceder, o aumento na prosperidade econômica, que é a razão por que o “dividendo demográfico” parecia mais pronunciado na Ásia do que na América Latina ou outras regiões em desenvolvimento.
Embora o relatório reconheça que os jovens sofram limitações com a estagnação econômica e falta de escolaridade ou oportunidades de emprego, sua preocupação principal é que a pobreza “pode ser uma barreira muito forte para indivíduos obterem o que precisam para alcançar sua saúde sexual e reprodutiva e direitos reprodutivos.”
No total, o relatório do FNUAP afirma que a chave para o desenvolvimento é garantir que a conduta sexual dos adolescentes fique sem supervisão, sem limites, tenha financiamento público e, acima de tudo, seja não procriativa. O FNUAP postula que a imposição da anarquia sexual nos jovens garantirá o bem-estar deles e o do mundo inteiro.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A investida pró-pedofilia da esquerda

7 de outubro de 2014

A investida pró-pedofilia da esquerda


A investida pró-pedofilia da esquerda

Exclusivo: Matt Barber diz que alegação mais recente de escândalo de pedofilia em Hollywood não é novidade entre grupos gays

Matt Barber
Alegações chocantes feitas por Michael Egan, que quando era menino atuou no filme “X-Men,” contra Bryan Singer, diretor e produtor descaradamente gay desse filme, estão chocando Hollywood. Mas a reação tem sido silêncio relativo. Digo “silêncio relativo” porque, a menos que ele seja um padre católico, o falso discurso da esquerda relativista é que um homem gay é sempre a vítima e nunca o vitimador
Apesar disso, esse episódio recente mais uma vez colocou sob os holofotes a ligação há muito tempo já provada entre o estilo de vida homossexual (inclusive o movimento homossexual) e a pedofilia — uma ligação que, apesar das negações dos progressistas ao contrário, está escondida diante dos olhos de todos.
Egan entrou com uma ação legal contra Singer e várias outras figuras famosas de Hollywood por frequentes estupros homossexuais contra ele e outros meninos em várias farras à beira da piscina com “twinks” (em inglês, meninos “gostosões”) quando Egan tinha 15 anos e Singer tinha 32. (No linguajar LGBT, “twinks,” também chamados de “galinhas,” são meninos menores de idades que homens gays adultos muito buscam para sexo.)
De forma assustadora, as afirmações de Egan espelham as de seu ex-colega, também menino ator, Corey Feldman, que de modo semelhante alegou no ano passado que tais estupros homossexuais são abundantes, e até fazem parte do sistema, em Hollywood.
Mas será que essas alegações são de fato chocantes? Lamentavelmente, o peso esmagador da evidência indica que os estupros proliferam também muito além de Hollywood.
Com certeza, nem todos os homossexuais são pedófilos. No entanto, um número excessivamente desproporcional deles são. Não escrevo isso para ser insensível, “odioso,” intolerante ou “homofóbico.”
São “apenas fatos, meus senhores e senhoras.”
Considere, por exemplo, um estudo publicado na revista esquerdista Archives of Sexual Behavior (Arquivos de Conduta Sexual) envolvendo mais de 200 pedófilos e pederastas condenados. O estudo revelou que “86 por cento dos criminosos contra meninos se descreviam como homossexuais ou bissexuais.” Isso demonstra, como comenta Peter Sprigg do Conselho de Pesquisa da Família, que “homens homossexuais ou bissexuais têm uma probabilidade aproximadamente 10 vezes maior de estuprar crianças do que homens heterossexuais.”
Isso faz sentido perfeito quando complementado com outro estudo de 2001 na mesma publicação revisada por especialistas. Esse estudo revelou que quase metade de todos os homens que se identificam como gays e que participaram da pesquisa foram estuprados por um pedófilo homossexual quando eram meninos: “46 por cento dos homens homossexuais e 22 por cento das mulheres homossexuais relataram ter sido estuprados por um indivíduo do mesmo sexo. Isso contrasta com apenas 7 por cento dos homens heterossexuais e 1 por cento das mulheres heterossexuais que relataram ter sido estuprados por um indivíduo do mesmo sexo.”
A conexão entre estupros homossexuais e “identidade gay” é inegável. Embora evidentemente nem todos os homens e mulheres que se identificam como gays estuprem crianças, ou foram estuprados quando crianças, a realidade comprovada é que uma percentagem assustadoramente elevada deles estupra e foi estuprada. Como com a maioria das formas de estupro, o ciclo é tanto circular quanto vicioso. “Nascido desse jeito?” Nem tanto. “Criado desse jeito?” Lamentavelmente, assim parece.
Mas de igual preocupação é o fato de que muitos dos mais proeminentes ativistas LGBT no mundo têm endossado descaradamente, ou dado sua aprovação implícita ao que a esquerda eufemisticamente chama de “intimidade intergeracional” (leia-se: estupro de crianças).
Por exemplo, veja Peter Tatchell, ativista de “igualdade de casamento.” “GoodAsYou,” blog ligado ao grupo homossexual GLAAD, ardorosamente descreve Tatchell como um “famoso ativista britânico de direitos.” Ele é “um dos líderes mais amplamente respeitados do movimento LGBT internacional,” esguicha um dos comentaristas do blog.
Eis o que o “amplamente respeitado” e “famoso ativista de direitos” Tatchell pensa do estupro contra crianças. Ele escreveu o seguinte no The Guardian, um dos principais jornais da Inglaterra:
“A natureza positiva de alguns relacionamentos sexuais entre crianças e adultos não é confinada às culturas não-ocidentais. Vários de meus amigos — gays e heteros, homens e mulheres — tiveram sexo com adultos desde a idade de 9 até os 13 anos. Nenhum deles sente que foi estuprado… É hora da sociedade reconhecer a verdade de que nem todas as relações sexuais envolvendo crianças são indesejadas, abusivas e prejudiciais.”
Ou recorde Kevin Jennings, o ministro do presidente Obama responsável pela segurança das escolas e fundador da organização homossexual extremista GLSEN.
Escreveu o jornal Washington Times acerca de Jennings em 2009:
“Um aluno de 15 anos de escola secundária contou a um professor que ele estava tendo relações homossexuais com um ‘homem mais velho.’ No mínimo, ocorreu estupro legal. A Fox News noticiou que o professor violou uma lei estadual que exigia que ele denunciasse o abuso. Esse ex-professor, Kevin Jennings, é o ministro do presidente Obama responsável pela segurança das escolas.”
“Nesse único caso em que o senhor Jennings teve uma chance real de proteger um adolescente de um predador sexual, ele não só não fez o que a lei exigia, mas também chegou ao ponto de incentivar o relacionamento.”
Jennings mais tarde mentiu sobre o encontro até que apareceu um áudio dele se gabando disso. “Olhei para o rapaz,” gracejou ele, “e disse, ‘Sabe, espero que você saiba usar uma camisinha.’”
Entretanto, esse padrão de abuso homossexual e facilitação de tal abuso por parte do movimento LGBT não é novidade.
Veja Harry Hay, o herói de Jennings. Hay é considerado o fundador do moderno movimento homossexual dos Estados Unidos. Entre outras coisas, ele tem sido honrado como um “ícone” no “Mês da História LGBT” pela comunidade de ativistas homossexuais dos EUA.
O que não é de surpreender é que Hay era um entusiasta do estupro contra crianças e ávido apoiador da entidade pedofílica Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos, cuja sigla é NAMBLA. Em 1983, ao dar o discurso principal num evento da NAMBLA, Hay disse o seguinte:
“Parece-me que na comunidade gay as pessoas que deveriam estar protegendo a NAMBLA de ataques são os pais e amigos de gays, pois se os pais e amigos de gays são verdadeiramente amigos de gays, eles saberiam a partir de seus filhos gays que o relacionamento com um homem mais velho é precisamente o que garotos de 13, 14 e 15 anos mais precisam do que qualquer outra coisa no mundo.”
Ou veja o caso de Harvey Milk, o mártir LGBT que era um predador sexual que se sabia tinha cometido vários estupros legais contra um adolescente que tinha fugido de casa. Qual foi a punição que Milk recebeu? O governo de Obama recentemente deu-lhe como recompensa um selo postal honorário dos correios americanos.
Será que eu sou o único que está conseguindo ver que existe um padrão aqui? Será que a deusa da “tolerância” realmente deixou o mundo completamente cego e louco?
Se esse padrão continuar, e se essas alegações contra Bryan Singer se comprovarem como verdadeiras (as provas indicam que podem muito bem ser), aposto que ele vai terminar com sua própria estrela na Calçada da Fama em Hollywood e será o próximo palestrante principal na festa de gala anual da Campanha pelos Direitos Humanos [o principal grupo homossexual dos EUA].
Aposto também que, em ambos os casos, logo estaremos vendo mais entusiastas do “sexo intergeracional saindo do armário.”
Bem-vindo ao fundo do buraco, consequência de uma longa decadência.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: The left’s push for adult-child sex
Leitura recomendada:
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://youtu.be/CwOW76c0Dsg

sábado, 11 de outubro de 2014

A decadência das Universidades Federais no Brasil. A vergonhosa servidão ideológica dos reitores das universidades federais

A vergonhosa servidão ideológica dos reitores das universidades federais

Roselane Neckel, reitora da UFSC.
No mês passado (a notícia tinha me passado despercebida), 54 reitores de universidades federais - mantidas com dinheiro público - assinaram manifesto de apoio à candidatura de Dilma Roussef, num ato de sabujice só comparável aos dos dirigentes universitários de países como Cuba e Coreia do Norte. Submeter universidades - cujo compromisso é gerar e difundir conhecimento - a partidos e ideologias é um crime contra a inteligência, uma violação ao princípio de universalidade e independência que deve imperar nos campi. Certamente envergonhados, alguns reitores não tiveram coragem de ir ao Planalto, embora signatários do documento. Não foi o caso da reitora da UFSC, Roselane Neckel, cuja desfaçatez é de enrubescer até cara de pau. "Somos servidores públicos federais", disse ela, "mas vim aqui como cidadã, na hora do almoço". Não foi à toa que este blogueiro se aposentou, embora pudesse permanecer por mais uma década na universidade. Que infâmia, que vergonha!


Reitores de 54 universidades federais declararam apoio, nesta quinta-feira, à reeleição da presidente Dilma Rousseff, em reunião no Palácio da Alvorada. De acordo com participantes, ao agradecer o apoio, Dilma prometeu mais investimentos no setor a partir dos recursos do pré-sal. A perda de relevância na exploração do petróleo caso a candidata do PSB, Marina Silva, seja eleita, tem tido destaque no discurso da presidente, mas ela não fez referência à adversária, segundo pessoas presentes.

— Ela agradeceu e falou muito do aumento de recursos para educação a partir da exploração do pré-sal, e como isso vai impactar na base e na ciência e tecnologia, melhorar a qualificação e remuneração dos professores, e continuar equipando os laboratórios das universidades — afirmou o reitor da Universidade Federal de Lavras, José Roberto Scolforo.

Os reitores entregaram à presidente um documento intitulado "Mais Mudanças, Mais Educação, Mais Futuro", em referência ao slogan da campanha petista "Mais Mudanças, Mais Futuro". Entre os que não assinaram o manifesto e não compareceram no Alvorada estão os reitores da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal de Minas (UFMG) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

— Somos servidores públicos federais, mas vim aqui como cidadã, na hora do almoço— disse a reitora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Roselane Neckel.

"Da pré-escola ao pós doutoramento - ciclo completo educacional e acadêmico de formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional e como forma segura de desenvolvimento do país- consideramos que o Brasil está no rumo certo, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas implementados nos últimos anos", diz trecho do documento.

Também estavam presentes o ministro José Henrique Paim (Educação) e Clélio Campolina (Ciência e Tecnologia). (O Globo).

http://otambosi.blogspot.com.br/2014/10/a-vergonhosa-servidao-ideologica-dos.html

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

(Vídeo 2:01) - O Governo Dilma - "Petista/PMDB e Aliados" - quer proibir a pregação do evangelho para dependentes químicos, etc...

(Vídeo 2:01) - O Governo Dilma - "Petista/PMDB e Aliados" - quer proibir a pregação do evangelho para dependentes químicos, etc...

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://jornalsaopaulopresbiteriano.blogspot.com.br/2014/10/video-201-o-governo-dilma-petistapmdb-e.html

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

(Vídeo 1:34) - Luis Cavalcante: Apoia Jorge Mello - 5199 para Deputado Federal e Zenas Pires 45.707 para Deputado Estadual em São Paulo.

(Vídeo 1:34) - Luis Cavalcante: Apoia Jorge Mello - 5199 para Deputado Federal e Zenas Pires 45.707 para Deputado Estadual em São Paulo.

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://jornalsaopaulopresbiteriano.blogspot.com.br/2014/10/video-134-luis-cavalcante-apoia-jorge.html

domingo, 28 de setembro de 2014

sábado, 27 de setembro de 2014

Curso Online e Gratuito: "Preparar Mulheres para não cair no sofisma, falácia e mentalidade esquerdopata do Feminismo"

Curso Online e Gratuito: "Preparar Mulheres para não cair no sofisma, falácia e mentalidade esquerdopata do Feminismo"

Clique no link abaixo para acessar os vídeos:
http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2014/09/curso-online-e-gratuito-preparar.html